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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37281
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Geane-
dc.date.accessioned2026-01-06T20:38:50Z-
dc.date.available2025-05-13-
dc.date.available2026-01-06T20:38:50Z-
dc.date.issued2025-03-07-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37281-
dc.description.abstractPregnancy is a natural process that involves physical and emotional changes, leaving a woman's body more vulnerable to illness. Maternal mortality is a serious public health problem, mainly affecting developing countries, where resources are scarce. In Brazil, between 2017 and 2018, the most frequent direct causes of maternal death were hypertension (pre-eclampsia and eclampsia), hemorrhages, and infections. Although there has been a reduction in the maternal mortality rate, the country is still above international targets. The COVID-19 pandemic significantly worsened the maternal health situation in Brazil, especially in 2020 and 2021, with an increase in maternal complications and deaths. The collapse of the Unified Health System (SUS) and institutional instability, reflected in disagreements between health management bodies, contributed to a weakened initial response to the pandemic. Pregnant women infected with SARS- CoV-2 face a higher risk of developing severe conditions, respiratory decompensation, and early delivery. Objective: To investigate the obstetric outcomes associated with the diagnosis of COVID- 19 in Brazil in 2020 and 2021. Method: This is a qualitative, quantitative, descriptive, and cross- sectional study, featuring the use of triangulation of methods. Triangulation of methods as a validation tool combines different methodological perspectives in the same study with the aim of adding rigor, richness, depth, and breadth to the investigation. Initially, the integrative systematic literature review method was used to understand the “state of the art” to respond to the first objective proposed in this study. The quantitative part of the study was developed using the database of the Influenza Epidemiological Surveillance Information System (SIVEP-Gripe). The data analyzed were for the years 2020 and 2021, corresponding to a dataset for each year. Results: COVID-19 directly affected maternal morbidity and mortality rates globally. SIM and SIVEP are high-quality systems that are essential for monitoring and decision-making in health, but there is a need to optimize the availability and qualification of their data. The present study revealed that among the COVID-19 data, girls, pregnant or in the postpartum period, under the age of 14, which repeatedly denounces the negligence inflicted by the Brazilian State, in denying these girls' right to live, play and study freely. Regarding hospitalizations, in 2020, out of a total of 8,364 notifications, 6,589 cases (95.1%) involved hospitalizations, 236 (3.4%) did not require hospitalization, and 104 cases had this information ignored (1.5%). Regarding hospitalizations, in 2021, out of a total of 14,506 notifications, 12,027 cases (97.3%) were hospitalized, 175 (1.4%) did not require hospitalization, and 156 cases had this information ignored (1.3%). Hospitalizations of pregnant and postpartum women in Intensive Care Unit (ICU) beds in 2020 had a total of 1,418 cases (20.5%) and in 2021 3,950 cases (32%). With an increase in the proportion of ICU admissions from 2020 to 2021, going from 20.5% in 2020 to 32% in 2021. Machine learning was used as a classifier, identifying the factors that most contributed to maternal death and they were: Invasive ventilatory support (importance of 15.8), ICU admission (importance of 6.62); Dyspnea (importance of 3.55), being a puerperal woman, variation in saturation, time between symptoms and evolution of the case. Conclusion: The identification of signs and symptoms that increase the risk of maternal death should be done even when classifying the risk of this pregnant body, and having an instrument to guide this action can anticipate adequate care and save lives. It is important to highlight the novelty of this study in using Machine Learning Modeling (ML) to identify and classify factors that define the outcome of death and cure. During the development of this study, some articles were found that worked on AM with the health interface, however, none of them with the interface, women's health and obstetric outcomes in the face of COVID-19.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-06T20:38:50Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) GeaneSilva_Tese.pdf: 3224607 bytes, checksum: 5cfaf02963dfae18092d060fcf45ec83 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-01-06T20:38:50Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) GeaneSilva_Tese.pdf: 3224607 bytes, checksum: 5cfaf02963dfae18092d060fcf45ec83 (MD5) Previous issue date: 2025-03-07en
dc.description.sponsorshipPró-Reitoria de Pós-graduação da UFPB (PRPG/UFPB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectMortalidade materna - Covid-19pt_BR
dc.subjectSaúde públicapt_BR
dc.subjectMachine learningpt_BR
dc.subjectGravidezpt_BR
dc.subjectPuerpériopt_BR
dc.subjectMaternal mortalitypt_BR
dc.subjectPublic healthpt_BR
dc.subjectMachine learningpt_BR
dc.subjectPregnancypt_BR
dc.subjectPuerperiumpt_BR
dc.titleAnálise da morbi-mortalidade materna e suas relações com a Covid-19 no Brasil através do machine learningpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Sampaio, Juliana-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8390769849429514pt_BR
dc.contributor.advisor2Lima Filho, Luiz Medeiros de Araújo-
dc.contributor.advisor2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8680871640499952pt_BR
dc.contributor.referee1Ferreira, Marcelo Rodrigo Portela-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2620157217100077pt_BR
dc.contributor.referee2Ribeiro, Katia Suely Queiroz Silva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7564660473747042pt_BR
dc.contributor.referee3Barros, Kleber Napoleão Nunes de Oliveira-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1338915220161592pt_BR
dc.contributor.referee4Cassiano, Alexandra do Nascimento-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/8009349973277666pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1212754755176403pt_BR
dc.description.resumoA gravidez é um processo natural que envolve alterações físicas e emocionais, deixando o corpo da mulher mais vulnerável a adoecimentos. A mortalidade materna é um grave problema de saúde pública, afetando principalmente países em desenvolvimento, onde os recursos são escassos. No Brasil, entre 2017 e 2018, as causas diretas mais frequentes de morte materna foram hipertensão (pré-eclâmpsia e eclâmpsia), hemorragias e infecções. Embora tenha ocorrido uma redução na taxa de mortalidade materna, o país ainda está acima das metas internacionais. A pandemia de COVID- 19 agravou significativamente a situação da saúde materna no Brasil, especialmente em 2020 e 2021, com o aumento das complicações e óbitos maternos. O colapso do Sistema Único de Saúde (SUS) e a instabilidade institucional, refletida em desencontros entre órgãos de gestão da saúde, contribuíram para uma resposta inicial fragilizada à pandemia. Gestantes infectadas com o SARS- CoV-2 enfrentam maior risco de evolução para quadros graves, descompensação respiratória e antecipação do parto. Objetivo: Investigar os desfechos obstétricos que estiveram associados ao diagnóstico de COVID-19 no Brasil nos anos de 2020 e 2021. Método: Trata-se de um estudo qualiquantitativo, descritivo e transversal, caracterizando o uso da triangulação de métodos. A triangulação de métodos como ferramenta de validação combina diferentes perspectivas metodológicas em um mesmo estudo com o intuito de acrescentar rigor, riqueza, profundidade e amplitude na investigação. Inicialmente foi utilizado o método de revisão sistemática integrativa da literatura com o intuito de conhecer o “estado da arte” para responder o primeiro objetivo proposto neste estudo. A parte quantitativa do estudo foi desenvolvida com a utilização da base de dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe). Os dados analisados foram os referentes aos anos de 2020 e 2021, correspondendo a um banco de dados para cada ano. Resultados: A COVID-19 interferiu diretamente nos índices de morbimortalidade materna, em nível global. O SIM e o SIVEP são sistemas de alta qualidade e desempenham um papel essencial no monitoramento e na tomada de decisão em saúde. No entanto, ainda é necessário otimizar tanto a disponibilização quanto a qualificação de seus dados. O presente estudo identificou, entre os registros de COVID-19, casos envolvendo meninas gestantes ou em período puerperal com menos de 14 anos — um dado alarmante que evidencia, de forma recorrente, a negligência do Estado brasileiro na garantia dos direitos fundamentais dessas meninas de viver, brincar e estudar com liberdade. Sobre as hospitalizações, em 2020, de um total de 8.364 notificações, 6.589 casos (95,1%) envolveram internações, 236 (3,4%) não precisaram de hospitalização, e 104 casos tiveram essa informação ignorada (1,5%). Sobre as hospitalizações, em 2021, de um total de 14.506 notificações, em 12.027 casos (97,3%) houve internações, 175 (1,4%) não precisaram de hospitalização, e 156 casos tiveram essa informação ignorada (1,3%). As hospitalizações de gestantes e puérperas em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em 2020 tivemos um total de 1.418 casos (20,5%) e em 2021 3.950 casos (32%). Com um aumento na proporção de internações em UTI de 2020 para 2021, passando de 20,5% em 2020 para 32% em 2021. O aprendizado de máquina foi utilizado como classificador, identificando os fatores que mais contribuíram para o óbito materno e eles foram: Suporte ventilatório invasivo (importância de 15,8), Internação em UTI (importância de 6,62); Dispneia (importância de 3,55), ser puérpera, variação da saturação, o tempo entre sintomas e evolução do caso. Conclusão: A identificação dos sinais e sintomas que elevam o risco do óbito materno deve ser feita ainda na classificação do risco desse corpo gravídico, e ter um instrumento que norteie essa ação pode antecipar o cuidado adequado e salvar vidas. É importante destacar o ineditismo deste estudo ao utilizar Modelagem de Aprendizado (AM) de máquina para a identificação e classificação de fatores que são definidores do desfecho óbito e cura. Durante a construção deste estudo foram encontrados alguns artigos que trabalharam a AM com a interface saúde, no entanto, nenhum deles com a interface, saúde da mulher e desfechos obstétricos diante da COVID-19.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Exatas e da Saúdept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Modelos de Decisão e Saúdept_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) - Programa de Pós-Graduação em Modelos de Decisão e Saúde

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