Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38218
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMendes, Mayara Ellen Morais de Oliveira-
dc.date.accessioned2026-06-03T18:48:22Z-
dc.date.available2022-08-07-
dc.date.available2026-06-03T18:48:22Z-
dc.date.issued2022-03-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38218-
dc.description.abstractThe reality of adolescents and youngs deprived of their liberty in Brazilian juvenile detention centers is marked not only by the violation of rights in the present, but also by a history of various types of violence prior to detention. In this sense, rebellions are events that permeate the daily life of the units. The concept of resistance is used to analyze the rebellions as social movements of youth with whom the law comes into conflict, in a confrontation with the contradictions of capitalist society. It also talks about the juvenile experiences in the contexts of development from the perspective of Vygotsky's Cultural-Historical Psychology to understand how these forms of violence occur in social relations, being internalized and starting to guide the development. In light of this, the general objective of this research is to analyze the rebellions that take place in detention units for adolescents and young people who come into conflict with the law, under the assumption that they are forms of expressions and reactions to domination. To reach the objectives, a qualitative research was carried out, composed of a documental research and open interviews with social actors that are part of the Socioeducation Policy in Paraíba, Brazil. For analysis we proceeded with the Constant Comparative Analysis made with the support of the MaxQDA Software. The results inform that the rebellions occur in the form of a process and taking place in a context of daily and incessant violations, being motivated by various elements such as power relations, feelings of revolt against reality and the desire for freedom. They give rise to experiences determined by the domination of juvenile affections, that are considered inadequate. Thus, the analyses indicate that rebellions are movements of juvenile resistance against the experience of a context of violations of rights and domination of their affections, which, when reaching the limit of the unbearable, culminate in acts of revolt against oppressive structures.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Marília Cosmos (marilia@biblioteca.ufpb.br) on 2026-06-03T18:48:22Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MayaraEllenMoraisDeOliveiraMendes_Dissert.pdf: 1855687 bytes, checksum: 972a692013fbe56b1095dc606265790f (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-06-03T18:48:22Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MayaraEllenMoraisDeOliveiraMendes_Dissert.pdf: 1855687 bytes, checksum: 972a692013fbe56b1095dc606265790f (MD5) Previous issue date: 2022-03-30en
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectPsicologia socialpt_BR
dc.subjectMedidas socioeducativaspt_BR
dc.subjectResistência juvenilpt_BR
dc.subjectPsicologia histórico-culturapt_BR
dc.subjectRebeliãopt_BR
dc.subjectVivênciapt_BR
dc.subjectResistancept_BR
dc.subjectRebellionpt_BR
dc.subjectSocioeducational measurespt_BR
dc.subjectYouthpt_BR
dc.subjectExperiencept_BR
dc.subjectCultural historical psychologypt_BR
dc.title"O bagulho ficou doido": as (re)xistências juvenis no sistema socioeducativopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Alberto, Maria de Fatima Pereira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5329252433928179pt_BR
dc.contributor.referee1Pessoa, Manuella Castelo Branco-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4977774771129246pt_BR
dc.contributor.referee2Souza, Paulo César Zambroni de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3852028491893471pt_BR
dc.contributor.referee3Garcia, Renata Monteiro-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3086060659160648pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1371595485021968pt_BR
dc.description.resumoA realidade de adolescentes e jovens privados de liberdade em unidades socioeducativas brasileiras é marcada não só pela violação de direitos no presente, como por um histórico de violências diversas anteriores à internação. Nesse sentido, rebeliões são acontecimentos que perpassam o cotidiano da vida nas unidades. Faz-se uso do conceito de resistência para analisar as rebeliões enquanto movimentos sociais da juventude com quem a lei entra em conflito, num enfrentamento às contradições da sociedade capitalista. Trata também das vivências juvenis nos contextos de desenvolvimento a partir da perspectiva da Psicologia Histórico-Cultural de Vigotski para compreender como essas formas de violências se dão nas relações sociais, sendo internalizadas e passando a guiar o desenvolvimento. Diante disso, o objetivo geral desta pesquisa é analisar as rebeliões que acontecem em unidades socioeducativas de internação para adolescentes e jovens com quem a lei entra em conflito, tendo como pressuposto de que elas são formas de expressões e reações à dominação. Para atingir os objetivos, foi realizada uma pesquisa qualitativa, composta por uma pesquisa documental e entrevistas abertas com atores sociais que fazem parte da política de Socioeducação na Paraíba, Brasil. Para a análise, procedeu-se com a Análise Comparativa Constante, feita com o apoio do Software MaxQDA. Os resultados informam que as rebeliões acontecem na forma de um processo, marcadas por se darem num contexto de violações diárias e incessantes e, sendo motivadas por elementos diversos, como as relações de poder, os sentimentos de revolta frente à realidade e os desejos de liberdade. Ensejam vivências determinadas pela dominação dos afetos juvenis considerados inadequados. Deste modo, as análises indicam que as rebeliões são movimentos de resistência juvenis diante da vivência de um contexto de violações de direitos e dominação de seus afetos, que, ao atingirem o limite do insuportável, culminam em atos de rebeldia contra as estruturas opressivas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentPsicologia Socialpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
MayaraEllenMoraisDeOliveiraMendes_Dissert.pdf1,81 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons