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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37343
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorGuedes, Mahyne Cleia Albino-
dc.date.accessioned2026-01-15T11:09:15Z-
dc.date.available2025-08-28-
dc.date.available2026-01-15T11:09:15Z-
dc.date.issued2025-04-23-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37343-
dc.description.abstractAdolescence is a transitional period marked by puberty and the maturation of cognitive control, driven by the development of the prefrontal cortex and its connections. This process directly influences executive functions, which are essential for emotional regulation, planning, and impulse control. Changes in these functions can increase vulnerability to risky decision-making, contributing to risky behaviors such as non-suicidal self-harm (NSS). NSS is more prevalent in adolescence and has been associated with the prediction of future suicide attempts, one of the leading causes of death among adolescents worldwide. Given this scenario, the present study aimed to analyze the performance of executive functions in adolescents involved in non-suicidal self-harm. The sample consisted of 144 adolescents (72 from the self-harm group and 72 from the comparison group), aged between 14 and 17 years. The following instruments were used in this study: sociodemographic questionnaire, Five Digit Span Test (FDT), Digit Span, Adult Executive Functioning Inventory (ADEXI) (self-report and informed versions), Positive and Negative Affect Scale (PANAS), Emotion Regulation Questionnaire (ERQ), Depression Anxiety and Stress Scale (DASS-21) and Functional Self-Harm Scale (FASM). These instruments seek to access the three subcomponents of executive functioning — working memory, cognitive flexibility and inhibitory control —, affective states, emotion regulation strategies, stress, anxiety and depression scores, as well as data on NSSI behaviors. Parametric data were analyzed by Student's t-test and nonparametric data by the Mann-Whitney test. The results were analyzed with a 95% confidence interval and indicated statistically significant differences only in self-reported working memory (p < 0,05), positive affect (p < 0,05), negative affect (p < 0,05) and stress, anxiety and depression (p < 0.001). The results suggest that there is no direct relationship between ALNS and deficits in executive functioning in adolescents who practice these behaviors. On the other hand, affective states seem to be better related to this behavior.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-15T11:09:15Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MahyneCleiaAlbinoGuedes_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 2090823 bytes, checksum: 4830096f7cc5e6eedd8c3ca9f38e30a8 (MD5) MahyneCleiaAlbinoGuedes_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 3072905 bytes, checksum: 9078f339b75d85129ed8503be29071e1 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-01-15T11:09:15Z (GMT). No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MahyneCleiaAlbinoGuedes_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 2090823 bytes, checksum: 4830096f7cc5e6eedd8c3ca9f38e30a8 (MD5) MahyneCleiaAlbinoGuedes_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 3072905 bytes, checksum: 9078f339b75d85129ed8503be29071e1 (MD5) Previous issue date: 2025-04-23en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectAutolesão não suicidapt_BR
dc.subjectFunção executivapt_BR
dc.subjectAdolescênciapt_BR
dc.subjectNonsuicidal self-Injurypt_BR
dc.subjectExecutive functionpt_BR
dc.subjectAdolescentspt_BR
dc.titleDesempenho de funções executivas em adolescentes que cometem autolesão não suicidapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Minervino, Carla Alexandra da Silva Moita-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2458875511918628pt_BR
dc.contributor.referee1Galdino, Melyssa Kellyane Cavalcanti-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6286409609641742pt_BR
dc.contributor.referee2Gaião e Barbosa, Adriana de Andrade-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8334055605623871pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5388045125715729pt_BR
dc.description.resumoA adolescência é um período de transição marcado pela puberdade e pelo amadurecimento do controle cognitivo, impulsionado pelo desenvolvimento do córtex pré-frontal e suas conexões. Esse processo influencia diretamente as funções executivas, essenciais para a regulação emocional, o planejamento e o controle dos impulsos. Alterações nessas funções podem aumentar a vulnerabilidade à tomada de decisões arriscadas, contribuindo para comportamentos de risco, como a autolesão não suicida (ALNS). A ALNS é mais prevalente na adolescência e tem sido associada à predição de tentativas de suicídio futuras, uma das principais causas de morte entre adolescentes em todo o mundo. Diante desse cenário, o presente estudo teve como objetivo analisar o desempenho das funções executivas em adolescentes envolvidos com autolesão não suicida. A amostra foi composta por 144 adolescentes (72 do grupo com autolesão e 72 do grupo de comparação), com faixa etária entre 14 e 17 anos. Foram utilizados os seguintes instrumentos neste estudo: questionário sociodemográfico, Teste dos Cinco Dígitos (FDT), Span de Dígitos, Inventário de Funcionamento Executivo para adultos (ADEXI) (versão autorrelato e informador), Escala de Afetos Positivos e Negativos (PANAS), Questionário de Regulação Emocional (QRE), Escala de Estresse, Ansiedade e Depressão (DASS-21) e Escala Funcional da Automutilação (FASM). Esses instrumentos buscaram acessar os três subcomponentes do funcionamento executivo — memória de trabalho, flexibilidade cognitiva e controle inibitório —, estados afetivos, estratégias de regulação emocional, escores de estresse, ansiedade e depressão, além de dados sobre comportamentos de ALNS. Dados paramétricos foram analisados pelo Teste t de Student e os não paramétricos, pelo teste de Mann-Whitney. Os resultados foram analisados com intervalo de confiança de 95% e indicaram diferenças estatisticamente significativas apenas na memória de trabalho autorrelatada (p < 0,05), afetos positivos (p < 0,05), afetos negativos (p < 0,05) e estresse, ansiedade e depressão (p < 0,001). Os resultados sugerem que não há uma relação direta entre a ALNS e déficits no funcionamento executivo em adolescentes que praticam esses comportamentos. Por outro lado, os estados afetivos parecem se relacionar melhor com esse comportamento.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentPsicologiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociência Cognitiva e Comportamentopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós Graduação em Neurociências Cognitiva e Comportamento



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