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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23233Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | TORRES, LUCAS ANTÔNIO FERNANDES | - |
| dc.date.accessioned | 2022-06-29T14:48:53Z | - |
| dc.date.available | 2022-05-05 | - |
| dc.date.available | 2022-06-29T14:48:53Z | - |
| dc.date.issued | 2021-05-05 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23233 | - |
| dc.description.abstract | Objective: The present work aims to evaluate the association between histological chorioamnionitis and the production of oxidative stress markers. Methodology: This is a prospective, observational and analytical study with a non-probabilistic sample consisting of 21 samples of chorioamniotic membranes from pregnant women affected by premature birth and admitted to the Maternal and Child Unit of the Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW). The histopathological analysis of the ovular membranes was performed by a single observer from the Anatomic Pathology Laboratory of HULW, without prior knowledge of the clinical information of the case and standardized according to the nomenclature proposed by Redline et al., 2003. Malondialdehyde (MDA) and 8-hydroxy-2'-deoxyguanosine (8-OHdG) levels were obtained from ovular membranes by total DNA extraction from these tissues, according to the technical standards available from the ILLUSTRA tissue & cells genomic-Prep kit Mini Spin followed by the quantification of their levels, established by the Highy Sensitive Check ELISA kit, carried out in the Immunopathology laboratory of the Botucatu Medical School, Universidade Estadual Paulista. The analysis of continuous variables was performed using the Student's t-statistic test and the analysis of categorical variables using the Fisher's Exact Test, adopting, as a significant difference, a p value < 0.05. Results: In the general composition of the sample, two comparative groups were formed. One group had membrane samples diagnosed with histological chorioamnionitis (CAM-H) grade 1 and another group with a diagnosis of CAM-H grade 2. In them, all births were premature. Pregnant women's age, body mass index (BMI), ethnicity and type of delivery were similar, with no statistical differences between their values. The median gestational age in the CAM-H grade 1 group was 33.8 weeks (min: 26.0 – max: 36.0) and in the CAM-H grade 2 group it was 28.0 weeks (min: 23.4 – max: 34.0) determining a statistical difference significant with p value = 0.01. Likewise, the weight of the newborn in the CAM-H grade 1 group had a median of 2152g (min: 760 – 2775), while in the CAM-H grade 2 group it was 1195g (min: 630 – max: 2750 ), whose p value was 0.03. The MDA levels differed significantly between the groups, p = 0.03, being observed in the CAM-H grade 1 group, the quantification of 0.13 ng/mL (± 0.03) and in the CAM-H grade group 2 is the value of 0.39 ng/ml (± 0.06). The levels of 8-OHdG were also statistically different between the groups, p value < 0.0001, obtaining in the CAM-H grade 1 group a quantification of 0.49 ng/mL (± 0.10) and in the group CAM-H grade 2 the value of 2.13 ng/mL (± 0.95). Conclusion: The data obtained in this study demonstrate that in the presence of the inflammatory process of the chorioamniotic membranes, arising from premature births, there is a possible pathophysiological pathway mediated by oxidative stress and this seems more accentuated the greater the inflammatory activity triggered by these fetal tissues. | pt_BR |
| dc.description.provenance | Submitted by Rodrigo Meschiatti (rodmeschi@gmail.com) on 2022-06-29T14:48:53Z No. of bitstreams: 1 Lucas Antônio Fernandes Torres.pdf: 762724 bytes, checksum: 3a4a7bb982e6ba93efe7af00e0a4452b (MD5) | en |
| dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2022-06-29T14:48:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Lucas Antônio Fernandes Torres.pdf: 762724 bytes, checksum: 3a4a7bb982e6ba93efe7af00e0a4452b (MD5) Previous issue date: 2021-05-05 | en |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.subject | Prematuridade | pt_BR |
| dc.subject | Corioamnionite | pt_BR |
| dc.subject | Estresse oxidativo | pt_BR |
| dc.title | ANÁLISE DE MARCADORES DE ESTRESSE OXIDATIVO EM MEMBRANAS CORIOAMNIÓTICAS DE PARTOS PRÉ-TERMOS ACOMETIDAS PELA CORIOAMNIONITE HISTOLÓGICA | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Lima, Moisés Diogo de | - |
| dc.description.resumo | ntrodução: A prematuridade, não obstante os avanços tecnológicos na área da saúde, permanece como um problema médico, humano e social. A taxa de incidência da prematuridade é variável e permanece estável na maioria dos países em desenvolvimento e oscila entre 5 a 18%, considerando todas as gestações. Múltiplos são os fatores de risco relacionados ao parto pré-termo. O fenótipo mais comumente observado é do nascimento prematuro de causa espontânea, em grande parte relacionado às gestantes de risco habitual. A corioamnionite é uma causa frequente de partos pré-termos e tem por base fisiopatológica um mecanismo inflamatório que pode ser classificado histologicamente em graus distintos, de leve a grave, e que pode ser compreendido como uma das vias fisiopatológicas da prematuridade e esta, por sua vez, também influenciada pelo mecanismo do estresse oxidativo em nível tecidual. O presente trabalho objetiva avaliar a associação entre a corioamnionite histológica e a produção de marcadores de estresse oxidativo. Metodologia: Trata-se de um estudo prospectivo, observacional e de caráter analítico com uma amostra não probabilística composta por 21 amostras de membranas corioamnióticas oriundas de gestantes afetadas pelo parto prematuro e admitidas na Unidade Materno-infantil do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW). A análise histopatológica das membranas ovulares foi executada por um único observador do Laboratório de Anatomia Patológica do HULW, sem o conhecimento prévio das informações clínicas do caso e padronizada conforme a nomenclatura proposta por Redline et al.,2003. Os níveis de malondialdeído (MDA) e 8-hidroxi-2 ’ -deoxiguanosina (8-OHdG) foram obtidos das membranas ovulares, através da extração total do DNA desses tecidos, conforme as normas técnicas disponíveis do kit ILLUSTRA tissue & cells genomic-Prep Mini Spin seguido da quantificação dos níveis dos mesmos, estabelecida pelo kit ELISA Highy Sensitive Check, realizada no laboratório de imunopatologia da Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista. A análise das variáveis contínuas foi executada através do teste estatísico T de Student e a análise das variáveis categóricas através do Teste Exato de Fischer adotando-se, como diferença significativa, um p valor < 0,05. Resultados: Na composição geral da amostra foram formados dois grupos comparativos. Um grupo continha amostras de membranas com diagnóstico de corioamnionite histológica (CAM-H) grau 1 e outro grupo com diagnóstico de CAM-H grau 2. Neles, todos os nascimentos foram prematuros. A idade das gestantes, o índice de massa corpórea (IMC), a etnia e o tipo de parto mostraram-se semelhantes, sem diferenças estatísticas entre os seus valores. A idade gestacional mediana no grupo de CAM-H grau 1 foi de 33.8 semanas (min: 26.0 – max: 36.0) e no grupo CAM-H grau 2 foi de 28.0 semanas (min: 23.4 – max: 34.0) determinando uma diferença estatística significativa com valor de p = 0,01. Da mesma forma, o peso do recém-nascido no grupo CAM-H grau 1 obteve uma mediana de 2152g (min: 760 – 2775), enquanto, no grupo CAM-H grau 2 foi de 1195g (min: 630 – max: 2750), cujo valor de p foi de 0,03. Os níveis de MDA diferiram significativamente entre os grupos, valor p = 0,03, sendo observado, no grupo CAM-H grau 1, a quantificação de 0,13 ng/mL (± 0,03) e no grupo CAM-H grau 2 o valor de 0,39 ng/mL (± 0,06). Os níveis de 8- OHdG também se mostraram estatisticamente diversos entre os grupos, valor p < 0,0001, obtendo-se no grupo CAM-H grau 1 a quantificação de 0,49 ng/mL (± 0,10) e no grupo CAM-H grau 2 o valor de 2,13 ng/mL (± 0,95). Conclusão: Os dados obtidos neste estudo demonstram que na vigência do processo inflamatório das membranas corioamnióticas, oriundas de nascimentos prematuros, há uma possível via fisiopatológica mediada pelo estresse oxidativo e este parece mais acentuado quanto maior for a atividade inflamatória desencadeada por esses tecidos fetais. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Medicina | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Medicina | |
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|---|---|---|---|---|
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