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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37276
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorOliveira, Ricardo Alecsander de Queiroz-
dc.date.accessioned2026-01-06T12:53:13Z-
dc.date.available2025-08-15-
dc.date.available2026-01-06T12:53:13Z-
dc.date.issued2024-10-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37276-
dc.description.abstractThe systems that organize the world operate under colonial logics that regulate our way of being and participating in society based on rules that dominate bodies and produce truths about them. Among these are gender-nonconforming individuals who are entitled to specific care, especially when it comes to accessing health services for the gender affirmation process (known as the Reassignment Process in the Unified Health System). In this context, this study aims to identify the individual and collective trajectories of gender nonconforming individuals during the COVID-19 pandemic and the present, anchored in the transfeminist and decolonial theoretical and political framework. The methodological resource is the Clube dos Saberes (Cavalcanti and Sander, 2019; Assumpção, Prediger, Disconsi, and Gomes, 2017), and semi-structured interviews, based on the conversational researcher approach (Spink, 2003; 2008), and field diaries (Nascimento and Lemos, 2020) as analytical tools. Thus, this research demonstrated that the Comprehensive Health Clinic for Transsexuals and Transvestites (TT) studied here is a paradoxical space of fundamental achievement resulting from the historical struggles of trans social movements, but also a locus of reproduction of biomedical and cisheteronormative norms. The analysis demonstrated that the "possible dialogues" in the daily life of the service are tensioned by power structures that question bodies, identities and practices, revealing fissures between the pathologizing institutional logic (anchored in ordinances that instrumentalize the ICD and medical resolutions that pathologize trans identities) and the demands for self-determination of users, who resignify the space through resistance strategies.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-06T12:53:13Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) RicardoAlecsanderDeQueirozOliveira_Dissert.pdf: 1030789 bytes, checksum: 2ed6bf50e140ca867f4f583c59fe41c0 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-01-06T12:53:13Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) RicardoAlecsanderDeQueirozOliveira_Dissert.pdf: 1030789 bytes, checksum: 2ed6bf50e140ca867f4f583c59fe41c0 (MD5) Previous issue date: 2024-10-31en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectSaúde coletivapt_BR
dc.subjectDireitos humanospt_BR
dc.subjectTransfeminismopt_BR
dc.subjectNarrativaspt_BR
dc.subjectPessoas dissidentes de gêneropt_BR
dc.subjectCollective healthpt_BR
dc.subjectHuman rightspt_BR
dc.subjectTransfeminismpt_BR
dc.subjectNarrativespt_BR
dc.subjectGender dissident peoplept_BR
dc.titleDiálogos (im)possíveis?: narrativas no cotidiano de um ambulatório TT da Paraíba no tempo presentept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Elíbio Júnior, Antônio Manoel-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7720377458863560pt_BR
dc.contributor.referee1Araujo, Rafael Pinheiro de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5200330576301458pt_BR
dc.contributor.referee2Rabay, Gloria-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0479694352894279pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9539556491135801pt_BR
dc.description.resumoOs cistemas que organizam o mundo operam por lógicas coloniais que regulamentam nosso modo de ser e estar na sociedade a partir de regras que dominam os corpos e produzem verdade sobre eles. Entre esses as pessoas dissidentes de gênero que são detentoras de cuidados específicos, principalmente quando se trata do acesso aos serviços de saúde para o processo afirmativo de gênero (dito Processo Transexualizador no SUS). Nesse cenário, o presente estudo propõe-se a identificar as trajetórias individuais e coletivas das pessoas dissidentes de gênero durante o período de pandemia COVID-19 e o tempo presente, ancorado no referencial teórico e político transfeminista e decolonial, tendo como recurso metodológico o Clube dos Saberes (Cavalcanti e Sander, 2019; Assumpção, Prediger, Disconsi e Gomes, 2017) e adicionalmente entrevista semi-estruturada, a partir da abordagem do pesquisador conversador (Spink, 2003; 2008) e tendo como ferramenta de análise os diários de campo (Nascimento e Lemos, 2020). Assim, essa pesquisa evidenciou que o Ambulatório de Saúde Integral para Transexuais e Travestis (TT) estudado configura-se como um espaço paradoxal de conquista fundamental fruto de lutas históricas dos movimentos sociais trans, mas também lócus de reprodução de normatizações biomédicas e cisheteronormativas. A análise demonstrou que os "diálogos possíveis" no cotidiano do serviço são tensionados por estruturas de poder que interpelam corpos, identidades e práticas, revelando fissuras entre a lógica institucional patologizante (ancorada em portarias que instrumentalizam o CID e resoluções médicas que patologizam identidades trans) e as demandas por autodeterminação das pessoas usuárias, que ressignificam o espaço através de estratégias de resistência.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCidadania e Direitos Humanospt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos

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