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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37923
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMartins, Kelvin Yvens Gomes-
dc.date.accessioned2026-04-22T16:10:00Z-
dc.date.available2026-04-22T16:10:00Z-
dc.date.issued2026-03-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37923-
dc.description.abstractThis study aimed to analyze the extent to which fertility patterns differ among the most representative religious groups in Brazil and how these differences have evolved across the Demographic Censuses of 2000, 2010, and 2022. In terms of approach, the research is classified as quantitative and descriptive, based on documentary analysis of census data. The results indicate that fertility in Brazil has declined across all three analyzed groups, although at different rates of transition. This heterogeneity is evidenced by the Completed Cohort Fertility (CCF), calculated for women aged 40 to 49, in which Evangelical women recorded an average of 2.12 children in 2022, higher than that observed among Catholic women (1.86) and women with no religion (1.90), remaining above the national Total Fertility Rate (TFR) of 1.55. Over the analyzed period, there is a clear shift in the peak fertility age from 20–24 years in 2000 to 25–29 years in 2022, accompanied by the advancement of delayed motherhood. Childlessness among young women exceeds 64% across all groups, although Evangelical women tend to enter motherhood earlier. These findings show that fertility differentials among religious groups are expressed not only in the level but also in the timing of childbearing, and that they have followed distinct trajectories over time. The study concludes that the fertility transition in Brazil is not homogeneous, being characterized by differentiated patterns such as the reduction in completed family size, the postponement of motherhood, and varying intensities of these processes, reinforcing the role of religious affiliation in shaping recent fertility dynamics in the country.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Erika (maria.erika@academico.ufpb.br) on 2026-04-14T16:38:47Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) KYGM14042026.pdf: 1700408 bytes, checksum: 40f924365aed96b2d13dd7f419a247b2 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectFecundidadept_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectTransição demográficapt_BR
dc.titleFecundidade e religião no Brasil: evidências dos censos demográficospt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Gomes, Hugo Vieira Sá Ferreira-
dc.description.resumoO presente estudo teve como objetivo analisar em que medida os padrões de fecundidade diferem entre os grupos religiosos mais representativos no Brasil e como esses diferenciais evoluíram ao longo dos Censos Demográficos de 2000, 2010 e 2022. Quanto à abordagem, a pesquisa caracteriza-se como quantitativa e descritiva, de natureza documental e baseada em dados censitários. Os resultados indicam que a fecundidade brasileira apresenta trajetória de declínio nos três grupos analisados, porém com ritmos distintos de transição. Essa heterogeneidade é evidenciada pela Fecundidade Completa da Coorte (CCF), calculada para mulheres de 40 a 49 anos, na qual as evangélicas registram média de 2,12 filhos em 2022, valor superior ao das católicas (1,86) e das mulheres sem religião (1,90), mantendo- se acima da Taxa de Fecundidade Total (TFT) nacional de 1,55. Ao longo do período analisado, observa-se o deslocamento do ápice reprodutivo da faixa de 20– 24 anos, em 2000, para 25–29 anos, em 2022, acompanhado pelo avanço do adiamento da maternidade. A nuliparidade entre mulheres jovens ultrapassa 64% em todos os grupos, embora as evangélicas apresentem início mais precoce da trajetória reprodutiva. Esses resultados evidenciam que os diferenciais de fecundidade entre os grupos religiosos se manifestam tanto na intensidade quanto no calendário dos nascimentos, além de apresentarem trajetórias distintas ao longo do período analisado. Conclui-se que a transição da fecundidade no Brasil ocorre de forma não homogênea, sendo caracterizada por padrões diferenciados, como a redução do tamanho final das famílias, o adiamento da maternidade e a menor intensidade desses processos, reforçando o papel da filiação religiosa na dinâmica recente da fecundidade no país.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Sociais Aplicadaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROS::CIENCIAS ATUARIAISpt_BR
Aparece nas coleções:CCSA - TCC - Ciências Atuariais

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