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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38066
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorLima, Ana Paula de Oliveira-
dc.date.accessioned2026-05-15T20:45:22Z-
dc.date.available2026-04-09-
dc.date.available2026-05-15T20:45:22Z-
dc.date.issued2026-03-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38066-
dc.description.abstractBetween the 1930s and 1940s, the Imperial Japanese Army established a secret biological weapons program in occupied Manchuria under the cover of the Epidemic Prevention and Water Purification Department (Unit 731). This research analyzes the program's trajectory, investigating the transformation of science and medicine into tools of sovereignty and industrial extermination by the Japanese State. A qualitative and exploratory approach is adopted, based on bibliographic and documentary analysis, grounded in the concepts of biopolitics (Michel Foucault) and necropolitics (Achille Mbembe) to examine sovereign power over “disposable bodies”. The results demonstrate that Unit 731 was not an isolated ethical lapse, but a project of efficiency operated by the academic elite and protected by a complex structure of concealment. It identifies a pact of impunity between Japan and the United States: amnesty for the perpetrators was negotiated in exchange for exclusive access to human experimentation data. The study demystifies the scientific utility of the program, evidencing that it produced no legitimate advances, serving only as a technology of annihilation. It concludes that the post-war silencing of these crimes, consolidated by the Cold War pact of convenience and the subsequent projection of a pacified Japanese soft power, constituted a systematic project of erasure.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-05-15T20:45:22Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Lima, Ana Paula de Oliveira TCC.pdf: 18440554 bytes, checksum: 8d73376ca8c635167ac8f5a7c81908dc (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-05-15T20:45:22Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Lima, Ana Paula de Oliveira TCC.pdf: 18440554 bytes, checksum: 8d73376ca8c635167ac8f5a7c81908dc (MD5) Previous issue date: 2026-03-25en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectGuerra biológicapt_BR
dc.subjectUnidade 731pt_BR
dc.subjectManchúriapt_BR
dc.subjectJapão Imperialpt_BR
dc.subjectBiological warfarept_BR
dc.subjectUnit 731pt_BR
dc.subjectImperial Japanpt_BR
dc.titleO crepúsculo do sol nascente : medicina e extermínio no programa de guerra biológica do Japão imperialpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Vasconcelos, Lúcio Flávio Sá Leitão Peixoto de-
dc.description.resumoEntre as décadas de 1930 e 1940, o Exército Imperial Japonês estabeleceu na Manchúria ocupada um programa secreto de armas biológicas sob a fachada do Departamento de Prevenção Epidêmica e Purificação de Água (Unidade 731). Esta pesquisa analisa a trajetória do programa, investigando a transformação da ciência e da medicina em ferramentas de soberania e extermínio industrial pelo Estado japonês. Adota-se uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada em análise bibliográfica e documental, fundamentada nos conceitos de biopolítica (Michel Foucault) e necropolítica (Achille Mbembe) para examinar o poder soberano sobre “corpos descartáveis”. Os resultados demonstram que a Unidade 731 não foi um desvio ético isolado, mas um projeto de eficiência operado pela elite acadêmica e protegido por uma complexa estrutura de ocultação. Identifica-se a existência de um pacto de impunidade entre o Japão e os Estados Unidos: a anistia aos perpetradores foi negociada em troca do acesso exclusivo aos dados das experimentações humanas. O estudo desmistifica a utilidade científica do programa, evidenciando que ele não produziu avanços legítimos, servindo apenas como tecnologia de aniquilação. Conclui-se que o silenciamento desses crimes no pós-guerra, consolidado pelo pacto de conveniência na Guerra Fria e pela posterior projeção de um soft power japonês pacificado, constituiu um projeto sistemático de apagamento.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
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