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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39129
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorGomes, Maria Fernanda de Araujo-
dc.date.accessioned2026-09-15T21:20:46Z-
dc.date.available2026-04-15-
dc.date.available2026-09-15T21:20:46Z-
dc.date.issued2026-04-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39129-
dc.description.abstractThis study seeks to understand the social characteristics of incarcerated youth by analyzing data provided in penitentiary reports on the prison population of young people aged 18 to 29 held in physical detention facilities, between 2018 and 2025, that intends to identify the sociodemographic profile of youth under conditions of deprivation of liberty. Articulating general categories such as race, education level, gender, and age group. The research adopts a quantitative approach, based on the analysis of national and state penitentiary reports made available by the [National Secretariat for Penal Policies (SENAPPEN)] and other official agencies, with the objective of constructing a statistical overview capable of approximating the profile of youth and critically interpreting the social and political mechanisms that contribute to their concentration within the brazilian penitentiary system. The theoretical reference engages with Michel Foucault (2024), particularly his notions of discipline, surveillance, and the production of delinquency, understanding prison as a modern technology of power. It also draws on contributions from authors such as Angela Davis (2018) and Juliana Borges (2019), who highlight the relationships between incarceration, structural racism, class inequality, and drug policy, situating imprisonment as a historical continuation of forms of racial and social oppression. Additionally, authors such as Abramo (1997) and Abramovay and Castro (2015), among others, provide perspectives on brazilian youth. The research reveals data that offer insight into the population most affected by the prison system, the justice system, and so-called “anti-crime” policies: predominantly young, Black (both “pretos” and “pardos”), individuals with low education level or without having completed their formal education.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-09-15T21:20:46Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Gomes, Maria Fernanda de Araujo TCC.pdf: 1837901 bytes, checksum: eab66ee1e6c2326f4f83b24c6d786a68 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-15T21:20:46Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Gomes, Maria Fernanda de Araujo TCC.pdf: 1837901 bytes, checksum: eab66ee1e6c2326f4f83b24c6d786a68 (MD5) Previous issue date: 2026-04-08en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectJuventudespt_BR
dc.subjectViolênciapt_BR
dc.subjectSistema carceráriopt_BR
dc.subjectPerfil Sociodemográficopt_BR
dc.subjectYouthpt_BR
dc.subjectViolencept_BR
dc.subjectPrison systempt_BR
dc.subjectSociodemographic profilept_BR
dc.titlePerfil sociodemográfico das juventudes em condição de privação de liberdadept_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Toscano, Geovânia da Silva-
dc.description.resumoO estudo busca compreender as características sociais das juventudes encarceradas, destrinchando os dados disponibilizados pelos relatórios penitenciários sobre a população carcerária em cela física de jovens de 18 a 29 anos, dentre os anos de 2018 e 2025, para compreender o perfil sociodemográfico das juventudes em condição de privação de liberdade. Articulando as categorias gerais sobre raça, escolaridade, gênero e faixa etária. A pesquisa se utiliza da abordagem quantitativa, fundamentada na análise de relatórios penitenciários nacionais e estaduais disponibilizados pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) e outros órgãos oficiais, com o objetivo de construir um panorama estatístico capaz de aproximar o perfil das juventudes e interpretar criticamente os mecanismos sociais e políticos que produzem sua concentração no sistema penitenciário brasileiro. Como referencial teórico dialoga-se com Michel Foucault (2024), sobretudo, a partir da noção de disciplina, vigilância e produção da delinquência, compreendendo a prisão como tecnologia moderna de poder; contribuições de autores como Angela Davis (2018) e Juliana Borges (2019), que evidenciam as relações entre encarceramento, racismo estrutural, desigualdade de classe e política de drogas, situando o cárcere como continuidade histórica de formas de opressão racial e social; Abramo (1997) e Abramovay e Castro (2015) — dentre outros autores — que trazem perspectivas sobre juventudes brasileiras. A pesquisa revela dados que permitem uma visão sobre a população afetada pelo sistema carcerário e pelo sistema de justiça, assim como pelas políticas “anti criminalidade”, são jovens, negros (pretos e pardos), com níveis escolares básicos ou sem, de fato, terem finalizado sua formação.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Ciências Sociais

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