Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38513
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorNóbrega, Renato de Medeiros-
dc.date.accessioned2026-07-24T20:49:13Z-
dc.date.available2026-02-16-
dc.date.available2026-07-24T20:49:13Z-
dc.date.issued2025-11-17-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38513-
dc.description.abstractThis research aims to identify how the concept of nature, as seen by English Romanticism, was translated into Aldous Huxley's Brave New World (1932). As a dystopia focused on authoritarian repression, its plot criticizes mass control maneuvers, acting as a "fire warning" (Hilário, 2013). Aldous Huxley is an English writer who excels at instigating critical thought by fictionalizing "societies of control" (Costa, 2004). In his work, the urban center is averse to representations of nature in the formation of the category of "space." Huxley presents a highly alienated London, viewing nature as an escape mechanism and a symbol of freedom. The research infers the possible influence of the English Romantic movement on the corpus, as it was a precursor to narratives where nature serves as a refuge. The bibliographic framework guides the analysis through the following organization: the first chapter conceptualizes the dystopia genre with the aid of texts from authors such as Gregory Claeys (2017), Débora Loane do Amaral e Souza (2019), and Leomir Cardoso Hilário (2013). The second chapter focuses on how nature emerges as a representation of freedom in this literary context, based on the writings of Edmund Blunden (1949), Rodrigo Campos (2022), and Evanir Pavloski (2017). Finally, the third chapter focuses on the analysis and rethinks the relationship between humans and the natural world aiming for more human pathways.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2026-07-24T20:49:13Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) RenatoDeMedeirosNóbrega_Dissert_Com_Tarjamento.pdf: 923421 bytes, checksum: cd218430d7dd7119d9b8816863d02cbd (MD5) RenatoDeMedeirosNóbrega_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 840763 bytes, checksum: 950139be870df1284eeeaf085023ae4c (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-07-24T20:49:13Z (GMT). No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) RenatoDeMedeirosNóbrega_Dissert_Com_Tarjamento.pdf: 923421 bytes, checksum: cd218430d7dd7119d9b8816863d02cbd (MD5) RenatoDeMedeirosNóbrega_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 840763 bytes, checksum: 950139be870df1284eeeaf085023ae4c (MD5) Previous issue date: 2025-11-17en
dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectDistopiapt_BR
dc.subjectFicçãopt_BR
dc.subjectRomantismopt_BR
dc.subjectNaturezapt_BR
dc.subjectDystopiapt_BR
dc.subjectRomanticismpt_BR
dc.subjectNaturept_BR
dc.subjectBrave New Worldpt_BR
dc.titleUma herança romântica : a natureza como reflexo de liberdade em Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxleypt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, Luciane Alves-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4298723741829457pt_BR
dc.contributor.referee1Freire, Juliana Henriques de Luna-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6735636708449400pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Suenio Stevenson Tomaz da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8518389612992874pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3250224310199405pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa tem como objetivo identificar a maneira como a natureza, como lida no Romantismo inglês, foi traduzida em Admirável Mundo Novo (1932), do escritor Aldous Huxley. Como uma distopia sobre repressão autoritária, seu enredo critica manobras de controle de massa como um “aviso de incêndio” (Hilário, 2013). Huxley é um escritor inglês que triunfa por instigar a criticidade ao ficcionalizar “sociedades de controle” (Costa, 2004). Em sua obra, o centro urbano é avesso às representações de natureza na formação da categoria “espaço”. Huxley apresenta uma Londres altamente alienada, utilizando a natureza como refúgio e símbolo de liberdade. A pesquisa infere a possível influência do movimento romântico inglês sobre o corpus por ser precursor em narrativas nas quais a natureza serve como refúgio. O aporte bibliográfico guiou a análise a partir da seguinte organização de referencial: o primeiro capítulo conceitua o gênero distopia, com o auxílio de textos críticos como: Gregory Claeys (2017), Débora Loane do Amaral e Souza (2019), Leomir Cardoso Hilário (2013). Já o segundo tem enfoque na maneira como a natureza surge como representação de liberdade nesse recorte literário, a partir dos escritos de Edmund Blunden (1949), Rodrigo Campos (2022) e Evanir Pavloski (2017). Por fim, o terceiro capítulo foca na análise do romance e repensa a relação entre o humano e o natural, elucidando outros caminhos, menos automatizados e mais humanos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLetraspt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Letras

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
RenatoDeMedeirosNóbrega_Dissert_Com_Tarjamento.pdf901,78 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
RenatoDeMedeirosNóbrega_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf821,06 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir    Solicitar uma cópia


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons