Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37192
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorNobrega, Mariana de Medeiros-
dc.date.accessioned2025-12-31T16:33:28Z-
dc.date.available2024-12-10-
dc.date.available2025-12-31T16:33:28Z-
dc.date.issued2024-05-29-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37192-
dc.description.abstractDepression is one of the most common mental disorders, being one of the conditions that contributes most to the global burden of mental health-related diseases, presenting a significant gap between prevalence and care, whether due to lack of access to effective care, unavailability or inaccessibility of services. The determinants of access to and use of health care networks occur as a result of factors related to the disorder, as well as sociodemographic and cultural features of the population. This paper analyzes the factors associated with depression and care networks according to the National Health Survey. This is a population-based, cross-sectional study, based on a sample of 11,195 Brazilians, 15 years of age or older, who were interviewed in the National Health Survey, conducted by IBGE in partnership with the Ministry of Health, carried out in 2019, with publicly available data. The prevalence of depression was analyzed according to the sociodemographic profile and the behavior of continuity of care for the disorder, with absolute and relative frequencies being estimated. The potential factors associated with depression and care networks, stratified between supplementary health and SUS, were investigated using the chi-square test (X2), considering a p-value <0.001, using Stata software. According to the sociodemographic profile, the factors associated between depression and supplementary health were women (63.8%), elderly (61.2%), married (45.7%), urban residents (85.6%) and unemployed (65.2%); in the public sector, the factors associated were Brazilians with a low level of education (65.5%), residents of the Northeast region (34.8%) and with a family income of up to one minimum wage (62.8%). Among the items of continuity of care in depression, it was found that not having a diagnosis of another mental illness (91.3%) and not having used medication in the week of the interview were the only factors that indicated an association between depression and the public service (SUS); while the distance in the location of the health service (83.4%), resulting in seeking care only when a problem related to the disorder arises (71.9%), treatment with psychotherapy (71.5%) and medication (68.6%) were the factors that demonstrated an association between depression and supplementary health. The results of the study confirmed the prevalence of depression in Brazilians and that the associated factors differ between supplementary health and the SUS both in the sociodemographic profile and in the characteristics of continuity of care, expressing behavioral disparities that impact the health conditions among people affected by the disorder. Knowing the factors associated with depression and the care networks may be predictive of the health behaviors of the population and guide actions to promote mental health and prevent harm, contributing to the development of specific public policies for people with psychological distress.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2025-12-31T16:33:28Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MarianaDeMedeirosNobrega_Dissert.pdf: 1059714 bytes, checksum: fd43bfe43ef897393b70740ff8217b94 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2025-12-31T16:33:28Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MarianaDeMedeirosNobrega_Dissert.pdf: 1059714 bytes, checksum: fd43bfe43ef897393b70740ff8217b94 (MD5) Previous issue date: 2024-05-29en
dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectInquérito epidemiológicopt_BR
dc.subjectAssistência à saúde mentalpt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subjectSaúde suplementarpt_BR
dc.subjectDepressionpt_BR
dc.subjectEpidemiological surveypt_BR
dc.subjectMental health assistancept_BR
dc.subjectUnified health systempt_BR
dc.subjectSupplementary healthpt_BR
dc.titleFatores associados à depressão e às redes de assistência segundo a pesquisa nacional em saúdept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Costa, Filipe Ferreira da-
dc.contributor.advisor1LattesLattes não recuperado em 31/12/2025pt_BR
dc.contributor.referee1Vasconcelos, Selene Cordeiro-
dc.contributor.referee1LattesLattes não recuperado em 31/12/2025pt_BR
dc.contributor.referee2Padilha, Wilton Wilney Nascimento-
dc.contributor.referee2LattesLattes não recuperado em 31/12/2025pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2991836630670545pt_BR
dc.description.resumoA depressão representa um dos transtornos mentais mais comuns, refletindo uma das condições que mais contribui para a carga global das doenças relacionadas à saúde mental, apresentando uma significativa lacuna entre prevalência e assistência, seja por falta de acesso a cuidados eficazes, por indisponibilidade ou inacessibilidade dos serviços. Os determinantes do acesso e utilização das redes de assistência à saúde ocorrem em decorrência de fatores relacionados ao transtorno, bem como de características sociodemográficas e culturais da população. Neste trabalho analisa-se os fatores associados à depressão e às redes de assistência segundo a Pesquisa Nacional em Saúde. Sendo um estudo populacional, transversal, com base em amostra de 11.195 brasileiros, a partir dos 15 anos de idade, que foram entrevistados na Pesquisa Nacional em Saúde, conduzida pelo IBGE em parceria com o Ministério da Sáude, realizada no ano de 2019, com dados publicamente disponíveis. A prevalência da depressão foi analisada segundo o perfil sociodemográfico e o comportamento de continuidade dos cuidados no transtorno, sendo estimadas frequências absolutas e relativas. Os potenciais fatores associados à depressão e às redes de assistência, estratificados entre saúde suplementar e SUS, foram investigados por meio do teste qui-quadrado (X2), considerando o valor p < 0,001, utilizando o software Stata. De acordo com o perfil sociodemográfico, os fatores associados entre depressão e a saúde suplementar foram mulheres (63,8%), idosos (61,2%), casados (45,7%), moradores da zona urbana (85,6%) e sem trabalho (65,2%); já no setor público estão associados os brasileiros com baixo nível de escolaridade (65,5%), residentes na região Nordeste (34,8%) e com renda familiar de até um salário mínimo (62,8%). Entre os itens de continuidade dos cuidados na depressão, verificou-se que não apresentar diagnóstico de outra doença mental (91,3%) e não ter utilizado medicamento na semana da entrevista foram os únicos fatores que indicam associação entre depressão e o serviço público (SUS); enquanto que a distância na localização do serviço de saúde (83,4%), resultando na busca pelo atendimento apenas quando surge algum problema relacionado ao transtorno (71,9%), o tratamento com psicoterapia (71,5%) e medicação (68,6%) foram os fatores que demonstraram associação da depressão com a saúde suplementar. Os resultados do estudo confirmam a prevalência da depressão em brasileiros e que os fatores associados diferem entre a saúde suplementar e o SUS tanto no perfil sociodemográfico, quanto nas características de continuidade dos cuidados, expressando disparidades comportamentais que repercutem nas condições de saúde entre as pessoas acometidas pelo transtorno. Conhecer os fatores associados à depressão e às redes de assistência poderá ser preditivo dos comportamentos de saúde da população e nortear ações de promoção da saúde mental e prevenção de agravos, contribuindo para elaboração de políticas públicas específicas para pessoas em sofrimento psíquico.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMedicinapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
MarianaDeMedeirosNobrega_Dissert.pdf1,03 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons