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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38251
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorNogueira, Christina Gladys de Mingareli-
dc.date.accessioned2026-06-28T01:11:25Z-
dc.date.available2026-04-28-
dc.date.available2026-06-28T01:11:25Z-
dc.date.issued2024-11-29-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38251-
dc.description.abstractThis thesis discusses anthropologically the children and adolescents who, with their parental authority suspended or withdrawn, experience the guardianship of the State in shelters in a municipality in Paraíba. The daily life in the shelters, the concentrated listenings and the listening of the children (in the institutional scope and in the development of the research) are central to the ethnographic analysis. A set of qualitative research techniques are used, including documentary mapping, bibliographic resources, observation of events, semi-structured interviews, recorded conversations and research small corners with children and adolescents, with dialogues and creation of drawings. The asymmetrical encounter, in terms of legal power, regarding social, racial and gender hierarchies, in addition to generational tensions, among the social actors with whom I maintained dialogue, namely: children and adolescents, their families, agents of the State - Institutions of the Court, Children's Prosecutor's Office, Public Defender's Office, Guardianship Council, OAB, Municipal Government Executive and Civil Society Organization, is analyzed in an intersectional way. Understanding the processes that result in these encounters of lives, especially within institutional shelters, is key to analyzing state practices of regulating lives, showing how public policies are intended, statistics are built, and technologies are used to govern lives. The stories of these children and adolescents in shelters and their families, the experiences lived by professionals, provoke us to problematize the contradictions of actions that, in seeking to promote rights, sew up others and create wounds, as a “great hypocrisy (producing) reserved destinies,” in the words of an institutionalized child, a research interlocutor, now an adolescent and an “cherished niece”.pt_BR
dc.description.abstractEsta tesis aborda antropológicamente a los niños y adolescentes que, con su poder familiar suspendido o retirado, viven la tutela estatal en albergues de un municipio de Paraíba. La vida cotidiana en los albergues, las audiencias concentradas y la escucha de los niños (en el contexto institucional y durante la investigación) son centrales en el análisis etnográfico. Se utiliza un conjunto de técnicas de investigación cualitativa, incluyendo mapeo de documentos, recursos bibliográficos, observación de eventos, entrevistas semi-estructuradas, conversaciones grabadas y círculos de investigación con niños y adolescentes, con diálogos y creación de dibujos. Se hace un análisis interseccional del encuentro asimétrico, en términos de poder jurídico, jerarquías sociales, raciales y de género, así como tensiones generacionales, entre los actores sociales con los que hablé, a saber: niños y adolescentes, sus familias, agentes estatales - las instituciones del Juzgado, la Fiscalía de la Infancia, la Defensoría Pública, el Consejo Tutelar, la OAB, el Ejecutivo Municipal y Organizaciones de la Sociedad Civil. Conocer los procesos que resultan en estos encuentros de vidas, especialmente dentro de los albergues institucionales, es clave para analizar las prácticas estatales de regulación de las vidas, mostrando cómo se diseñan las políticas públicas, se construyen las estadísticas y se utilizan las tecnologías para gobernar las vidas. Los relatos de esos niños y adolescentes albergados y de sus familias, y las experiencias vividas por los profesionales, nos provocan a problematizar las contradicciones de acciones que, mientras buscan promover derechos, cercan a otros y establecen heridas, como una “gran hipocresía (que produce) destinos reservados”, en las palabras de un niño institucionalizado, interlocutor de la investigación, hoy adolescente y «sobrina cariñosa».pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-06-28T01:11:25Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) ChristinaGladysDeMingareliNogueira_Tese_Com_Tarjamento.pdf: 10679533 bytes, checksum: ea7bf208ba416479e6854a69f712533e (MD5) ChristinaGladysDeMingareliNogueira_Tese_Sem_Tarjamento.pdf: 8944243 bytes, checksum: e26a9cbe2fe56f79759e3f1f462b09d7 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-06-28T01:11:25Z (GMT). No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) ChristinaGladysDeMingareliNogueira_Tese_Com_Tarjamento.pdf: 10679533 bytes, checksum: ea7bf208ba416479e6854a69f712533e (MD5) ChristinaGladysDeMingareliNogueira_Tese_Sem_Tarjamento.pdf: 8944243 bytes, checksum: e26a9cbe2fe56f79759e3f1f462b09d7 (MD5) Previous issue date: 2024-11-29en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectEtnografia - Infância - Tutela estatalpt_BR
dc.subjectTutela do Estado - Crianças e adolescentespt_BR
dc.subjectInfâncias Institucionalizadas - Abrigos Institucionaispt_BR
dc.subjectAudiência Concentrada - Escutas das criançapt_BR
dc.subjectChildhoodpt_BR
dc.subjectInstitutionspt_BR
dc.subjectListeningpt_BR
dc.subjectConcentrated Audiencpt_BR
dc.subjectInstitucionespt_BR
dc.subjectEscuchapt_BR
dc.title"Destinos reservados" uma etnografia sobre governo das infâncias e adolescências em audiências concentradaspt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Pires, Flávia Ferreira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6989436256176648pt_BR
dc.contributor.referee1Gutierrez, Monica Lourdes Franch-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3848871240061464pt_BR
dc.contributor.referee2Longhi, Marcia Reis-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6213186075424256pt_BR
dc.contributor.referee3Ribeiro, Fernanda Bittencourt-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3196024835975835pt_BR
dc.contributor.referee4Rodrigues Junior, Gilson José-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/1169215729060726pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1278375635746927pt_BR
dc.description.resumoEsta tese discute antropologicamente sobre infâncias e adolescências que, com o poder familiar suspenso ou retirado, vivenciam a tutela do Estado em abrigos de um município da Paraíba. O cotidiano nos abrigos, as audiências concentradas e as escutas das crianças (no âmbito institucional e no desenvolvimento da pesquisa) são centrais na análise etnográfica. Utiliza-se um conjunto de técnicas de pesquisa qualitativa, incluindo mapeamento documental, recursos bibliográficos, observação de eventos, entrevistas semiestruturadas, conversas gravadas e os cantinhos da pesquisa com crianças e adolescentes, com diálogos e confecção de desenhos. Analisa-se, de modo interseccional, o encontro assimétrico, em termos do poder legal, no que tange as hierarquias social, racial e de gênero, além das tensões geracionais, entre os atores sociais que mantive interlocução, a saber: crianças e adolescentes, seus familiares, agentes do Estado - Instituições do Juizado, Promotoria da Infância, Defensoria Pública, Conselho Tutelar, OAB, Executivo Governamental Municipal e Organização da Sociedade Civil. Conhecer os processos que resultam nesses encontros de vidas, sobretudo dentro de abrigos institucionais é uma chave para analisar as práticas estatais de regulação de vidas, mostrando como políticas públicas são destinadas, estatísticas são construídas e tecnologias são utilizadas para governar vidas. As histórias dessas crianças e adolescente em abrigos e de suas famílias, as experiências vividas pelos profissionais nos provocam a problematizar as contradições de ações que ao buscarem promover direitos, cerziam outros e instauraram feridas, como uma “grande hipocrisia (produtora de) destinos reservados”, nas palavras de uma criança institucionaliza, interlocutora da pesquisa, hoje adolescente e uma “sobrinha afetiva”.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEducaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Antropologia



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