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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37241
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorPrima, Davi Matheus Moura Tito da Cunha-
dc.date.accessioned2026-01-04T03:09:55Z-
dc.date.available2025-10-06-
dc.date.available2026-01-04T03:09:55Z-
dc.date.issued2025-08-21-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37241-
dc.description.abstractThis work addresses the limits of the plurality of doctrines and ways of life in a democratic constitutional state, based on John Rawls's political liberalism. It examines the concept of reasonableness and the criterion of reciprocity used by Rawls to justify the exclusion of doctrines considered irreconcilable with democratic principles, taking into account the need to preserve reasonable pluralism and political stability. Along this path, it analyzes the notions of the political conception of the person, overlapping consensus, public reason, and the assumptions of an ideal theory of justice. The work considers the critiques put forward by feminist theorists such as Carole Pateman, Susan Okin, and Marilyn Friedman, aiming to investigate the role of Rawlsian theory in the face of gender inequalities. In response to these objections, Elizabeth Brake’s proposal of agnostic neutrality, based on epistemic criteria, is evaluated as an alternative that reconciles political liberalism with feminist demands. The study defends the hypothesis that, despite contemporary objections, Rawls’s political philosophy remains relevant for thinking about the delimitation of doctrines and ways of life in a constitutional democracy.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-04T03:09:55Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) DaviMatheusMouraTitoDaCunhaPrima_Dissert.pdf: 1073832 bytes, checksum: c1d34b93771c363c35d5309b130fd975 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectPluralismo razoávelpt_BR
dc.subjectRawls, Johnpt_BR
dc.subjectLiberalismo políticopt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectNeutralidade agnósticapt_BR
dc.subjectReasonable pluralismpt_BR
dc.subjectPolitical liberalismpt_BR
dc.subjectFeminismpt_BR
dc.subjectAgnostic neutralitypt_BR
dc.titleO pluralismo razoável e a delimitação de doutrinas e modos de vida na filosofia política de John Rawlspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Barros, Vitor Sommavilla de Souza-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0042442835301079pt_BR
dc.contributor.referee1Oliveira, Mariana Kuhn de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7318954416059983pt_BR
dc.contributor.referee2Fontes, Narbal de Marsillac-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0009467518994817pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6908119064038500pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho versa sobre os limites da pluralidade de doutrinas e modos de vida em um Estado democrático de Direito, tendo como base o liberalismo político de John Rawls. Examina-se o conceito de razoabilidade e o critério de reciprocidade utilizados por Rawls para justificar a exclusão de doutrinas vistas como irreconciliáveis com princípios democráticos, considerando a necessidade de preservar o pluralismo razoável e a estabilidade política. Nesse percurso, são analisadas as noções de concepção política de pessoa, consenso sobreposto, razão pública e os pressupostos de uma teoria ideal da justiça. São consideradas as críticas endereçadas por teóricas feministas, como Carole Pateman, Susan Okin e Marilyn Friedman, buscando investigar o papel da teoria rawlsiana frente às desigualdades de gênero. Como resposta a essas objeções, avalia-se a proposta de Elizabeth Brake de uma neutralidade agnóstica, baseada em critérios epistêmicos, como alternativa que compatibilize o liberalismo político com as exigências feministas. O trabalho defende a hipótese de que, apesar das objeções contemporâneas, a filosofia política de Rawls permanece relevante para pensar a delimitação de doutrinas e modos de vida em uma democracia constitucional.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFilosofiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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