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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/1438
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMoura, Karen Martins de.-
dc.date.accessioned2016-10-17T13:36:02Z-
dc.date.available2016-10-17T13:36:02Z-
dc.date.issued2016-10-17-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/1438-
dc.descriptionEste trabalho tem como objetivo principal conhecer como se procede à relação entre qualidade de vida no trabalho e o potencial de flexibilidade estrutural no contexto da empresa SENAI CEP/ORC, empresa esta, considerada modelo em relação à aprendizagem e capacitação para a indústria do Brasil, com mais de 70 anos de história, estando presente em todas as regiões do país. Segundo a natureza dos dados a pesquisa é quantitativa e qualitativa com a predominância do caráter qualitativo, desenvolvida de forma descritiva e exploratória e tendo como investigação a empresa citada acima, portanto trata-se de um estudo de caso. Os instrumentos de coleta de dados utilizados foram questionários com perguntas fechadas, observação informal e entrevistas, utilizando-se de dados primários e secundários. A amostra foi do tipo não probabilístico por acessibilidade, dessa forma os questionários foram respondidos por quarenta e oito colaboradores e a entrevista foi realizada com quatro colaboradores. A qualidade de vida no trabalho (QVT) foi analisada por meio da identificação e análise das oito Categorias de acordo com Walton são elas: compensação justa e adequada; condições de trabalho; uso das capacidades no trabalho; oportunidade de crescimento e segurança; integração social na organização; constitucionalismo; o trabalho e o espaço total de vida e a relevância social da vida no trabalho. O potencial de flexibilidade estrutural (PFE) da organização foi estudado através das categorias propostas por Volberda assim, observou-se a forma organizacional básica, o sistema de planejamento e controle, os processos de regulação da tarefa, do comportamento, dos ajustes mútuos e da tomada de decisão. A relação entre a QVT e o PFE da organização foi analisada a partir da associação entre as respectivas categorias na empresa. Os resultados desta pesquisa revelaram que as atividades referentes à qualidade de vida no trabalho da empresa mostraram um posicionamento intermediário com possibilidades de crescimento, relacionando-se com o potencial de flexibilidade estrutural, que também apresentou um caráter intermediário, tendendo para o mecanicista.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by André Silva (andredomingoss@outlook.com) on 2016-10-17T13:36:02Z No. of bitstreams: 1 KMM171016.pdf: 1452084 bytes, checksum: 01d7c067a084c6e436c98e675a8796db (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-10-17T13:36:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 KMM171016.pdf: 1452084 bytes, checksum: 01d7c067a084c6e436c98e675a8796db (MD5)en
dc.language.isoptpt_BR
dc.relation.ispartofseriesJoão Pessoa,;2015.-
dc.subjectAdministração de pessoaspt_BR
dc.subjectGestão de pessoaspt_BR
dc.subjectQualidade de vida no trabalhopt_BR
dc.titleQualidade de vida no trabalho e o potencial de flexibilidade estrutural no SENAI CEP/ORC: Centro de Educação Profissional Odilon Ribeiro Coutinho.pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
Aparece nas coleções:CCSA - TCC - Administração

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