Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37663
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Layane Ferreira da-
dc.date.accessioned2026-02-20T18:23:42Z-
dc.date.available2025-10-06-
dc.date.available2026-02-20T18:23:42Z-
dc.date.issued2025-09-16-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37663-
dc.description.abstractEl presente trabajo analiza la trayectoria histórica y contemporánea de la educación literaria, estableciendo relaciones entre la alfabetización, la formación crítica del sujeto y el desarrollo humano. La investigación parte de la observación de que, desde períodos anteriores a la colonización de América, pensadores y educadores ya se dedicaban a reflexionar sobre la función de la educación y que, aún hoy, muchos de esos debates permanecen actuales. En este sentido, la investigación articula las contribuciones de teóricos ilustrados, como el Padre Sarmiento y Jovellanos, que aportaron reflexiones sobre la importancia de la moral, la literatura y la racionalidad en la formación del sujeto, junto con teóricos contemporáneos, tales como Emilia Ferreiro, Magda Soares y Ana Teberosky, que amplían la comprensión de la alfabetización y su papel en el desarrollo de la literacidad. En el recorrido histórico se examinan las diferentes etapas de la humanidad, desde la transmisión de conocimientos prácticos en las comunidades prehistóricas hasta la consolidación de la instrucción formal influenciada por la fe cristiana en la Edad Media. La modernidad, marcada por acontecimientos como la caída de Constantinopla y el descubrimiento de América, abrió camino a los ideales ilustrados del siglo XVIII, que defendieron una educación orientada a la razón, la experiencia y la humanización. En este contexto, los teóricos Felipe B. Pedraza Jiménez y Milagros Rodríguez Cáceres abordan el tema de manera amplia. Al mismo tiempo, se problematiza la apropiación política de la Ilustración a través del despotismo ilustrado que, en lugar de garantizar la emancipación, utilizó la educación como instrumento de control social. Teóricos como Julia Varela señalan cómo los ideales ilustrados fueron aplicados para formar sujetos dóciles y disciplinados, revelando tensiones entre emancipación y sumisión en el proceso educativo. En el ámbito contemporáneo, Paulo Freire y Antonio Candido refuerzan la defensa de la literatura como un derecho humano fundamental, asociándola al despertar de la conciencia crítica y a la lucha contra las injusticias sociales. Este trabajo también establece un diálogo entre el método sarmientista del siglo XVIII y las propuestas de Rildo Cosson en Círculos de leitura e letramento literário (2014). Ambos defienden prácticas de lectura que favorecen la participación activa del estudiante, promoviendo comprensión, criticidad y autonomía en contraposición a la memorización mecánica y a los métodos punitivos del pasado, evidenciando la necesidad de superar prácticas educativas rígidas y opresoras que aún marcan la enseñanza contemporánea, buscando estrategias que hagan de la literatura una experiencia significativa y transformadora en la vida del alumno. La articulación entre tradición y contemporaneidad demuestra que la lectura y la escritura son pilares fundamentales para enfrentar las adversidades del mundo actual y construir una sociedad más justa y humanizada.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-02-20T18:23:42Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Silva, Layane Ferreira da TCC.pdf: 1334295 bytes, checksum: 637c7c86b3b2327c6b0381098b9251b0 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-02-20T18:23:42Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Silva, Layane Ferreira da TCC.pdf: 1334295 bytes, checksum: 637c7c86b3b2327c6b0381098b9251b0 (MD5) Previous issue date: 2025-09-16en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectEducação literáriapt_BR
dc.subjectIlustraçãopt_BR
dc.subjectContemporaneidadept_BR
dc.subjectFormação individualpt_BR
dc.subjectEducación literariapt_BR
dc.subjectIlustraciónpt_BR
dc.subjectContemporaneidadpt_BR
dc.subjectFormación del individuopt_BR
dc.titleUna percepción de la educación literaria contemporánea entendida desde la educación ilustrada del siglo XVIIIpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Centurión López, Juan Ignacio Jurado-
dc.description.resumoO presente trabalho analisa a trajetória histórica e contemporânea da educação literária, estabelecendo relações entre a alfabetização, a formação crítica do sujeito e o desenvolvimento humano. A pesquisa parte da observação de que, desde períodos anteriores à colonização da América, pensadores e educadores já se dedicavam à reflexão sobre a função da educação e, ainda hoje, muitos desses debates permanecem atuais. Nesse sentido, a investigação articula contribuições de teóricos iluministas, como Padre Sarmiento e Jovellanos, que contribuíram com reflexões sobre a importância da moral, da literatura e da racionalidade na formação do sujeito, e com teóricos contemporâneos, tais como Emília Ferreiro, Magda Soares e Ana Teborosky, que ampliam a compreensão da alfabetização, e seu papel no desenvolvimento do letramento. No percurso histórico, são examinados os diferentes estágios da humanidade, desde a transmissão de conhecimentos práticos nas comunidades pré-históricas até a consolidação da instrução formal influenciada pela fé cristã na Idade Média. A modernidade, marcada por acontecimentos como a queda de Constantinopla e a descoberta da América, abriu caminho para os ideais iluministas do século XVIII, que defenderam uma educação voltada para a razão, a experiência e a humanização. Nesse contexto, os teóricos Felipe B. Pedraza Jiménez y Milagros Rodríguez Caceras, abordam o tema de maneira ampla. Ao mesmo tempo, é problematizada a apropriação política da Ilustração por meio do despotismo ilustrado, que, em vez de garantir a emancipação, utilizou a educação como instrumento de controle social. Teóricos como Julia Varela apontam como os ideais iluministas foram aplicados para formar sujeitos dóceis e disciplinados, revelando tensões entre emancipação e submissão no processo educativo. No campo contemporâneo, Paulo Freire e Antonio Candido reforçam a defesa da literatura como direito humano fundamental, associando ao despertar da consciência crítica e à luta contra injustiças sociais. Esse trabalho ainda estabelece um diálogo entre o método sarmientista do século XVIII e as propostas de Rildo Cosson em Círculos de leitura e letramento literário (2014). Ambos defendem práticas de leitura que favoreçam a participação ativa do estudante, promovendo compreensão, criticidade e autonomia em contraposição à memorização mecânica e aos métodos punitivos do passado, evidenciando a necessidade de superar práticas educativas rígidas e opressoras que ainda marcam o ensino contemporâneo, buscando estratégias que tornem a literatura significativa e transformadora na vida do aluno. A articulação entre tradição e contemporaneidade demonstra que a leitura e a escrita são pilares fundamentais para enfrentar as adversidades do mundo atual e construir uma sociedade mais justa e humanizada.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLetras Estrangeiras Modernaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUAS ESTRANGEIRAS MODERNASpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Letras - Espanhol (Curso presencial)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Silva, Layane Ferreira da TCC.pdf1,3 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons