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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37184
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMarinho, Ana Stela Bento-
dc.date.accessioned2025-12-31T00:20:13Z-
dc.date.available2025-08-07-
dc.date.available2025-12-31T00:20:13Z-
dc.date.issued2022-02-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37184-
dc.description.abstractIn linguistic studies, there is a deep discussion regarding the concept of middle voice (or medial voice) in Brazilian Portuguese (BP). Parallel to this, there is normative grammar, which proposes a simplified scheme of just three voices, in which the subject appears represented as an agent, in the active voice, as a patient, in the passive voice, or as an agent and patient at the same time, in the reflective voice. This study presents, with theoretical foundation in the words of Camacho (2003), a construction characterizing the middle voice in BP that occurs through the use of the clitic -se. This construction also applies to the synthetic passive voice, which means that there is a formal similarity between the cases, in addition to making it possible for an attribution of meaning to occur that is not tied solely to a single linguistic aspect – syntactic or morphological, for example. Therefore, this analysis aims to observe how the relationship between this clitic occurs in the formation of these voices, as well as analyzing the factors that can contribute to the sentence being interpreted as passive or as average. The analysis took place experimentally through the online technique of self-paced reading of sentences that included the two structures of verbal voices, observing the influence of the type of subject - inanimate or animate - on the interpretation of the constructions. Two experiments were carried out with the same sentences, but with different questions. In the first experiment, the question was just a probe, to maintain attention on the sentences. In the second, the subject chose a more average or more passive option, in the second, an interpretation question to check voice preference. The experiments were applied to adult individuals, with complete or incomplete higher education. It was expected that verbs falling into the passive voice category would be more easily processed and would have more preference in interpretations to the detriment of the middle voice category, as this category seems to require more effort at the time of processing. However, the results showed passive voice verbs obtaining greater reading time in the critical segment. In terms of response time to the question, the passive voice, as well as the animated subject, had shorter reading times. With the results of this research, we intend to contribute to the conceptualization of average voice in BP, in addition to suggesting ways to better differentiate between the two categories analyzed.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2025-12-31T00:20:13Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AnaStelaBentoMarinho_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 1597927 bytes, checksum: 07f7ddcde54a1189e7bdeb6fd0cfcdda (MD5) AnaStelaBentoMarinho_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 1675213 bytes, checksum: 77fab7f983bdc8461c74b0aa97afd47f (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectVoz médiapt_BR
dc.subjectVoz passivapt_BR
dc.subjectProcessamento linguisticopt_BR
dc.subjectPsicolinguistica experimentalpt_BR
dc.subjectSintaxe experimentalpt_BR
dc.subjectMiddle voicept_BR
dc.subjectPassive voicept_BR
dc.subjectLinguistic processingpt_BR
dc.subjectExperimental psycholinguisticspt_BR
dc.titleA partícula -se nos contextos de construção da voz média e da voz passiva sintética em português brasileiro: um estudo experimentalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Oliveira, Rosana Costa de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2124434881671630pt_BR
dc.contributor.referee1Estivalet, Gustavo Lopez-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9729791228211446pt_BR
dc.contributor.referee2Bezerra, Gitanna Brito-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6100300236628209pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2539423372747631pt_BR
dc.description.resumoHá, nos estudos linguísticos, uma discussão profunda a respeito do conceito de voz média (ou voz medial) no português brasileiro (PB). Paralelamente a isso, existe a gramática normativa, que propõe um esquema simplificado de apenas três vozes, em que o sujeito aparece representado como agente, na voz ativa, como paciente, na voz passiva, ou como agente e paciente ao mesmo tempo, na voz reflexiva. Este estudo apresenta, com fundamentação teórica nos dizeres de Camacho (2003), uma construção caracterizadora da voz média no PB que se dá através do uso do clítico -se. Tal construção também se dá para a voz passiva sintética, o que faz com que haja semelhança formal entre os casos, além de tornar possível que aconteça uma atribuição de sentido que não fique atrelada tão somente a uma única vertente linguística – sintática ou morfológica, por exemplo. Portanto, esta análise tem como objetivo observar como se dá a relação desse clítico na formação dessas vozes, bem como analisar os fatores que podem contribuir para que a sentença seja interpretada como passiva ou como média. A análise deu-se experimentalmente através da técnica online de leitura automonitorada (self-paced reading) de frases que contemplavam as duas estruturas de vozes verbais, observando a influência do tipo de sujeito - inanimado ou animado - para a interpretação das construções. Realizaram-se dois experimentos com as mesmas frases, mas com perguntas diferentes. No primeiro experimento, a pergunta foi apenas uma sonda, para manutenção de atenção nas frases. No segundo, o sujeito escolhia uma opção mais média ou mais passiva, na segunda, pergunta de interpretação para checar preferência de voz. Os experimentos foram aplicados em indivíduos adultos, com nível de escolaridade de ensino superior completo ou incompleto. Esperou-se que os verbos enquadrados na categoria de voz passiva fossem mais facilmente processados e tivessem mais preferência nas interpretações em detrimento da categoria de voz média, visto que esta categoria parece demandar mais esforço no momento do processamento. No entanto, os resultados mostraram os verbos de voz passiva obtendo maior tempo de leitura no segmento crítico. Já no tempo de resposta à pergunta, a voz passiva, bem como o sujeito animado obtiveram menores tempos de leitura. Com os resultados dessa pesquisa, pretende-se contribuir com a conceituação de voz média no PB, além de sugerir caminhos para uma melhor diferenciação entre as duas categorias analisadas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLinguísticapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Linguísticapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Linguística

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