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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23181
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorVasconcelos, Beatriz Barbosa de-
dc.date.accessioned2022-06-27T13:53:01Z-
dc.date.available2022-05-06-
dc.date.available2022-06-27T13:53:01Z-
dc.date.issued2021-05-06-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23181-
dc.description.abstractOBJECTIVE: To analyze the association between basilar invagination (BI) and stenosis in the hypoglossal canal (HC). METHODS: A case-control study with magnetic resonance images (MRIs) of the head from a local database was performed. The study used MRIs of 36 patients with BI (type B) and 31 controls, both groups over 18 years of age and without sex distinction. The internal (ID) and external (ED) diameters of the HC were measured on the coronal plane using the Osirix® in its free version 3.9.2 (Mac-Apple platform). We used the Kolmogorov-Smirnov test (with Lilliefors adjustment) to evaluate the normality of the variables, the Levine test to verify the homogeneity of the variances, and Student's t test to verify differences between groups. All analyses were within the 95% confidence interval. RESULTS: Control group presented right and left ED values of 4.7 ± 0.8 mm and 4.6 ± 0.9 mm, respectively, while the right and left ID showed 4.4 ± 0.9 mm and 4.3 ± 0.8 mm, respectively. The group with BI showed right and left ED values of 3.3 ± 0.9 mm and 3.1 ± 0.9 mm, and the right and left ID had values of 2.8 ± 0.7 mm and 2.7 ± 0.7 mm, respectively. Both ED and ID were smaller in the group with BI (P < 0.001). CONCLUSIONS: Patients with BI of type B presented the narrowing of HC when compared with control participants.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Rodrigo Meschiatti (rodmeschi@gmail.com) on 2022-06-27T13:53:01Z No. of bitstreams: 1 Beatriz Barbosa de Vasconcelos.pdf: 485540 bytes, checksum: 6405ebf92c87ed1431aed98e5b575088 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-06-27T13:53:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Beatriz Barbosa de Vasconcelos.pdf: 485540 bytes, checksum: 6405ebf92c87ed1431aed98e5b575088 (MD5) Previous issue date: 2021-05-06en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectNervo hipoglossopt_BR
dc.subjectPlatibasiapt_BR
dc.subjectImagem por ressonância magnéticapt_BR
dc.subjectImpressão basilarpt_BR
dc.titleA invaginação basilar cursa com alterações na morfometria do canal do nervo hipoglosso?pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Araújo Neto, Severino Aires de-
dc.description.resumoIntrodução: A invaginação basilar (IB) tipo B é uma anomalia da junção craniovertebral (JCV) caracterizada pelo deslocamento da coluna cervical e margem anterior do forame magno em direção cefálica, para a fossa posterior do crânio. Os côndilos occipitais, que contém o canal do nervo hipoglosso (CH), são frequentemente hipoplásicos nessa anomalia. Objetivos: Analisar se pacientes com IB mostram alterações nos diâmetros transversos (calibre) do CH. Metodologia: estudo caso controle retrospectivo com exames de RM do crânio provenientes de um banco de dados de um serviço privado de radiologia. Foram incluídos no estudo exames de sujeitos maiores de 18 anos e sem distinção de sexo. As mensurações foram feitas na sequência volumétrica isotrópica T1 (MPRAGE), com espessura de corte sagital e coronal entre 0,9 e 1,1mm. Um grupo com IB (n=36) e um grupo controle (n=31) formaram a amostra. Os diâmetros interno (DI) e externo (DE) do CH foram mensurados no plano coronal através do software de visualização e processamento de imagens Osirix® (V.3.9.2). O teste de Kolmogorov-smirnov com ajuste de Lilliefors foi usado para avaliar a normalidade das variáveis e o teste de Levene usado para avaliar a homogeneidade das variâncias. O teste t de Student avaliou a diferença entre os grupos. Todas as análises foram no intervalo de confiança de 95% usando a versão 20 do programa SPSS. Resultados: o grupo controle apresentou valores dos DE direito e esquerdo com média de 4,7 ±0,8mm e 4,6 ±0,9mm, enquanto o DI direito e esquerdo teve média de 4,4 ±0,9mm e 4,3 ±0,8mm, respectivamente. O grupo caso mostrou valores de DE direito e esquerdo com média de 3,3 ±0,9mm e 3,1 ±0,9mm e os DI direito e esquerdo apresentaram média de 2,8 ±0,7mm e 2,7 ±0,7mm, respectivamente. Os valores médios do DE e DI foram menores do grupo com IB, com diferença estatisticamente significante (P<0,001). Conclusão: pacientes com IB tipo B apresentaram estreitamento de CH quando comparados à indivíduos saudáveis.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMedicinapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINApt_BR
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