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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29375
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCavalcante, Antônio Rodrigues-
dc.date.accessioned2024-01-30T17:24:40Z-
dc.date.available2023-07-06-
dc.date.available2024-01-30T17:24:40Z-
dc.date.issued2022-05-24-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29375-
dc.description.abstractThe idea of republicanism as a possibility for a "perpetual peace" in Kant's practical philosophy has as its basic foundation the law and the moral duty. For Kant republicanism is the means to achieve a lasting peace, but it depends on a commitment to freedom; therefore peace is for him a moral duty that can only be manifested in law, politics and ethics. The autonomy of the will is the basis of this moral duty, founded on practical reason and the categorical imperative, under which human action is guided by the norms of universal principles shared in common by citizens and the federated states. Kantian republicanism is founded on a constitution that presupposes a law which should ensure, among other things, and above all, that states do not promote war, without their citizens being able to decide upon this subject. The law is the power that should ensure peace between citizens and between the states that take part in the federation of states by means of the coercive means established by their constituent parliamentary assemblies. The force of moral action, resulting from the acceptance of the laws governing the federation of free nations, is the means by which perpetual peace can be guaranteed, as it contains "power", that is, the free decision to act according to duty by obeying to the laws established by the citizens themselves who submit to them. In this dissertation we show that for Kant the law governing the federation acquires the dimension of a moral imperative and ceases to be merely coercive in so far as in the republic the law is the result of a free choice of the citizens themselves, while, in itself, the law remains a guideline that can be fulfilled by mere coercion of the state as a means for guaranteeing peace.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Marília Cosmos (marilia@biblioteca.ufpb.br) on 2024-01-30T17:24:40Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AntonioRodriguesCavalcante_Tese.PDF: 2356456 bytes, checksum: a6073a145b206cf42cf52053d0b2a6cf (MD5)en
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dc.description.sponsorshipPró-Reitoria de Pós-graduação da UFPB (PRPG/UFPB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectCosmopolitismopt_BR
dc.subjectFilosofia políticapt_BR
dc.subjectRepublicanismopt_BR
dc.subjectAutonomia da vontadept_BR
dc.subjectImperativo categóricopt_BR
dc.subjectKant, Immanuel, 1724-1804pt_BR
dc.subjectLiberdadept_BR
dc.subjectDireitopt_BR
dc.subjectConstituição cosmopolitapt_BR
dc.subjectLeipt_BR
dc.subjectMoralpt_BR
dc.subjectPaz perpétuapt_BR
dc.subjectRepublicanismpt_BR
dc.subjectFreedompt_BR
dc.subjectRightspt_BR
dc.subjectCosmopolitan constitutionpt_BR
dc.subjectLawpt_BR
dc.subjectMoralpt_BR
dc.subjectPoliticspt_BR
dc.subjectAutonomy of the Willpt_BR
dc.subjectCategorical imperativept_BR
dc.subjectPerpetual peacept_BR
dc.titleA atualidade do cosmopolitismo kantiano: a ideia de paz perpétua e o republicanismo em Kantpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Betto Leite da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6293071504823679pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Cescato, Maria Clara-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3748531438171269pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7782548751559379pt_BR
dc.description.resumoA ideia de republicanismo como possibilidade de uma ―paz perpétua‖, na perspectiva de Kant, tem como fundamento básico a lei e o dever moral. O republicanismo em Kant é o caminho para a realização de uma paz duradora; no entanto, esta depende de uma garantia da liberdade, de forma que a paz é um dever moral a se manifestar entre o direito, a política e a ética. A autonomia da vontade é a base desse dever moral, fundado na razão prática e no imperativo categórico, sob o qual a ação é guiada pela norma de princípios universais comuns a todos os cidadãos e aos Estados federados. O republicanismo kantiano se funda numa constituição, cujo pressuposto é a lei, a qual deverá garantir, entre outras coisas, mas, sobretudo, que os Estados não promovam guerra sem que seus cidadãos possam decidira esse respeito. A lei é a força que deve assegurar a paz entre os cidadãos e entre os Estados que compõem a federação de Estados através dos meios coercitivos estabelecidos por suas assembleias constituintes parlamentares. A força da ação moral, decorrente da aceitação das leis que regem a federação das nações livres, é o meio pelo qual a paz perpétua pode ser garantida, porque nela está contido o ―poder‖, isto é, a livre decisão de agir conforme o dever em obediência às leis criadas pelos próprios cidadãos que se submetem a elas. Neste trabalho vamos mostrar que para Kant a lei que rege a federação adquire dimensão de imperativo moral e deixa de ser mera coerção, na medida em que na república ela é resultado da livre decisão dos cidadãos, enquanto a lineal própria permanece como diretriz que pode ser cumprida por mera coação estatal como meio de garantia da paz.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFilosofiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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