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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37200
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorRuggeri, Ana Beatriz de Andrade Delgado-
dc.date.accessioned2026-01-01T01:02:44Z-
dc.date.available2025-07-17-
dc.date.available2026-01-01T01:02:44Z-
dc.date.issued2025-02-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37200-
dc.description.abstractThe object of study in this work is Caravaggio’s painting Narcissus, in which we investigate the relationship between the self and the other based on the following question: how does the work Narcissus represent the encounter of the self — or its impossibility — with the other? To this end, we employ Martin Buber’s philosophy of encounter and conduct a hermeneutic analysis of the painting. The research is divided into three main parts. In the first chapter, we present the state of the art concerning the myth over time, exploring its literary narrative in Ovid’s Metamorphoses. From this study, we begin the initial discussions on the impossibility of a true dialogical encounter of Narcissus's self. In the second chapter, we reach the central point of the work by analyzing Caravaggio’s Baroque painting. We investigate its symbolic elements, observing aspects such as: (i) the setting; (ii) the fountain; and (iii) the body of the central figure. The third chapter presents Buber’s philosophy, differentiating the I-Thou and I-It relations to demonstrate how Narcissus, in Caravaggio’s work, is trapped in an objectified relationship with himself. We then establish a dialogue between the philosophy of encounter and the painting, revisiting its symbols to understand the relational dynamics between the self and openness to the other. Moreover, the study proposes a contemporary reflection on identity, solitude, and alterity. It concludes that the tragedy of Narcissus lies in his lack of transcendence — which only an encounter with the Thou could make possible — and in the limitation of his relationships to the domain of the I-It.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-01T01:02:44Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AnaBeatrizDeAndradeDelgadoRuggeri_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 6914395 bytes, checksum: 74e3761539668f3c67b1c25e0000ae11 (MD5) AnaBeatrizDeAndradeDelgadoRuggeri_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 7104220 bytes, checksum: 980df2bfd026ef327dda1fd9a82fe935 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectFilosofia - Martin Buberpt_BR
dc.subjectNarciso - Pinturapt_BR
dc.subjectAutenticidade - Homem contemporâneopt_BR
dc.subjectCaravaggiopt_BR
dc.subjectEu-Tu - Relaçãopt_BR
dc.subjectNarcissuspt_BR
dc.subjectAuthenticitypt_BR
dc.subjectI-Thoupt_BR
dc.titleNarciso e o encontro com o outro: uma interpretação da obra de Caravaggio a partir da filosofia de Martin Buberpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Vitor Chaves de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1780123622020310pt_BR
dc.contributor.referee1Nascimento, Bruno Ribeiro-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4210778274129446pt_BR
dc.contributor.referee2Furlin, Marcelo-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9664496095494377pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5830231912637024pt_BR
dc.description.resumoO objeto de estudo deste trabalho é a pintura Narciso, de Caravaggio, na qual investigamos a relação entre o eu e o outro a partir da seguinte questão: como a obra Narciso representa o encontro do eu, ou a impossibilidade deste, com o outro? Para isso, utilizamos a filosofia do encontro de Martin Buber e realizamos uma análise hermenêutica da pintura. A pesquisa está dividida em três partes principais. No primeiro capítulo, apresentamos o estado da arte do mito ao longo do tempo, explorando sua narrativa literária na versão de Ovídio em As Metamorfoses. A partir desse estudo, iniciamos as primeiras discussões sobre a impossibilidade de um verdadeiro encontro dialógico do eu de Narciso. No segundo capítulo, chegamos ao ponto central do trabalho ao analisar a pintura barroca de Caravaggio. Investigamos seus elementos simbólicos, observando aspectos como: (i) o cenário; (ii) a fonte; e (iii) o corpo da figura central. O terceiro capítulo apresenta a filosofia buberiana, diferenciando as relações Eu-Tu e Eu-Isso para demonstrar como Narciso, na obra de Caravaggio, está aprisionado em uma relação objetificada consigo mesmo. Estabelecemos, então, um diálogo entre a filosofia do encontro e a pintura, revisitando seus simbolismos para compreender a dinâmica relacional entre o eu e a abertura ao outro. Além disso, o estudo propõe uma reflexão contemporânea sobre identidade, solidão e alteridade. Conclui-se que a tragédia de Narciso está na sua falta de transcendência, que apenas um encontro com o Tu possibilitaria, e na limitação de suas relações ao domínio do Eu-Isso.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiência das Religiõespt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências das Religiõespt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Educação (CE) - Programa de Pós-Graduação em Ciências das Religiões



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