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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39110Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Medeiros, Ana Clara Alves | - |
| dc.date.accessioned | 2026-09-14T14:04:25Z | - |
| dc.date.available | 2025-04-30 | - |
| dc.date.available | 2026-09-14T14:04:25Z | - |
| dc.date.issued | 2025-04-30 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39110 | - |
| dc.description.abstract | OBJETIVO: Analisar o perfil alimentar e o perfil comunicativo de crianças com Síndrome de Down, avaliando o risco para o Transtorno do Espectro Autista. MÉTODOS: A série de casos conta com 4 crianças do sexo feminino, avaliadas em contexto clínico controlado, com idades entre 16 e 30 meses que possuem Síndrome de Down e possíveis riscos para o TEA. A avaliação utilizou os instrumentos: Escala LABIRINTO, Escala EBAI, o questionário M-CHAT e o ADL-2. Além disso, foi utilizado um plano alimentar semanal preenchido pelos responsáveis. Foi realizada uma análise quali-quantitativa dos dados referentes a cada instrumento. RESULTADOS: O estudo enfrentou limitações na quantificação dos dados em crianças menores de 3 anos, devido ao caráter qualitativo da análise comunicativa, e na quantificação dos dados para o perfil alimentar. Apesar disso, foi possível descrever fragilidades e capacidades individuais. Observou-se relação entre baixo risco para TEA e ausência de dificuldades alimentares, embora com déficits comunicativos. Um caso divergente apresentou risco moderado para TEA, dificuldades alimentares leves e déficits amplos na comunicação. CONCLUSÃO: Estudos longitudinais com medidas psicométricas podem enriquecer a análise dos casos, permitindo investigação de variáveis associadas e monitoramento quantitativo ao longo do tempo. | pt_BR |
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| dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2026-09-14T14:04:25Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Artigo- ACAM30042025.pdf: 253360 bytes, checksum: e00dfafc6fe64c3340627802cceef61b (MD5) Previous issue date: 2025-04-30 | en |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.relation.ispartof | O perfilalimentar e comunicativo em crianças com trissomia do cromossomo 21 com e sem riscopara TEA: série de casos | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Síndrome de Down | pt_BR |
| dc.subject | Comunicação | pt_BR |
| dc.subject | Transtorno do espectro autista | pt_BR |
| dc.subject | Comportamento alimentar | pt_BR |
| dc.title | O perfil alimentar e comunicativo em crianças com trissomia do cromossomo 21 com e sem risco para TEA: série de casos | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.resumo | OBJETIVO: Analisar o perfil alimentar e o perfil comunicativo de crianças com Síndrome de Down, avaliando o risco para o Transtorno do Espectro Autista. MÉTODOS: A série de casos conta com 4 crianças do sexo feminino, avaliadas em contexto clínico controlado, com idades entre 16 e 30 meses que possuem Síndrome de Down e possíveis riscos para o TEA. A avaliação utilizou os instrumentos: Escala LABIRINTO, Escala EBAI, o questionário M-CHAT e o ADL-2. Além disso, foi utilizado um plano alimentar semanal preenchido pelos responsáveis. Foi realizada uma análise quali-quantitativa dos dados referentes a cada instrumento. RESULTADOS: O estudo enfrentou limitações na quantificação dos dados em crianças menores de 3 anos, devido ao caráter qualitativo da análise comunicativa, e na quantificação dos dados para o perfil alimentar. Apesar disso, foi possível descrever fragilidades e capacidades individuais. Observou-se relação entre baixo risco para TEA e ausência de dificuldades alimentares, embora com déficits comunicativos. Um caso divergente apresentou risco moderado para TEA, dificuldades alimentares leves e déficits amplos na comunicação. CONCLUSÃO: Estudos longitudinais com medidas psicométricas podem enriquecer a análise dos casos, permitindo investigação de variáveis associadas e monitoramento quantitativo ao longo do tempo. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ:Ciências da Saúde: Fonoaudiologia | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Fonoaudiologia | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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