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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38202
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorGuimarães, Maria Santos-
dc.date.accessioned2026-05-29T16:17:35Z-
dc.date.available2026-05-29-
dc.date.available2026-05-29T16:17:35Z-
dc.date.issued2026-04-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38202-
dc.description.abstractThe COVID-19 pandemic accelerated the adoption of remote work, shifting labor activities to the domestic environment on an emergency basis and, frequently, without adequate ergonomic support. This study aims to evaluate the impacts of the lack of ergonomic and organizational adaptation in the home office regime on the physical and mental health of professionals, identifying how the improvisation of the workstation affects employee well-being. The methodology is characterized as a descriptive research of a quantitative nature, conducted through a data survey with 62 professionals working in remote or hybrid models. The results revealed a critical lack of infrastructure: most respondents use improvised furniture, such as chairs without lumbar support and inadequate desks, which correlates directly with the high rates of reported lower back pain (68.94%) and cervical pain (75.85%). Within the organizational scope, it was identified that hyperconnectivity and attention fragmentation caused by digital notifications are vectors of exhaustion. It was observed that the “flexibility trap” and the lack of boundaries between personal and professional life aggravate stress, while the lack of instruction provided by companies (87.9%) highlights corporate negligence regarding occupational health in telework. It is concluded that the sustainability of remote work requires organizations to transcend technological support and implement improvements in mental workload management and the physical ergonomics of home-based workstations, aiming to mitigate employee illness and ensure long-term productive efficiency.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Rosangela Palmeira (rosangelapalmeira@yahoo.com.br) on 2026-05-29T16:17:35Z No. of bitstreams: 1 Armadilha do home office TCC.pdf: 2217033 bytes, checksum: 2f9a2857d7f543c4b3a862c01edae1b1 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-05-29T16:17:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Armadilha do home office TCC.pdf: 2217033 bytes, checksum: 2f9a2857d7f543c4b3a862c01edae1b1 (MD5) Previous issue date: 2026-04-09en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectErgonomiapt_BR
dc.subjectTeletrabalhopt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectHome officept_BR
dc.titleA armadilha do home office: um recorte dos impactos da improvisação ergonômica na saúde física e mental do trabalhadorpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Borges, Fábio Morais-
dc.description.resumoA pandemia de COVID-19 acelerou a adoção do trabalho remoto, transpondo as atividades laborais para o ambiente doméstico de forma emergencial e, frequentemente, sem o suporte ergonômico adequado. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar os impactos da falta de adaptação ergonômica e organizacional no regime de home office sobre a saúde física e mental dos profissionais, identificando como a improvisação do posto de trabalho afeta o bem-estar do colaborador. A metodologia caracteriza-se como uma pesquisa descritiva de natureza quantitativa, realizada por meio de um levantamento de dados (Survey) com 62 profissionais que atuam no modelo remoto ou híbrido. Os resultados revelaram uma carência crítica de infraestrutura: a maioria dos respondentes utiliza mobiliário improvisado, como cadeira sem suporte lombar e mesas inadequadas, o que se correlaciona diretamente com os altos índices de dor lombar (68,94%) e cervical (75,85%) reportados. No âmbito organizacional, identificou-se que a hiperconectividade e a fragmentação da atenção por notificações digitais são vetores de exaustão. Observou-se que a “armadilha da flexibilidade” e a falta de fronteiras entre a vida pessoal e profissional agravam o estresse, enquanto a falta de instrução por parte das empresas (87,9%) evidencia uma negligência corporativa quanto à saúde ocupacional no teletrabalho. Conclui-se que a sustentabilidade do trabalho remoto exige que as organizações transcendam o suporte tecnológico e implementem melhorias na gestão da carga mental e na ergonomia física dos postos domiciliares, visando mitigar o adoecimento dos colaboradores e garantir a eficiência produtiva a longo prazo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEngenharia de Produçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA DE PRODUCAOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Engenharia de Produção Mecânica

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