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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38538
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRodrigues, Bernardo de Andrade Lima-
dc.date.accessioned2026-07-27T21:12:01Z-
dc.date.available2025-05-02-
dc.date.available2026-07-27T21:12:01Z-
dc.date.issued2025-04-22-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38538-
dc.description.abstractIn this work, I propose to analyze the book A queda para o alto, from the young poet Anderson Herzer, considering the autobiographical elements (Lejeune, 2008) written in his Depoimento and the poetics and autoficional elements presented in the Parte II of the book. From the perspective of a decolonial feminism (Lugones, 2020) and the queer theory (Butler, 2018), I seek to explore the intersections between these theories (Pereira, 2015), which allow me to analyze within the proposed framework issues of gender, class and the author’s social condition as a Febem intern: elements that are part of his context and that construct his writing. This research inevitably faces the unfortunate reality of the literary field from which I choose to investigate: besides the fact of an autobiography not being, in many cases, considered “real literature” to be analyzed, a gender-dissident author who writes about themselves and their story are often denied the right to have a literary work (Alós, 2021). In this context, the use of the autobiographical genre emerges as an important element in the construction of a representative literature of minorities from the 1980s. The voice that conducts the story, full of meaning, is not reduced here to merely a narrator or lyrical self: both in the narration and in the poems, there is a reverberation of the author’s own voice and desires (Moura, 2024; Salgado, 2018; Pamplona, 2017). Therefore, I rely on the contributions also from Amara Moira (2018) and Benjamin Neves (2023), among others, to analyze the author’s life context and to reflect on his writing conditions as well as on the constant reaffirmation of his identity.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-07-27T21:12:01Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Bernardo de Andrade_TCC.pdf: 628808 bytes, checksum: 4a042cbca9c8e41a8e0f5f52e9a7047b (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectAnderson Herzerpt_BR
dc.subjectA queda para o altopt_BR
dc.subjectAutobiografiapt_BR
dc.subjectPoemaspt_BR
dc.subjectAutobiographypt_BR
dc.subjectPoemspt_BR
dc.titlePoética do corpo : análise da experiência gênero dissidente de Anderson Herzer em ‘a queda para o alto’pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Lúcio, Ana Cristina Marinho-
dc.description.resumoNeste trabalho, me proponho a analisar a obra A queda para o alto, do jovem poeta Anderson Herzer, considerando os elementos autobiográficos (Lejeune, 2008) escritos em seu Depoimento e os elementos poéticos e autoficcionais apresentados na Parte II do livro. Sob a perspectiva de um feminismo decolonial (Lugones, 2020) e da teoria queer (Butler, 2018), busco considerar os encontros entre essas teorias (Pereira, 2015), que me permitem analisar, dentro do recorte proposto, questões de gênero, classe e condição social enquanto interno da Febem: elementos constituintes do contexto do autor e que circunscrevem sua escrita. A presente pesquisa esbarra, inevitavelmente, na infeliz realidade do campo literário do qual opto por analisar: além da autobiografia não ser, muitas vezes, considerada ‘literatura o suficiente’ para ser analisada, um autor gênero dissidente que escreve sobre si e sobre sua história não pode ter o direito de ter uma obra literária (Alós, 2021). Nisso, a utilização do gênero autobiográfico surge enquanto importante elemento de construção de uma literatura representativa a uma voz minoritária da década de 1980. Essa voz, repleta de significado, não é reduzida aqui enquanto unicamente narrador ou eu lírico: tanto em sua narração, quanto em seus poemas, há a reverberação da própria voz do autor e seus desejos (Moura, 2024; Salgado, 2018; Pamplona, 2017). Assim sendo, apoio-me nas contribuições também de Amara Moira (2018) e Benjamin Neves (2023), entre outros, para analisar o contexto de vida do autor, refletir sobre suas condições de escrita e sobre a reafirmação constante de sua identidade.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLetras Clássicas e Vernáculaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Letras - Português (Curso presencial)

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