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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38430
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorLaurindo, Maria Vitória Moreno-
dc.date.accessioned2026-07-21T20:35:50Z-
dc.date.available2026-05-06-
dc.date.available2026-07-21T20:35:50Z-
dc.date.issued2026-03-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38430-
dc.description.abstractTo think about other ways of existence that challenge Eurocentric, capitalist, patriarchal, and Christian logics is a daily and continuous exercise. This research develops from the sertões as conceptualized by Ana Maria Veiga, understood here as places distant from major urban centers where other forms of knowledge and narratives persist. As an investigation, it also proposes to engage with the counter-colonial movement of Nêgo Bispo by discussing practices of healing, health promotion, well-being, counseling, herbal teas, and blessings developed in these places considered non-central. I also draw on the thought of Durval Muniz de Albuquerque Júnior when addressing the construction of stereotyped imaginaries that associate the Northeast solely with hunger, drought, and lack. Considering the rezadeiras as women healers, as argued by Veiga, I ground these discussions in decolonial studies, Global South feminism, and the reflections of Black intellectuals in order to think through these questions. Regarding the interviews, I draw on oral history through the works of Marta Rovai and Alessandro Portelli, on Vânia Vasconcelos’ concept of feminismo aprendente, on Ana Veiga’s proposal to decolonize through sertanidades, and on Leda Maria Martins’ concept of spiral temporality. The knowledge of sertanejo women healers is crossed by colonization and coloniality; nevertheless, it is fundamental for understanding part of Brazil’s history, as well as its limits and possibilities. It is from this perspective that this work seeks to contribute to both regional and national historiographies.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-07-21T20:35:50Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Laurindo, Maria Vitória Moreno TCc.pdf: 9703392 bytes, checksum: 039df2743f395db94c39a89559e062b6 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-07-21T20:35:50Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Laurindo, Maria Vitória Moreno TCc.pdf: 9703392 bytes, checksum: 039df2743f395db94c39a89559e062b6 (MD5) Previous issue date: 2026-03-30en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectRezadeiraspt_BR
dc.subjectHistória oralpt_BR
dc.subjectSertanidadespt_BR
dc.subjectPráticas de curapt_BR
dc.subjectRezadeiraspt_BR
dc.subjectOral historypt_BR
dc.subjectSertanidadespt_BR
dc.subjectHealing practicespt_BR
dc.titleSaberes, fé e resistência : o cuidado de si e do outro por meio de rezadeiras do sertão paraibano no século XXIpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Veiga, Ana Maria-
dc.description.resumoPensar em maneiras outras de existência que confrontam a lógica eurocêntrica, capitalista, machista e cristã é um exercício diário e contínuo. Esta pesquisa se desenvolve a partir dos sertões pensados por Ana Maria Veiga, entendidos aqui como lugares distantes dos grandes centros urbanos, onde resistem saberes e narrativas outras. Enquanto investigação, propõe-se também a dialogar com o movimento contracolonial de Nêgo Bispo ao discutir práticas de cura, de promoção da saúde, de bem-estar, aconselhamentos, chás e benzeduras desenvolvidos nesses lugares considerados não centrais. Amparo-me ainda no pensamento de Durval Muniz de Albuquerque Júnior ao tratar das construções do imaginário estereotipado que associa o Nordeste apenas à fome, à seca e à falta. Considerando as rezadeiras como mulheres de cura, como defende Veiga, procuro embasar as discussões a partir dos estudos decoloniais, dos feminismos do Sul global e das reflexões de intelectuais negras para pensar essas questões. Com relação às entrevistas, recorro à história oral por meio dos textos de Marta Rovai e Alessandro Portelli, ao feminismo aprendente de Vânia Vasconcelos, à proposta de descolonizar a partir das sertanidades de Ana Veiga e ao conceito de tempo espiralar de Leda Maria Martins. Os saberes das mulheres sertanejas de cura são atravessados pela colonização e pela colonialidade, no entanto, são fundamentais para compreender parte da história do Brasil, como também dos seus limites e possibilidades. É com esta perspectiva que este trabalho pretende contribuir para as historiografias regional e nacional.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
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