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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38908
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorOliveira, Beatriz Chagas Matias de-
dc.date.accessioned2026-09-04T19:38:16Z-
dc.date.available2026-09-04T19:38:16Z-
dc.date.issued2026-07-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38908-
dc.description.abstractThis article analyzes how Hollywood cinema produced in the post-9/11 context operates as an instrument for the production of cultural violence, as conceptualized by Peace Studies. Drawing on the aesthetic turn in International Relations, it is argued that aesthetic practices naturalize the use of force, dehumanize the Other, and frame the War on Terror as inevitable and necessary. A content analysis is employed to interpret three films from the period — Iron Man (2008), Zero Dark Thirty (2012), and American Sniper (2014). Examining how symbols and aesthetic practices reveal dynamics of violence legitimation through five categories of analysis: representation of the enemy, aesthetics of violence, construction of the hero, sense of threat and moral legitimation of war. It is concluded that the identified patterns confirm the functioning of Galtung's triangle of violence, evidencing cinema as a device of symbolic power that participates in the maintenance and dissemination of narratives that legitimize violence and shape perceptions of identity. Such understanding is necessary for the critical advancement of International Relations regarding the symbolic dimensions of war.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Erika (maria.erika@academico.ufpb.br) on 2026-09-04T18:30:19Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) BCMO04092026.pdf: 2571705 bytes, checksum: af8478b4b6971766c8f702701b9c7888 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectCinemapt_BR
dc.subjectEstéticapt_BR
dc.subjectEstudos para pazpt_BR
dc.subjectViolência culturalpt_BR
dc.subjectHollywoodpt_BR
dc.titleArte, estética e violência cultural: uma análise do cinema hollywoodiano pós-11 de setembropt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Baccarini, Mariana Pimenta Oliveira-
dc.description.resumoO artigo analisa como o cinema hollywoodiano produzido no contexto pós-11 de setembro atua como instrumento de produção de violência cultural, conceituada pelos Estudos para Paz. Partindo da virada estética nas Relações Internacionais, argumenta-se que as práticas estéticas naturalizam o uso da força, desumanizam o Outro e tratam a Guerra ao Terror como inevitável e necessária. Utiliza uma análise de conteúdo para interpretar três produções cinematográficas do período – Homem de Ferro (2008), A hora mais escura (2012) e Sniper Americano (2014). Examinando de que forma símbolos e práticas estéticas revelam dinâmicas de legitimação da violência, por meio de cinco categorias de análise: representação do inimigo, estética da violência, construção do herói, sensação de ameaça e legitimação moral da guerra. Conclui-se que os padrões identificados confirmam o funcionamento do triângulo da violência de Galtung, evidenciando o cinema como dispositivo de poder simbólico, participando da manutenção e disseminação de narrativas que legitimam a violência e moldam percepções de identidade. Tal compreensão é necessária para o avanço crítico das Relações Internacionais quanto às dimensões simbólicas da guerra.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentRelações Internacionaispt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROS::RELACOES INTERNACIONAISpt_BR
Aparece nas coleções:CCSA - TCC - Relações Internacionais

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