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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29974
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSoares, Wanderley Araújo-
dc.date.accessioned2024-04-11T16:58:23Z-
dc.date.available2024-04-11-
dc.date.available2024-04-11T16:58:23Z-
dc.date.issued2023-10-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29974-
dc.description.abstractCongenital anomalies are a crucial factor in the health of neonatal patients, accounting for many cases of weaknesses and deaths annually. They can be related to a variety of genetic and environmental factors, with overlapping effects routinely. In order to have control and speed in the identification of new cases, the monitoring of prevalence is a global goal, carried out through various national continuous monitoring services. In the present work, we sought to evaluate the prevalence of congenital malformations in a reference hospital for complex cases during the years 2020 and 2021, and to investigate the reliability of SINASC as a source of information on congenital anomalies. Patients had a total discrepancy of 77% between the information from SINASC and that contained in the medical records. Of the patients identified in the system with the information on congenital anomalies as "ignored" and "blank", they had a prevalence of 18% and 23%, respectively. Considering only patients who were marked in SINASC as carriers of congenital anomalies, the average prevalence was 0.81%, added to those in the "ignored" and "blank" groups, the prevalence is 1.5%. At the end of the work, it was possible to identify SINASC, as a single source of information, that is not very reliable, mainly due to updates in patient records after birth that are not added to the system. In addition, the prevalence found in the study period, considering together the cases not adequately marked in the system, is within the expected range in the literature.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Josélia Silva (joseliabiblio@gmail.com) on 2024-04-11T16:58:23Z No. of bitstreams: 1 WAS11042024 .pdf: 385012 bytes, checksum: 2396243271e40f6f6b72adeb3d8352f1 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2024-04-11T16:58:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 WAS11042024 .pdf: 385012 bytes, checksum: 2396243271e40f6f6b72adeb3d8352f1 (MD5) Previous issue date: 2023-10-31en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectBiologiapt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectDefeitos no nascimento - Malformaçõespt_BR
dc.subjectConfiabilidade do SINASCpt_BR
dc.titlePrevalência de anomalias congênitas no Hospital Universitário Lauro Wanderley 2020-2021: confiabilidade do Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos como fonte de dadopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Melo, Cynthia Germoglio Farias de-
dc.description.resumoAs anomalias congênitas constituem um fator crucial na saúde de pacientes neonatos, respondendo por muitos casos de debilidades e mortes anualmente. Podem ser relacionadas a diversos fatores genéticos e ambientais, com sobreposição de efeitos rotineiramente. Para que se possa ter controle e rapidez na identificação de novos casos, o acompanhamento da prevalência é uma meta global, realizado por meio de diversos serviços nacionais de monitoramento continuo. No presente trabalho, buscou-se avaliar a prevalências de malformações congênitas em um hospital referência em casos complexos durante os anos de 2020 e 2021, e investigar a confiabilidade do SINASC como fonte de informações sobre anomalias congênitas. Os pacientes apresentaram uma discrepância total de 77% entre as informações provenientes do SINASC e aquelas contidas nos prontuários. Dos pacientes identificados no sistema com a informação sobre anomalias congênitas como “ignorado” e “em branco”, apresentaram prevalência de 18% e 23% respectivamente. Considerando-se apenas os pacientes que estavam marcados no SINASC como portadores de anomalias congênitas, a prevalência média foi de 0,81%, adicionados aqueles dos grupos “ignorado” e “em branco” a prevalência é de 1,5%. Ao final do trabalho foi possível identificar o SINASC, como uma fonte única de informações, pouco confiável, principalmente devido a atualizações nos prontuários dos pacientes posteriores ao nascimento e que não são adicionadas ao sistema. Além disso, a prevalência encontrada no período do estudo, considerando-se junto os casos não marcados adequadamente no sistema, se enquadra dentro do esperado pela literatura.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Biológicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
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