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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/36656
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorAzevedo, Edna Lima do Nascimento-
dc.date.accessioned2025-11-27T10:22:08Z-
dc.date.available2025-10-21-
dc.date.available2025-11-27T10:22:08Z-
dc.date.issued2025-10-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/36656-
dc.description.abstractThis study aimed to diagnose and map meliponiculture in the municipalities of Areia and Itabaiana, located in the state of Paraíba, seeking to understand the profile of beekeepers, the management practices adopted, the challenges faced, and the potential of the activity in the region. The research was conducted through the administration of semi-structured questionnaires to local producers, covering aspects related to socioeconomic profile, species raised, supplementary feeding, structure of meliponaries, marketing methods, predominant vegetation, and access to public policies. The data were analyzed descriptively, allowing a comparison of the realities observed in the two municipalities. It was found that the majority of beekeepers are adult men, aged between 41 and 50, who carry out the activity to supplement their family income. Management is predominantly traditional, with low use of technology, reflecting the artisanal nature of production. The most commonly raised species were Melipona scutellaris (Uruçu Nordestina), Tetragonisca angustula (Jataí), Melipona subnitida (Jandaíra), and Nannotrigona testaceicornis (Irai), all native and adapted to local environmental conditions. It was found that most producers are unaware of specific legislation, lack environmental licenses, and have limited access to public policies such as PRONAF (National Agricultural Fund for Aging) and CAF (National Agricultural Fund for Aging). Most sales are made directly or for personal consumption, using simple containers, demonstrating the informality of the sector. It is concluded that meliponiculture in Areia and Itabaiana has potential for expansion, especially with greater technical support, government incentives, and the appreciation of traditional knowledge, contributing to the conservation of native bees and the strengthening of family farming.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Roberval Silva (ber-val@hotmail.com) on 2025-11-27T10:22:08Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) ELNA27112025 - MZ453.pdf: 888873 bytes, checksum: 293d9a62a1c43c89e0a6185607bd81f0 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectAbelhas sem ferrãopt_BR
dc.subjectAgricultura familiarpt_BR
dc.subjectPolíticas públicaspt_BR
dc.titleDiagnostico da meliponicultura nos municípios de Areia e Itabaiana do estado da Paraibapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Rodrigues, Adriana Evangelista-
dc.description.resumoO presente estudo teve como objetivo diagnosticar e mapear a meliponicultura nos municípios de Areia e Itabaiana, localizados no estado da Paraíba, buscando compreender o perfil dos meliponicultores, as práticas de manejo adotadas, os desafios enfrentados e as potencialidades da atividade na região. A pesquisa foi desenvolvida por meio da aplicação de questionários semiestruturados a produtores locais, contemplando aspectos relacionados ao perfil socioeconômico, espécies criadas, alimentação suplementar, estrutura dos meliponários, formas de comercialização, vegetação predominante e acesso a políticas públicas. Os dados foram analisados de forma descritiva, permitindo comparar as realidades observadas nos dois municípios. Constatou-se que a maioria dos meliponicultores é composta por homens adultos, com faixa etária entre 41 e 50 anos, que desenvolvem a atividade de forma complementar à renda familiar. O manejo é realizado predominantemente de modo tradicional, com baixo uso de tecnologias, o que reflete o caráter artesanal da produção. As espécies mais criadas foram Melipona scutellaris (Uruçu Nordestina), Tetragonisca angustula (Jataí), Melipona subnitida (Jandaíra) e Nannotrigona testaceicornis (Irai), todas nativas e adaptadas às condições ambientais locais. Verificou-se que grande parte dos produtores desconhece as legislações específicas, não possui licença ambiental e tem acesso restrito a políticas públicas como o PRONAF e o CAF. A comercialização ocorre, em sua maioria, de forma direta ou para consumo próprio, utilizando recipientes simples, o que demonstra a informalidade do setor. Conclui-se que a meliponicultura em Areia e Itabaiana apresenta potencial de expansão, especialmente se houver maior apoio técnico, incentivo governamental e valorização dos saberes tradicionais, contribuindo para a conservação das abelhas nativas e o fortalecimento da agricultura familiar.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentZootecniapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIApt_BR
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