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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38851
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorBezerra, Giulyanna Karlla Arruda-
dc.date.accessioned2026-09-02T17:04:58Z-
dc.date.available2026-01-20-
dc.date.available2026-09-02T17:04:58Z-
dc.date.issued2025-11-19-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38851-
dc.description.abstractIntroduction: Shift work is a common form of work organization in the hospital environment, allowing comprehensive and continuous patient care. One of the hospital sectors where this assistance is carried out is the Intensive Care Unit (ICU). Professionals working in shifts are exposed to specific occupational variables that often lead to sleep deprivation, fatigue, and stress, among other factors that may affect their executive functioning and sleep. Objective: To evaluate the predictive factors of executive functioning and sleep among healthcare professionals working in an Intensive Care Unit. Method: This was a cross- sectional, analytical, and exploratory study, using specific questionnaires administered at the end of day and night shifts to assess executive functioning (ADEXI), sleep quality (PSQI- BR), and daytime sleepiness (ESE and ESS) in a sample of 71 healthcare professionals (physicians, physiotherapists, nurses, and nursing technicians) from the Adult ICU of the Lauro Wanderley University Hospital (HULW), in João Pessoa – Paraíba. Results: The sample was mostly composed of married individuals (57.7%), females (62%), with a mean age of 45.3 years, holding a postgraduate degree (64.8%), and nursing technicians were the majority (46.5%). Regarding executive functioning, inferential analysis revealed a statistically significant relationship between age and working memory (the older the age, the better the performance), and between sex and inhibitory control (females showed worse performance). The variable ―hours of sleep/rest per shift‖ was significant (sleeping less than 6 hours per shift increased the prevalence of poor sleep quality), and for each additional weekly working hour, there was a 10% increase in the prevalence of poor sleep quality among these professionals. The prevalence of EDS was 53.5% according to the ESE and 36.6% according to the ESS. The variable ―mixed work shift‖ was also significant, increasing the prevalence of excessive sleepiness by 194% in these professionals. Conclusion: This study was consistent with the existing literature in showing a critical relationship between sleep and executive functioning, and that healthcare professionals are susceptible to changes in these outcomes due to their distinct work routine.pt_BR
dc.description.abstractRESUMEN Introducción: El régimen de trabajo por turnos es una forma común de organización laboral en el ámbito hospitalario, lo que permite una atención integral y continua a los pacientes. Uno de los sectores hospitalarios en los que se desarrolla esta asistencia es la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI). Los profesionales que trabajan en turnos están expuestos a variables laborales diferenciadas que suelen conducir a privación del sueño, fatiga y estrés, entre otros factores que pueden afectar su funcionamiento ejecutivo y su sueño. Objetivo: Evaluar los factores predictores del funcionamiento ejecutivo y del sueño de los profesionales de la salud que trabajan en una Unidad de Cuidados Intensivos. Método: Se trata de un estudio transversal, analítico y exploratorio, con aplicación de cuestionarios específicos al final de los turnos diurno y nocturno para evaluar el funcionamiento ejecutivo (ADEXI), la calidad del sueño (PSQI-BR) y la somnolencia diurna (ESE y ESS) en una muestra de 71 profesionales de la salud (médicos, fisioterapeutas, enfermeros y técnicos de enfermería) de la UCI de adultos del Hospital Universitario Lauro Wanderley (HULW), en el municipio de João Pessoa – Paraíba. Resultados: La muestra estuvo compuesta en su mayoría por personas casadas (57,7%), del sexo femenino (62%), con una media de edad de 45,3 años, con posgrado (64,8%), y los técnicos de enfermería fueron mayoría (46,5%). En el funcionamiento ejecutivo, el análisis inferencial reveló una relación estadísticamente significativa entre la edad y la memoria de trabajo (a mayor edad, mejor desempeño) y entre el sexo y el control inhibitorio (el sexo femenino presentó peor desempeño). La variable ―horas de sueño/descanso por turno‖ fue significativa (dormir menos de 6 horas por turno aumenta la prevalencia de mala calidad del sueño), y por cada hora adicional en la carga horaria semanal se observó un aumento del 10% en la prevalencia de mala calidad del sueño entre estos profesionales. La prevalencia de SDE fue del 53,5% según la ESE y del 36,6% según la ESS. La variable ―turno de trabajo mixto‖ también fue significativa, aumentando en un 194% la prevalencia de somnolencia excesiva en estos profesionales. Conclusión: Este estudio fue consistente con la literatura existente al mostrar que existe una relación crítica entre el sueño y el funcionamiento ejecutivo, y que los profesionales de la salud están susceptibles a alteraciones en estos desenlaces debido a su rutina laboral diferenciada.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2026-09-02T17:04:57Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) GiulyannaKarllaArrudaBezerra_Tese_Com_Tarjamento.pdf: 3175416 bytes, checksum: 2b2243b1330c6ab02574cbc73ee71a5d (MD5) GiulyannaKarllaArrudaBezerra_Tese_Sem_Tarjamento.pdf: 2473294 bytes, checksum: 94063400890b978ac9678107225013b7 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipNenhumapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectFunções executivas - Sono - Profissionais da saúdept_BR
dc.subjectSonolênciapt_BR
dc.subjectUnidade de Terapia Intensivapt_BR
dc.subjectAmbiente hospitalar - Trabalho por turnospt_BR
dc.subjectExecutive functionspt_BR
dc.subjectSleeppt_BR
dc.subjectSleepinesspt_BR
dc.subjectHealthcare professionalspt_BR
dc.subjectIntensive care unitpt_BR
dc.subjectFunciones ejecutivaspt_BR
dc.subjectSueñopt_BR
dc.subjectSomnolenciapt_BR
dc.subjectProfesionales de la saludpt_BR
dc.subjectUnidad de cuidados intensivospt_BR
dc.titleFatores preditores do funcionamento executivo e do sono em profissionais da saúde da Unidade de Terapia Intensivapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Minervino, Carla Alexandra da Silva Moita-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2458875511918628pt_BR
dc.contributor.referee1Galdino, Melyssa Kellyane Cavalcanti-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6286409609641742pt_BR
dc.contributor.referee2Meneses, Danilo Andrade de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1445440830699351pt_BR
dc.contributor.referee3Pedrosa, Rafaela-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6101532965309565pt_BR
dc.contributor.referee4Pessoa, Juliana da Costa Santos-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/6403651348719120pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5043045575955591pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O regime por turnos de plantão é uma forma de organização do trabalho bastante comum no ambiente hospitalar, permitindo uma prestação de assistência integral e contínua aos pacientes. Um dos setores hospitalares onde essa assistência é desenvolvida é a UTI. Os profissionais que trabalham por turnos estão submetidos a variáveis laborais diferenciadas que usualmente levam à privação de sono, fadiga e estresse, dentre outros fatores que podem afetar seu funcionamento executivo e sono. Objetivo: Avaliar os fatores preditores do funcionamento executivo e do sono dos profissionais da saúde que trabalham em uma Unidade de Terapia Intensiva. Método: A pesquisa foi do tipo transversal, analítica e exploratória, com aplicação de questionários específicos ao final dos plantões diurno e noturno para avaliação do Funcionamento executivo (ADEXI), da Qualidade do Sono (PSQI- BR) e da Sonolência Diurna (ESE e ESS) a uma amostra de 71 profissionais de saúde (médicos, fisioterapeutas, enfermeiros e técnicos de enfermagem) da UTI Adulto do Hospital Universitário Lauro Wanderley – HULW, no município de João Pessoa – Paraíba. Resultados: A amostra foi composta em sua maior parte de pessoas casadas (57,7%), do sexo feminino (62%), com uma média de idade de 45,3 anos, com pós-graduação (64,8%) e os profissionais Técnicos de enfermagem foram maioria (46,5%). No funcionamento executivo, a análise inferencial revelou uma relação estatisticamente significante entre idade e memória de trabalho (quanto maior a idade, melhor o desempenho) e entre Sexo e Controle Inibitório (sexo feminino piora o desempenho). A variável ―Horas de sono/repouso por plantão‖ foi significante (dormir menos de 6h por turno, aumenta a prevalência de qualidade do sono pobre), e a cada aumento de uma hora na Carga Horária Semanal observa-se um aumento de 10% na prevalência de qualidade de sono pobre entre esses profissionais. A prevalência de SDE foi de 53,5% pela ESE e de 36,6% pela ESS. A variável ―turno de trabalho misto‖ também foi significante aumentando a prevalência de sonolência excessiva em 194% nesses profissionais. Conclusão: Esse estudo foi consistente com a literatura existente em mostrar que existe uma relação crítica entre sono e funcionamento executivo e que os profissionais da saúde estão susceptíveis a alterações nesses desfechos por conta de sua rotina de trabalho diferenciada.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentPsicologiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociência Cognitiva e Comportamentopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós Graduação em Neurociências Cognitiva e Comportamento



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