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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38205
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Luiz Eduardo do Nascimento Chaves da-
dc.date.accessioned2026-05-29T16:59:33Z-
dc.date.available2026-05-29-
dc.date.available2026-05-29T16:59:33Z-
dc.date.issued2026-04-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38205-
dc.description.abstractClimate change has intensified extreme phenomena in cities, such as heat waves, floods, and soil instability, highlighting the need for sustainable urban adaptation strategies. In this context, urban tree cover stands out as an important green infrastructure capable of promoting microclimatic regulation, improving environmental quality, and increasing urban resilience. This study aimed to analyze the relationship between land use and land cover, vegetation cover, and urban surface temperature in the municipality of João Pessoa, Paraíba State, Brazil, emphasizing the role of urban forestry as a strategy for climate change adaptation and mitigation of urban heat islands. The methodology was based on the analysis of satellite images and geospatial data processing, using indicators such as the Normalized Difference Vegetation Index (NDVI), vegetation fraction, emissivity estimation, and surface temperature calculation for the years 2004, 2014, and 2024. The results showed that areas with lower vegetation cover and higher soil impermeabilization present higher surface temperatures, indicating the formation of urban heat islands. Conversely, regions with greater vegetation density exhibited lower temperatures, confirming the role of urban trees in thermal regulation and microclimate improvement. The research also identified priority areas for expanding vegetation cover and proposed guidelines for urban tree planning and management as a climate adaptation tool. It is concluded that expanding and properly planning urban forestry is a key strategy for strengthening environmental resilience, improving quality of life, and promoting more sustainable cities.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Rosangela Palmeira (rosangelapalmeira@yahoo.com.br) on 2026-05-29T16:59:33Z No. of bitstreams: 1 TCC_LuizEduardo_VersãoFinal (3) (1).pdf: 2020772 bytes, checksum: 765b4f8e95229f74662d0cc9e3ec9938 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-05-29T16:59:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TCC_LuizEduardo_VersãoFinal (3) (1).pdf: 2020772 bytes, checksum: 765b4f8e95229f74662d0cc9e3ec9938 (MD5) Previous issue date: 2026-04-10en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectarborização urbanapt_BR
dc.subjectíndice de vegetaçãopt_BR
dc.subjectregulações microclimáticaspt_BR
dc.subjectinfraestrutura verdept_BR
dc.titleA arborização urbana como estratégia de adaptação às mudanças climáticas: relações entre uso e ocupação do solo e temperatura urbana no município de João Pessoa ? PB, Brasilpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Filgueira, Hamilcar José Almeida-
dc.description.resumoAs mudanças climáticas têm intensificado fenômenos extremos nas cidades, como ondas de calor, enchentes e instabilidade do solo, tornando necessário o desenvolvimento de estratégias de adaptação urbana baseadas em soluções sustentáveis. Nesse contexto, a arborização urbana destaca-se como uma importante infraestrutura verde capaz de promover regulação microclimática, melhoria da qualidade ambiental e aumento da resiliência urbana. O presente trabalho teve como objetivo analisar a relação entre o uso e ocupação do solo, a cobertura vegetal e a temperatura da superfície urbana no município de João Pessoa – PB, Brasil, destacando o papel da arborização urbana como estratégia de adaptação às mudanças climáticas e mitigação das ilhas de calor. A metodologia baseou-se na análise de imagens de satélite e no processamento de dados geoespaciais, utilizando indicadores como o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (IVDN), fração de vegetação, estimativa de emissividade e cálculo da temperatura de superfície, considerando os anos de 2004, 2014 e 2024. Os resultados indicaram que áreas com menor cobertura vegetal e maior impermeabilização do solo, apresentam temperaturas superficiais mais elevadas, evidenciando a formação de ilhas de calor urbanas. Por outro lado, regiões com maior presença de vegetação demonstraram temperaturas mais amenas, confirmando o papel da arborização na regulação térmica e na melhoria das condições microclimáticas. A pesquisa também identificou áreas prioritárias para expansão da cobertura vegetal e propôs diretrizes para o planejamento e manejo da arborização urbana como instrumento de adaptação climática. Conclui-se que a ampliação e o planejamento adequado da arborização urbana constituem estratégias fundamentais para o fortalecimento da resiliência ambiental, a melhoria da qualidade de vida da população e a construção de cidades mais sustentáveis.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEngenharia Civil e Ambientalpt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA CIVILpt_BR
Aparece nas coleções:CT - TCC - Engenharia Civil e Ambiental

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