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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38261
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Camilla Jerssica da Silva-
dc.date.accessioned2026-07-04T20:47:19Z-
dc.date.available2026-04-13-
dc.date.available2026-07-04T20:47:19Z-
dc.date.issued2026-02-20-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38261-
dc.description.abstractThis thesis analyzed the influence of eco-hydrological and biogeomorphological seasonality on the morphology of non-perennial rivers in the Riacho do Tigre basin, located in the semi-arid region of Paraíba, Brazil. The main objective was to examine how eco-hydrological and biogeomorphological seasonal dynamics control the morphology of non-perennial rivers, particularly by understanding how seasonal hydrological variations influence vegetation distribution and resilience, as well as channel morphological evolution.The methodology integrated multiscale analyses: at the drainage network scale, using Sentinel-2 NDVI time series (2016–2023) and rainfall data; at the reach scale, through UAV-based monitoring for the production of orthomosaics, digital terrain models (DTMs), and calculation of the VIgreen index; and at the quadrat scale, using permanent plots to monitor ecological succession across different geomorphic units (channel bed, bars, and margins).The results demonstrated a strong positive correlation between NDVI and accumulated precipitation (60–90 days), highlighting the rapid response of vegetation to rainfall pulses. Monitoring with VIgreen revealed marked seasonal dynamics, with increased vegetation biomass during the rainy season and reduction during dry periods. Quadrat monitoring showed that geomorphic units such as pools and margins sustain higher vegetation diversity and stability, whereas bars and active channels exhibit greater species turnover. Morphological analysis identified the instability dynamics of unvegetated sediment bars, in contrast to the stability of vegetated bars, which were only significantly reshaped by extreme hydrological events.It is concluded that the interaction among hydrology, geomorphology, and vegetation constitutes a non-linear system, sensitive to specific hydrological thresholds, with seasonality acting as a key driver of morphodynamics and ecological organization in non-perennial channels. These findings highlight the importance of incorporating eco-hydrological and biogeomorphological approaches in the understanding and management of fluvial systems in semi-arid regions.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Jose Rodrigues Paiva (mariaj.paiva@biblioteca.ufpb.br) on 2026-07-04T20:47:19Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) CamillaJerssicaDaSilvaSantos_Tese_Com_Tarjamento.pdf: 32023963 bytes, checksum: 87049e415e588235981ba57940d3cc78 (MD5) CamillaJerssicaDaSilvaSantos_Tese_Sem_Tarjamento.pdf: 13418211 bytes, checksum: ecbe0cac33c526f9420c8bdf6ecc9456 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectVegetação ripáriapt_BR
dc.subjectSemiáridopt_BR
dc.subjectMonitoramentopt_BR
dc.subjectRiparian vegetationpt_BR
dc.subjectSemi-aridpt_BR
dc.subjectMonitoringpt_BR
dc.titleInfluência da sazonalidade eco-hidrológicas e biogeomorfológica em rios não perenespt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Jonas Otaviano Praça de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6063138379277332pt_BR
dc.contributor.referee1Souza, Bartolomeu Israel de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7944996933649086pt_BR
dc.contributor.referee2Yrizar, Angelina Martinez-
dc.contributor.referee2LattesLattes não recuperado em 04/07/2026pt_BR
dc.contributor.referee3Araújo, Elânia Daniele Silva-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5390924346805141pt_BR
dc.contributor.referee4Cavalcanti, Lucas Costa de Souza-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/0571151043430712pt_BR
dc.contributor.referee5Valdati, Jairo-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/7196077646751561pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4570294135822251pt_BR
dc.description.resumoEsta tese analisou a influência da sazonalidade eco-hidrológica e biogeomorfológica na morfologia de rios não perenes na bacia do Riacho do Tigre, no semiárido paraibano. O objetivo de analisar como as sazonalidades eco-hidrológicas e biogeomorfológicas controlam a morfologia de rios não perenes, principalmente compreender como as variações hidrológicas sazonais controlam a distribuição e resiliência da vegetação e a evolução morfológica dos canais. A metodologia integrou análises multiescalares: em rede de drenagem, utilizando séries temporais de NDVI do Sentinel-2 (2016-2023) e dados pluviométricos; em trecho, com monitoramento por VANTs para produção de ortomosaicos, MDTs e cálculo do índice VIgreen; e em quadrante, com parcelas permanentes para monitoramento detalhado da sucessão ecológica em diferentes unidades geomórficas (leito, barra, margem). Os resultados demonstraram uma forte correlação positiva entre o NDVI e a precipitação acumulada (60-90 dias), evidenciando a rápida resposta da vegetação aos pulsos de chuva. O monitoramento com VIgreen revelou uma dinâmica sazonal marcante, com aumento da biomassa vegetal nos períodos chuvosos e redução na estiagem. O monitoramento dos quadrantes mostrou que unidades geomórficas como poços e margens sustentam maior diversidade e estabilidade vegetal, enquanto barras e leitos ativos apresentam rotatividade de espécies. A análise morfológica identificou a dinâmica de instabilidade das barras de sedimento sem vegetação, contrastando com a estabilidade das barras vegetadas, que só foram significativamente remodeladas por eventos hidrológicos extremos. Conclui-se que a interação entre hidrologia, geomorfologia e vegetação constitui um sistema não linear, sensível a limiares hidrológicos específicos, sendo a sazonalidade um fator determinante para a morfodinâmica e a organização ecológica dos canais não perenes. Os resultados reforçam a importância da incorporação de abordagens eco-hidrológicas e biogeomorfológicas na compreensão e na gestão de sistemas fluviais em regiões semiáridas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentGeografiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIASpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) - Programa de Pós-Graduação em Geografia



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