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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37355
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorHatakeyama, Hugo Takeshi-
dc.date.accessioned2026-01-16T19:12:49Z-
dc.date.available2025-10-27-
dc.date.available2026-01-16T19:12:49Z-
dc.date.issued2025-08-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37355-
dc.description.abstractThis research is an effort to understand the timber exploitation in the late colonial period of capitania da Paraíba, between the years 1755 and 1799, based on the documentary foundation of the Overseas Historical Archive, made available digitally by the National Library from the Resgate Barão do Rio Branco project. In the second half of the 18th century, the government of the captains-major of the captaincy of Paraíba was subordinated to the government of the captains-general of Pernambuco, in which one of the main factors that provoked this royal decision was the bankruptcy of the Provedoria da Real Fazenda da Paraíba, an institution responsible for guaranteeing the financial needs of the colonization. At the same time of this political event, the Crown of Portugal started several changes of your perception of nature – the reform of University of Coimbra in 1772 and the philosophical journeys started with Alexandre Rodrigues Ferreira between 1783 and 1792, for example -, and that situation transformed natural resources in a political subject in Brazil. As an addition for that conjuncture, some historians, like Morton, Henrique Dias, Diogo Cabral and Shawn Miller, argue that the decade of 1780 was marked by the growing demands of the Secretaria de Estado da Marinha e Ultramar for brazilian timber used for warships construction. In Paraíba, the intervention of the crown, projecting her political power over the forest and conducting the production of timber for shipbuilding, was intensified with the nomination of Antônio Manoel Prata as the administrator of the Reais Cortes in 1788. However, the timber administration created a political conflict between the administrator and the general of Pernambuco, Dom Tomás José de Melo. Despite the political problems, timber exploitation in Brazil was a subject of various attritions in economical and social order, as the conflicts among indigenous peoples that used the land as farm for subsistence and landlords that were more interested in exportation agriculture. So, when the Portuguese Crown proposed a political action over the timber exploitation in Paraíba, the conflict between the administration of the Reais Cortes and the government of Pernambuco created openness to Other groups to dispute the uses of the land and the natural resources. This process is understood here as an uneven and combined development between the merchant sector from Recife and the landlords of Paraíba coast based on the political forms of appropriation of forest resources.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-16T19:12:49Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) HugoTakeshiHatakeyama_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 2322770 bytes, checksum: 1fe355a0708774ddc30a4428ee9a3213 (MD5) HugoTakeshiHatakeyama_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 2619379 bytes, checksum: 47f1e26191b694bd890eb9e16a480dd2 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipPró-Reitoria de Pós-graduação da UFPB (PRPG/UFPB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectHistória da Paraíbapt_BR
dc.subjectParaíba Colonialpt_BR
dc.subjectHistória ambientalpt_BR
dc.subjectExploração madeireirapt_BR
dc.subjectPolítica florestalpt_BR
dc.subjectDesenvolvimento desigual e combinadopt_BR
dc.subjectColonial Paraíbapt_BR
dc.subjectEnvironmental Historypt_BR
dc.subjectTimber Exploitationpt_BR
dc.subjectForest Policypt_BR
dc.subjectUneven and Combined Developmentpt_BR
dc.titleEntre subordinação e autonomia: exploração madeireira e política florestal em Pernambuco e Paraíba no século XVIII (1755-1799)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Gil, Tiago Luís-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5199440376465740pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Oliveira, Tiago Bernardon de-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9155473901875060pt_BR
dc.contributor.referee1Mariano, Serioja Rodrigues Cordeiro-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1684275258516891pt_BR
dc.contributor.referee2Cabral, Diogo de Carvalho-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2960811899155248pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4946739642764087pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa é um esforço para compreender a exploração madeireira no período colonial tardio da capitania da Paraíba, entre os anos de 1755 e 1799, a partir da base documental do Arquivo Histórico Ultramarino, disponibilizado digitalmente pela Biblioteca Nacional a partir do projeto Resgate Barão do Rio Branco. Na segunda metade do século XVIII, o governo dos capitães-mores da capitania da Paraíba foi subordinado ao governo dos capitães-generais de Pernambuco, no que um dos principais fatores a provocar essa decisão régia foi a falência da Provedoria da Real Fazenda da Paraíba, instituição responsável por garantir as necessidades financeiras da colonização. Ao mesmo tempo, a Coroa de Portugal iniciou várias mudanças de sua percepção da natureza – a reforma da Universidade de Coimbra em 1772 e as viagens filosóficas iniciadas com Alexandre Rodrigues Ferreira entre 1783 e 1792, por exemplo –, e essa situação transformou os recursos naturais em matéria política no Brasil. Alguns historiadores, como Morton, Henrique Dias, Diogo Cabral e Shawn Miller, argumentam que a década de 1780 foi marcada pela crescente demanda da Secretaria de Estado da Marinha e Ultramar por madeiras brasileiras utilizadas na construção de navios de guerra. Na Paraíba, a intervenção da Coroa, projetando seu poder político sobre a floresta e conduzindo a produção de madeira para a construção naval, foi intensificada com a nomeação de Antônio Manoel Prata como administrador das Cortes de Reais, em 1788. No entanto, a administração de Antônio Manoel Prata criou um conflito político entre o administrador e o general de Pernambuco da época, Dom Tomás José de Melo. Apesar dos problemas políticos, a exploração madeireira no Brasil foi objeto de diversos conflitos na ordem econômica e social, como os conflitos entre povos indígenas que utilizavam a terra como fazenda para subsistência e latifundiários mais interessados na agropecuária exportadora. Assim, quando a Coroa portuguesa propôs uma ação política sobre a exploração madeireira na Paraíba, o conflito entre a administração dos Reais Cortes e o governo de Pernambuco criou uma oportunidade para que outros grupos disputassem os usos da terra e dos recursos naturais. Este processo é entendido aqui como um desenvolvimento desigual e combinado entre o setor mercantil recifense e os senhores de terra do litoral da Paraíba baseado nas formas políticas de apropriação dos recursos florestais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em História

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