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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38989
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorJesus, Bruno Henrique Garcês Lima de-
dc.date.accessioned2026-09-14T11:35:24Z-
dc.date.available2022-12-07-
dc.date.available2026-09-14T11:35:24Z-
dc.date.issued2022-12-02-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38989-
dc.description.abstractNão consta resumo em outro idioma.pt_BR
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-14T11:35:24Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) BHGLJ07122022.pdf: 751365 bytes, checksum: 6ad88a230f95f3c98047c5b5ef8c9035 (MD5) Previous issue date: 2022-12-02en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectTerapia Ocupacionalpt_BR
dc.subjectInclusão Educacionalpt_BR
dc.subjectTranstornos Mentaispt_BR
dc.subjectEducação Superiorpt_BR
dc.titleAtuação da Terapia Ocupacional com estudantes com transtornos mentais no Comitê de Inclusão e Acessibilidade da UFPBpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Bregalda, Marília Meyer-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3094702632825180pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5751770342553855pt_BR
dc.description.resumoA educação inclusiva propõe a igualdade de oportunidades e o direito universal de escolarização, observando-se uma tendência mundial nessa perspectiva, com a criação de políticas públicas que buscam garantir o direito de todas as pessoas à educação e a democratização do ensino, oferecendo condições equitativas de acesso a todos os níveis de ensino do sistema educacional. No âmbito do ensino superior, é essencial que as universidades se tornem acessíveis e acolham as necessidades dos estudantes, promovendo ações de respeito às diferenças e transformando-se num ambiente plural e democrático. Uma das principais estratégias de inclusão é a criação de núcleos que promovam acessibilidade e implementem estratégias de auxílio aos estudantes com Necessidades Educacionais Especiais. A Terapia Ocupacional, na perspectiva da Educação Inclusiva, visa facilitar os processos de ensino e aprendizagem, a superação das desigualdades educacionais, a formação para o trabalho e a promoção da participação e da cidadania de crianças, jovens, adultos e idosos no sistema educacional. Este estudo teve como objetivo compreender a atuação da Terapia Ocupacional no Comitê de Inclusão e Acessibilidade da Universidade Federal da Paraíba, especificamente com estudantes com transtornos mentais, sob a ótica das estagiárias de Terapia Ocupacional nele atuantes. Para isso, foi realizado um grupo focal com a presença de oito participantes que se enquadravam nos critérios de inclusão da pesquisa e uma análise documental a partir dos dados obtidos no sistema do Comitê de Inclusão e Acessibilidade. Os dados obtidos pelo grupo focal foram transcritos de forma literal e submetidos à análise de conteúdo, a partir da qual passou por uma sistematização e descrição originando três categorias, definidas a partir dos objetivos da pesquisa: atuação e contribuições da Terapia Ocupacional no Comitê de Inclusão e Acessibilidade; demandas de Saúde Mental dos estudantes apoiados pelo Comitê; dificuldades e desafios da atuação no Comitê de Inclusão e Acessibilidade e sugestões para sua melhoria. Como resultados, observou-se que, no Comitê, as estagiárias de Terapia Ocupacional vêm atuando em defesa da garantia do direito dos estudantes com necessidades educacionais especiais à formação universitária. Elas participaram da gestão do comitê, contribuindo com o seu fluxo, que abrange desde etapas iniciais como a avaliação e triagem das demandas, até a implementação de ações que promovam a inclusão da pessoa com necessidades educacionais especiais. A prática das estagiárias no Comitê promove autonomia, fiscaliza processos de inclusão, avalia as singularidades e necessidades específicas de cada estudante, orienta/sensibiliza a comunidade acadêmica a respeito das dificuldades/desvantagens de uma pessoa com NEE e desenvolve estratégias e parcerias que possibilitam equidade de direitos nas atividades acadêmicas, o que pode repercutir na comunidade universitária como um todo. Elas reconhecem a centralidade da profissão nas ações desenvolvidas pelo Comitê e nos instrumentos por ele utilizados e referem que a avaliação adotada é focada na realização de ocupações e no cotidiano acadêmico, abordando atividades de vida diária, atividades instrumentais de vida diária, participação social, história de vida do estudante, interações afetivas em seus vários âmbitos, integração e desempenho na comunidade acadêmica, autocuidado, barreiras arquitetônicas e necessidade de adaptações, história do diagnóstico e medicamentos utilizados. Referente à inclusão das pessoas que tinham algum transtorno mental, os principais diagnósticos relatados foram: Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, Depressão, Transtorno de Ansiedade Generalizada e Transtorno do Espectro Autista. As principais demandas delas eram relacionadas a habilidades e componentes psicossociais, cognitivos, estigmatização, violação de direitos, carga horária/cobranças excessivas e os reflexos causados pela pandemia de COVID-19. A pandemia e o retorno gradativo às atividades presenciais no período de 2021.2 impactaram diretamente a saúde mental dos estudantes, agravando a situação de muitos dos que tinham transtornos mentais previamente. Frente a essa e às demais demandas apresentadas e considerando-se a complexidade das vivências e exigências da comunidade acadêmica, o suporte do Comitê e das estagiárias de Terapia Ocupacional nele atuantes foi fundamental para o desenvolvimento de estratégias que viabilizassem sua inclusão no cotidiano universitário. As participantes apontaram limitações presentes nos roteiros e ferramentas utilizados pelo Comitê, principalmente com relação ao aprofundamento das questões referentes à saúde mental na avaliação. No entanto, esse instrumento não possui dimensão clínica e, sim, educacional, não tendo como proposta uma abordagem aprofundada ou o tratamento de condições de saúde e seus desdobramentos. Foi apontada, também, a formação acadêmica prévia insuficiente para atuação com essa população, o que pode indicar lacunas na matriz curricular do curso. O presente estudo demonstrou a centralidade da atuação das estagiárias de Terapia Ocupacional nos processos de inclusão educacional na Universidade Federal da Paraíba e que elas vêm assumindo um compromisso político, ético e técnico com a inclusão de pessoas com transtornos e/ou sofrimentos mentais no cotidiano acadêmico.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentTerapia Ocupacionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Terapia Ocupacional

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