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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/22405
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Alexandre Araújo da-
dc.date.accessioned2022-03-18T18:09:08Z-
dc.date.available2021-11-26-
dc.date.available2022-03-18T18:09:08Z-
dc.date.issued2021-10-14-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/22405-
dc.description.abstractThinking about the future against what the matrix of colonial power plans/planned is to think about multiplicities, freedoms and the deconstruction of ideas that capture subjectivities, building plural and diverse futures. The work of the writer Margaret Atwood (1939, Ottawa, Canada) is important for this discussion, as in her MaddAddam trilogy (2003, 2010, 2013), as well as in all her written production, she decolonizes the discourses and practices, including the multiple experiences, powers, potencies and manipulations. It directs us to (re)signify the idea/concept/speech of the future, considering that this has been, throughout human history, seen as something too invisible or too grand to be achieved and, therefore, only expected, desired. Knowing the trajectory of Margaret Atwood makes it possible to know about her desires for social change, as she criticizes what is already established as normal and presents new worlds in literature, created by her interpretations of the experiences lived by her and others to open wide, in the present, the pains produced by projects of the past, with the intention of creating open futures and not ends of the world. Therefore, authors like Mignolo (2008; 2017), Walsh (2005), Minois, (2016), Silva (2011), Krenak (2019; 2020); Heilbronter (1963), Gaddis (2003), Freitas (2018), Berardi (2019), Attalli (2008) are essentials. Disobeying a northern epistemology that regulates and plans academic minds and discourses, I think of the union between history and the future as a possible and necessary path for the construction of a biofuture that understands futures, subjectivities and lives as worthy of being lived and experienced, beyond biopolitical commands (FOUCAULT, 1987, 1999, 2008a, 2008b; AGAMBEM, 2004; PELBART, 2011), as becoming, (bio)potency, crowd, place of escape, good meetings (DELEUZE, 1992; HARDT and NEGRI , 2005). Biofuturating is believing in worlds, creating new paths, postponing the ends of so many others.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2022-03-15T16:25:00Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AlexandreAraújoDaSilva_Dissert.pdf: 1884074 bytes, checksum: 5a49b82d66bb7cdd8f55d16ef99e5edb (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Biblioteca Digital de Teses e Dissertações BDTD (bdtd@biblioteca.ufpb.br) on 2022-03-18T18:09:08Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AlexandreAraújoDaSilva_Dissert.pdf: 1884074 bytes, checksum: 5a49b82d66bb7cdd8f55d16ef99e5edb (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-03-18T18:09:08Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AlexandreAraújoDaSilva_Dissert.pdf: 1884074 bytes, checksum: 5a49b82d66bb7cdd8f55d16ef99e5edb (MD5) Previous issue date: 2021-10-14en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectMargaret Atwoodpt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectBiofuturopt_BR
dc.subjectMaddAddãopt_BR
dc.subjectHistorypt_BR
dc.subjectBiofuturept_BR
dc.subjectMaddAddampt_BR
dc.titleBiopolítica de uns, biopotência de outros e biofuturo em Maddaddão, de Margaret Atwoodpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Fernandes, Telma Dias-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1979993986534851pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1876093662512655pt_BR
dc.description.resumoPensar o futuro na contramão do que planeja/planejou a matriz do poder colonial é pensar nas multiplicidades, nas liberdades e na desconstrução de ideias captadoras de subjetividades, construindo futuros plurais e diversos. O trabalho da escritora Margaret Atwood (1939, Ottawa, Canadá) se faz importante para essa discussão, pois, em sua trilogia MaddAddão (2003; 2010; 2013), bem como em toda sua produção escrita, descoloniza os discursos e práticas, compreendendo as múltiplas vivências, poderes, potências e manipulações. Encaminha-nos a (re)significar a/o ideia/conceito/discurso de futuro, tendo em vista que este foi, durante a história da humanidade, visto como algo invisível ou grandioso demais para ser alcançado e, em razão disso, apenas esperado, almejado. Conhecer a trajetória de Margaret Atwood possibilita saber de suas vontades de mudança social, pois critica o já estabelecido como normal e apresenta novos mundos na literatura, criados por suas interpretações das experiências vividas por ela e outrem para escancarar, no presente, as dores produzidas por projetos do passado, com intenção de criar futuros em aberto e não fins do mundo. Para tanto, serão essenciais autores e autoras como Mignolo (2008; 2017), Walsh (2005), Minois (2016), Silva (2011), Krenak (2019; 2020); Heilbronter (1963), Gaddis (2003), Freitas (2018), Berardi (2019), Attali (2008). Desobedecendo a uma epistemologia nortista que regula e planifica as mentes e discursos acadêmicos, penso a união entre a história e o futuro como um caminho possível e necessário para a construção de um biofuturo que entenda futuros, subjetividades e vidas como dignas de serem vividas e experienciadas, para além dos comandos biopolíticos (FOUCAULT, 1987; 1999; 2008a; 2008b; AGAMBEM, 2004; PELBART, 2011), como devir, (bio)potência, multidão, lugar de fuga, bons encontros (DELEUZE, 1992; HARDT; NEGRI, 2005). Biofuturar é acreditar nos mundos, criando novos caminhos, adiando os fins de outros tantos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em História

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