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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38034
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Emmily Daiane da-
dc.date.accessioned2026-05-12T18:44:07Z-
dc.date.available2026-01-26-
dc.date.available2026-05-12T18:44:07Z-
dc.date.issued2025-11-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38034-
dc.description.abstractTaking as its object of study the reading book “Viver é lutar” of the Movimento de Educação de Base (MEB), understood as a didactic material characterized by the expression of dignity within the context of the 1960s, this research aimed to analyze the reading book as a “instrument of Rights,” problematizing the notion of human dignity present in its lessons and iconographies in the context of 1963. The methodological paths adopted included bibliographic, documentary, and iconographic approaches, grounded in discourse analysis as the central method. The proposed analyses are based on the contributions of the following authors: Le Goff (2003), Sharpe (1992), Ventura (2001), Santos (2014), Alves and Tonnetti (2021), Freire (1989), among others. In terms of recalling the movement, it is important to emphasize that the educational proposals of the MEB in the 1960s, stemming from Catholic initiatives, moved toward the emancipation of the popular classes and marked a period in which the government of the time, under President João Goulart, and the clergy aligned their interests with social issues, thereby seeking to direct educational policies and practices in favor of subalternized populations. The MEB and its didactic material thus mark the history of the 1960s by giving concrete form to an educational proposal concerned with the construction of civic consciousness and, consequently, with a politics directed toward subjects, making it possible to envision that, through this bond, dignity and other rights could be achieved. Thus, in the reading book, the verb “to hope” (esperançar), as Paulo Freire (1989) aptly reminds us, is structured through portrayals and lessons that enabled the worker, the protagonist of the MEB, to recognize his condition as an exploited subject and, from that recognition, to struggle for the conquest of his rights. This study seeks to enable present and future generations to recall moments in which education, in its liberating form, allowed workers to recognize themselves as an exploited class, to understand the importance of claiming their rights, and, furthermore, to encourage them to feel the desire to engage in the struggle against the erasure of these memories, for remembering, and, consequently, resisting, can be understood as revolutionary acts.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-05-12T18:44:07Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) EmmilyDaianeDaSilva_Dissert.pdf: 1409470 bytes, checksum: 1f60607f7e7cdd03c84b3c3e4e4304ed (MD5)en
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dc.description.sponsorshipPró-Reitoria de Pós-graduação da UFPB (PRPG/UFPB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectDireitos humanos - Educaçãopt_BR
dc.subjectDignidade humanapt_BR
dc.subjectMovimento de Educação de Base (MEB)pt_BR
dc.subjectHistória da Educaçãopt_BR
dc.subjectLivro de leituras “Viver é Lutar”pt_BR
dc.subjectHuman Dignitypt_BR
dc.subjectBasic Education Movementpt_BR
dc.subjectReading Book “To Live is to Struggle”pt_BR
dc.subjectHuman Rights Educationpt_BR
dc.subjectHistory of Educationpt_BR
dc.titleO livro de leituras "Viver é lutar" (1963): uma problematização sobre a dignidade humana como prática de Educação em Direitos humanospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Andrade, Fernando Cézar Bezerra de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8342553810836387pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Carvalho, Maria Elizete Guimarães-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6701911861558330pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Fabiana Sena da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2144689228615196pt_BR
dc.contributor.referee2Pranto , Aliny Dayany Pereira de Medeiros-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2481333551162411pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6887009596184678pt_BR
dc.description.resumoTendo como objeto de estudo o livro de leituras “Viver é lutar” do Movimento de Educação de Base (MEB), entendido como material didático caracterizado pela expressão da dignidade, no contexto dos anos de 1960, esta pesquisa objetivou analisar o livro de leituras como um “instrumento de Direitos”, problematizando a noção de dignidade humana presente em suas lições e iconografias, no contexto de 1963. Os caminhos metodológicos consideraram a abordagem bibliográfica, documental e iconográfica, baseando-se na análise de discurso como método. As análises propostas se pautam nos ensinamentos dos seguintes autores: Le Goff (2003), Sharpe (1992), Ventura (2001), Santos (2014), Alves, Tonnetti (2021), Freire (1989) e outros. No sentido da rememoração do movimento, é importante ressaltar que as propostas educacionais do MEB nos anos de 1960, frutos da iniciativa católica, caminhavam na direção da emancipação das camadas populares e demarcavam um período quando o governo da época, tendo à frente o presidente João Goulart, e o clero, alinhavam seus interesses às problemáticas de caráter social e, assim, buscavam direcionar políticas e práticas educacionais em favorecimento das populações subalternizadas. O MEB e o seu material didático marcam, pois, a História dos anos 1960, por concretizarem uma proposta educacional que se preocupava com a construção da consciência cidadã, e, por conseguinte, com uma política para os sujeitos, fazendo vislumbrar que, através desse laço, seria possível alcançar a dignidade e também os outros direitos. Dessarte, no livro de leituras, o verbo “esperançar”, como bem lembra Paulo Freire (1989), se estrutura através de retratos e lições que possibilitaram ao trabalhador, protagonista do MEB, reconhecer sua condição de explorado para então lutar pela conquista de seus direitos. Pretende-se permitir que as gerações atuais e futuras possam rememorar momentos em que a educação, na sua forma libertadora, possibilitou ao trabalhador reconhecer-se enquanto classe explorada, entendendo a importância de reinvidicar seus direitos, e, além disso, contribuir para que elas sintam o desejo de se engajar na luta contra o esquecimento dessas memórias, pois relembrar, e, por conseguinte, resistir, podem ser considerados atos revolucionários.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCidadania e Direitos Humanospt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos

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