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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38071
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorCruz, Angélica Pereira da-
dc.date.accessioned2026-05-16T17:12:41Z-
dc.date.available2021-10-18-
dc.date.available2026-05-16T17:12:41Z-
dc.date.issued2021-08-06-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38071-
dc.description.abstractIntroduction: The consolidation of Primary Health Care (PHC) in recent decades represents one of the most relevant advances of the Unified Health System as a public policy and universal health system in Brazil. This advance is largely due to the scope of the Family Health Strategy, its main care model. However, given the increase in demands and limitations, the Support Center for Family Health and Primary Care (NASF-AB) was created to expand the scope of actions in primary care, through teams formed by different professions. The study of the Team Work Climate allows the evaluation of teams to monitor the effectiveness of teamwork, in the production of results in the care of users and population. Objective: To analyze the NASF-AB teamwork climate. Methods: This is a cross-sectional quantitative study of multiple cases (João Pessoa/PB and Campo Grande/MS). The sample consisted of 182 professionals from the NASF-AB in these two capitals. In order to obtain the data, from January to March 2020, a structured questionnaire with questions that characterized the participants and their work process and the Team Climate Scale (ECE) was applied. For storage, processing and analysis, using the Excel program and the R statistical package. Respondents were grouped by teams and their total score was calculated (mean of the individual scores of the ECE). From this, teams were classified into 4 types. Results: The NASF-AB consisted of 10 different professions, with physical therapists being the most prevalent. Young adult professionals, women, specialists, who wanted to work at NASF-AB, graduated about 9 years ago, with an average of 4 years of experience in PHC and with an average of 2 years of relationship with their current teams, predominated. The professionals were satisfied with their own work and with that of their team, with the relationship and communication with other team members, with the unit manager and with how much their work was centered on the users' needs, but dissatisfied with the infrastructure of the units. The services provided were predominantly individual and with curative actions. An analytical model of the characteristics of physiotherapists and their work process at NASF-AB was developed, showing that it is centered on the needs of users. It was seen that teams that support new ideas, are clear about the team's objectives, have adequate task orientation and that develop fewer activities with other professionals from the NASF-AB and the ESF, are those that had the best teamwork climate. Conclusions: In order for there to be a good teamwork climate and for interprofessional collaboration to take place in practice, the involvement of professionals is paramount. Thus, permanent education is fundamental for the transformation of professional practice, in an integrated and collaborative way. Furthermore, the development of dialogic spaces, the implementation of strategies, institutional support, the meeting of teams, the exchange of knowledge, the sharing of practices and the definition of action plans with a functioning counter-referral system must be promoted.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-05-16T17:12:41Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AngélicaPereiradaCruz_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 3565025 bytes, checksum: ef2c0d64a1a0d22ed822bd056ac73a5e (MD5) AngélicaPereiradaCruz_Dissert_COM_Tarjamento.pdf: 3417321 bytes, checksum: 454b553345079b74f886110e19f723f7 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectFisioterapiapt_BR
dc.subjectAtenção primária à saúdept_BR
dc.subjectRelações interprofissionaispt_BR
dc.subjectComportamento cooperativopt_BR
dc.subjectClima de trabalhopt_BR
dc.subjectPrimary Health Carept_BR
dc.subjectInterprofessional relationshipspt_BR
dc.subjectCooperative Behaviorpt_BR
dc.subjectTeamwork Climatept_BR
dc.subjectPhysiotherapypt_BR
dc.titleO clima de trabalho em equipe dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básicapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Brito, Geraldo Eduardo Guedes de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8141671263261587pt_BR
dc.contributor.referee1Ribeiro, Kátia Suely Queiroz Silva-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7564660473747042pt_BR
dc.contributor.referee2Schmitt, Ana Carolina Basso-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5064872013231787pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3209906549615494pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A consolidação da Atenção Primária à Saúde (APS) nas últimas décadas representa um dos avanços mais relevantes do Sistema Único de Saúde enquanto política pública e sistema de saúde universal no Brasil. Esse avanço deve-se em grande parte à abrangência da Estratégia Saúde da Família (ESF), seu principal modelo assistencial. Porém, diante do aumento das demandas e limitações, foi criado o Núcleo de Apoio à Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), para ampliar o escopo das ações na APS, por meio de equipes formadas por diversas profissões. O estudo do Clima de Trabalho em Equipe permite a avaliação das equipes para monitorar a efetividade do trabalho em equipe, na produção de resultados no cuidado dos usuários e da população. Objetivo: Analisar o clima de trabalho em equipe dos NASF-AB. Métodos: Trata-se de um estudo quantitativo transversal, de casos múltiplos (João Pessoa/PB e Campo Grande/MS). A amostra foi composta por 182 profissionais dos NASF-AB dessas duas capitais. Para obtenção dos dados, foi aplicado, no período de janeiro a março de 2020, um questionário estruturado com questões que caracterizavam os participantes e seu processo de trabalho e a Escala de Clima de Equipe (ECE). Para armazenamento, processamento e análise, utilizou-se o programa Excel e o pacote estatístico R. Os entrevistados foram agrupados por equipes e calculado seu escore total (média dos escores individuais da ECE). A partir disso, as equipes foram classificadas em 4 tipos. Resultados: O NASF-AB foi composto por 10 diferentes profissões, sendo os fisioterapeutas os mais prevalentes. Predominaram profissionais adultos jovens, mulheres, especialistas, que desejavam trabalhar no NASF-AB, formados há cerca de 9 anos, com uma média de 4 anos de experiência na APS e com uma média de 2 anos de vínculo com suas atuais equipes. Os profissionais estavam satisfeitos com seu próprio trabalho e com o da sua equipe, com o relacionamento e a comunicação com os outros membros da equipe, com o gestor da unidade e com o quanto seu trabalho era centrado nas necessidades dos usuários, porém insatisfeitos com a infraestrutura das unidades. Os atendimentos realizados foram predominantemente individuais e com ações curativistas. Desenvolveu-se um modelo analítico das características de fisioterapeutas e de seu processo de trabalho no NASF-AB, evidenciando que é centrado nas necessidades dos usuários. Foi visto que equipes que apoiam novas ideias, têm clareza dos objetivos da equipe, adequada orientação para tarefas e que desenvolvem menos atividades com outros profissionais do NASF-AB e da ESF, são aquelas que tiveram melhor clima de trabalho em equipe. Conclusões: Para que haja um bom clima de trabalho em equipe e que a colaboração interprofissional aconteça na prática, é de mister importância o envolvimento dos profissionais. Assim, a educação permanente é fundamental para a transformação do fazer profissional, de forma integrada e colaborativa. Ademais, deve-se promover o desenvolvimento de espaços dialógicos, a implantação de estratégias, o apoio institucional, o encontro das equipes, a troca de saberes, o compartilhamento de práticas e a definição de planos de ação com um sistema de contrarreferência funcionante.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapt_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisioterapiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia



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