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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38088
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSousa, Mariana Lima de-
dc.date.accessioned2026-05-17T16:56:53Z-
dc.date.available2026-01-17-
dc.date.available2026-05-17T16:56:53Z-
dc.date.issued2025-10-24-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38088-
dc.description.abstractMenstrual poverty refers to the lack of access to menstrual hygiene products, running water, basic sanitation, medication, and information about one's own body. Combined with the unavailability of menstrual containment items, this condition leads menstruating individuals to use improvised alternatives, which may result in urinary tract infections and even life-threatening complications. It affects girls, women, trans men, and non-binary people, and because the topic is historically surrounded by taboos and stigma, there is a scarcity of data and public debate, whose most immediate impact is school absenteeism, severely compromising educational trajectories. This study aims to analyze human rights violetonas arising from menstrual poverty within the educational context of João Pessoa, Brazil, focusing on students enrolled in the 6th to 9th grades. This exploratory and qualitative research was conducted through fieldwork involving questionnaires and discussion circles with 21 menstruating participants. The main findings reveal that most participants are Black or Brown individuals from low-income backgrounds who spend much of their school years menstruating; that absenteeism is the most frequent consequence, with participants missing more than 50 school days per year, generating a perceived academic lag compared to boys; that shame is the most prevalent feeling, accompanied by persistent menstrual stigmas; that bullying directly affects their well-being; and that there is a curricular and institutional gap in addressing the topic, reflected in the absence of school activities and lack of teacher preparation, which hinder adequate support and limit anti-bullying actions essential for ensuring access and school retention. The study concludes that there is still a long path ahead in combating menstrual poverty in educational settings, highlighting the need for teacher training, improvements in school infrastructure, and the incorporation of a curriculum grounded in education in and for Human Rights as essential strategies for building a more just and equitable society.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-05-17T16:56:53Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MarianaLimaDeSousa_Dissert.pdf: 57301965 bytes, checksum: 0ca77d7119c43ca483c3e8a0f654d443 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-05-17T16:56:53Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MarianaLimaDeSousa_Dissert.pdf: 57301965 bytes, checksum: 0ca77d7119c43ca483c3e8a0f654d443 (MD5) Previous issue date: 2025-10-24en
dc.description.sponsorshipPró-Reitoria de Pós-graduação da UFPB (PRPG/UFPB)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectDireitos Humanos - educaçãopt_BR
dc.subjectPobreza menstrualpt_BR
dc.subjectAdolescênciapt_BR
dc.subjectPolíticas públicaspt_BR
dc.subjectCidadaniapt_BR
dc.subjectEducação em e para Direitos Humanospt_BR
dc.subjectPeriod povertypt_BR
dc.subjectAdolescencept_BR
dc.subjectHuman Rights Educationpt_BR
dc.subjectPublic Policypt_BR
dc.subjectCitizenshippt_BR
dc.title"Meu medo mesmo é de menstruar na escola? : violações de direitos humanos contra adolescentes em decorrência da pobreza menstrual na cidade de João Pessoa-PB"pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Tannuss, Rebecka Wanderley-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6567938605876275pt_BR
dc.contributor.referee1Rabay, Gloria De Lourdes Freire-
dc.contributor.referee1LattesLattes não recuperado em 17/05/2026 ORCID iD não recuperado em 17/05/2026pt_BR
dc.contributor.referee2Garcia, Renata Monteiro-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3086060659160648pt_BR
dc.contributor.referee3Santos, Gislene Aparecida Dos-
dc.contributor.referee3LattesLattes não recuperado em 17/05/2026 ORCID iD não recuperado em 17/05/2026pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2480327211562292pt_BR
dc.description.resumoA pobreza menstrual diz respeito à falta de acesso a itens de higiene menstrual, água encanada, saneamento básico, medicamentos e informações sobre o próprio corpo. Somada à indisponibilidade de itens de contenção de fluxo, essa condição leva pessoas que menstruam a utilizarem meios alternativos para contê-lo, o que pode resultar em infecções do trato urinário e até em risco de morte. A pobreza menstrual afeta meninas, mulheres, homens trans e pessoas não binárias e, por ser um tema historicamente marcado por tabus e estigmas, há escassez de dados e debates, cujo impacto mais imediato é o absenteísmo escolar, prejudicando de forma intensa a trajetória educacional. Esta pesquisa tem como objetivo analisar as violações de direitos humanos decorrentes da pobreza menstrual no âmbito educacional do município de João Pessoa, junto a alunas dos 6°, 7°, 8º e 9º anos. Trata-se de um estudo exploratório e qualitativo, desenvolvido a partir de pesquisa de campo com aplicação de questionário e realização de rodas de conversa com 21 pessoas que menstruam. Os principais resultados revelam que: a) o perfil socioeconômico das participantes evidencia que são, em sua maioria, pessoas pretas e pardas, de baixa renda, que passam grande parte da trajetória escolar menstruando; b) o absenteismo escolar é a consequência mais frequente, sendo que, diferentemente do que indica a literatura, as participantes chegam a faltar mais de 50 dias do ano letivo, o que gera a percepção de atraso em relação aos meninos; c) a vergonha é o sentimento mais recorrente, acompanhada de inúmeros estigmas menstruais; d) o bullying impacta diretamente o bem-estar das participantes; e) há uma lacuna curricular e institucional quanto ao tratamento do tema - a ausência de atividades escolares sobre o assunto e a falta de preparo dos profissionais para abordá-lo afetam diretamente o acolhimento das pessoas que menstruam e limitam ações de enfrentamento ao bullying, fundamentais para garantir o acesso e a permanência escolar. Conclui-se, a partir dos dados coletados, que ainda há um longo caminho a percorrer no combate à pobreza menstrual nas escolas. São necessárias ações voltadas à formação de professores, melhorias na infraestrutura escolar e a incorporação de um currículo orientado por uma educação em e para os Direitos Humanos, de modo a favorecer a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCidadania e Direitos Humanospt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos

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