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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/18842
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMarques, Saulo Bandeira de Oliveira-
dc.date.accessioned2020-12-22T22:36:11Z-
dc.date.available2019-07-15-
dc.date.available2020-12-22T22:36:11Z-
dc.date.issued2019-07-04-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/18842-
dc.description.abstractProbably due to her instrumentality, there is a general disquiet when dealing with rhetoric, often reputed to be an immoral practice. This image accompanies her since its dispute against the philosophy by the primacy of being the paideía, in Hellas of 5th century BC. However, at that time, there were already some perspectives that moved away, in whole or in part, from this perception. For example, Aristotle wrote an Art of Rhetoric with the purpose of to offer a technical treatment to rhetoric, exhorting to exercise it through its moral bias. His admonition still today leads to interpretations of rhetoric as a moral activity, under several grounds, notwithstanding his technical nature to point at an ambivalence in this sphere. From this perspective, those moral readings are considered as partial readings, whether because of their incompleteness or because of their unidirectionality, therefore they are inadequate to characterize rhetoric. In this sense, and in opposition to such perspectives, the rhetoric is presented as a derivation of deinotēs, advocating for a primarily ambivalent bias in the moral sphere. In order to do so, four moral bias readings with different representative grounds were examined through the Toulmin model of argumentation, from which has been extracted the elements to elaborate of the counterargument by the rhetorical technique of inventio by antimodel. Once their support grounds were unveiled, it’s possible verify these rebuttals as an equivalent perspectives, rejected as such by a limited view of the functions of rhetoric. Hence, the reading of rhetoric as deinotēs is the most consistent with her technical nature: as art, the rhetoric is neither virtue nor cunning; but a “reason” of contingent, a skill of the practical judgment which, by observing the surrounding reality in its task of “finding the most pertinent means to persuade” (Rhetoric, 1355b25-26), aid to speculate and act in the World.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2020-12-22T22:36:11Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) SauloBandeiraDeOliveiraMarques_Dissert.pdf: 1562129 bytes, checksum: f902d7f64b775786599ad66231d33064 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectAristótelespt_BR
dc.subjectDeinotēspt_BR
dc.subjectMoralpt_BR
dc.subjectRetóricapt_BR
dc.subjectRhetoricpt_BR
dc.titleContra os moralistas: contrapontos a quatro leituras de viés moral da arte retórica de Aristótelespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Fontes, Narbal de Marsillac-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0009467518994817pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4784837119949516pt_BR
dc.description.resumoProvavelmente em virtude de sua instrumentalidade, há um desassossego generalizado quando se lida com a retórica, mormente reputando-a como uma prática de feitio imoral. Essa imagem a acompanha desde a disputa que travou com a filosofia, na Hélade do Século V a.C., pela primazia de ser a paideía. Entretanto, já naquela época, havia algumas perspectivas que a desvencilhavam, em todo ou em parte, dessa percepção. Aristóteles, por exemplo, escreveu uma Arte Retórica na qual se propôs a um tratamento técnico à retórica, exortando exercê-la sob um jaez moral. Essa sua admoestação por uma retórica “dignificada” ainda hoje conduz a interpretações da retórica enquanto uma atividade de viés moral, sob fundamentos diversos, não obstante o seu jaez técnico apontar para uma ambivalência nesse âmbito. Desde essa perspectiva, consideram-se aquelas leituras de feição moral como leituras parciais, seja por sua incompletude, seja por sua unidirecionalidade, inadequadas, pois, para caracterizar a retórica. Nesse sentido, e em contraposição a tais perspectivas, apresenta-se a retórica como derivação da deinotēs, advogando por um jaez prioritariamente ambivalente no âmbito moral. Para tanto, examinaram-se sob o modelo argumentativo de Toulmin quatro leituras de viés moral com fundamentos representativos distintos, dos quais se extraíram os elementos para a elaboração do contra-argumento através da técnica retórica da inventio por antimodelo. Uma vez desveladas suas bases de sustentação, constatou-se que as exceções apontadas consistiam em perspectivas equivalentes, recusadas enquanto tal por uma visão limitada das funções da retórica. Destarte, a leitura da retórica enquanto deinotēs é a mais condizente com o seu jaez técnico: como arte, a retórica nem é virtude, nem astúcia; mas, uma “razão” do contingente, uma habilidade do juízo prático que, pela observação da realidade circundante em seu mister de “encontrar os meios mais pertinentes para persuadir” (Retórica, 1355b25-26), auxilia a especular o e agir no Mundo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFilosofiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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