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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39185
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMacaiba, Ruti Santos de Melo-
dc.date.accessioned2026-09-21T10:07:31Z-
dc.date.available2026-03-10-
dc.date.available2026-09-21T10:07:31Z-
dc.date.issued2026-01-29-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39185-
dc.description.abstractIntroduction: Plyometric training (PT) is primarily used to develop muscular power and is essential in sports involving explosive activities, such as jumping. The effectiveness of PT depends on the proper management and individualization of training load components; a specific example is the determination of optimal hurdle height (OHH), as well as training volume. Objective: To individualize hurdle height and jump volume in a PT session. Methods: Eleven university athletes, Physical Education students aged between 18 and 30 years and engaged in team sports, were evaluated. The experimental design consisted of five sessions: two familiarization sessions, two sessions to determine OHH measured using contact mats, and one session to determine jump/rebound volume using individualized hurdles during the training session, with heights ranging from 20 to 100 cm. OHH was calculated based on the highest ratio between rebound height and contact time, classified as the Reactive Strength Index (RSI), with jump volume adjusted according to individual capacity. After data collection, a database was created in Microsoft Excel and then transferred to SPSS version 20.0 for exploratory analysis. The ICC 3,1 model was used to assess data reliability between the 3rd and 4th sessions and also during the training session to verify intraset and interset reliability. A two-way ANOVA test was applied to identify possible performance differences between sets during the training session, or its nonparametric equivalent when appropriate. Jump volume was determined by the frequency of jumps performed within the training session sets. The adopted significance level was 5% (p < 0.05). Results: OHH1 demonstrated moderate relative reliability (0.67), whereas OHH2 showed good reliability (0.81). RSI1 and RSI2 presented moderate and good reliability levels, respectively. The relative reliability of the training session reached excellent levels (≥ 0.90) for both intraset and interset comparisons, while the number of contacts (set 1 vs. set 2) showed moderate reliability. When both sets were considered (intraset and interset), variability reached low values (10% and 13%, respectively), which are considered satisfactory given the task and sample characteristics. Total jump volume showed high interindividual variability (52.08% and 52.24% for set 1 and set 2, respectively), with hurdle height variations of up to 70 cm and volumes ranging from 9 to 117 total contacts. The mean total number of contacts during the training session was 75 ± 33.31. Conclusion: It was possible to determine individualized hurdle heights, although moderate relative reliability was observed for hurdle height 1. The individualized training session demonstrated excellent reliability and low variability when both training sets were considered. The method used to determine optimal heights through RSI as a parameter proved to be highly satisfactory, considering that the reliability result observed for OHH1 is expected to improve with a larger sample size.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2026-09-21T10:07:31Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) RutiSantosDeMeloMacaiba_Dissert.pdf: 813143 bytes, checksum: 810e40d6e57dd4d865b8db89fa8965e6 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-21T10:07:31Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) RutiSantosDeMeloMacaiba_Dissert.pdf: 813143 bytes, checksum: 810e40d6e57dd4d865b8db89fa8965e6 (MD5) Previous issue date: 2026-01-29en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectTreinamento pliométricopt_BR
dc.subjectForça muscularpt_BR
dc.subjectCarga de treinamentopt_BR
dc.subjectPlyometric trainingpt_BR
dc.subjectMuscular strengthpt_BR
dc.subjectTraining loadpt_BR
dc.titleProposta para determinação das alturas de barreiras e do volume de saltos numa sessão de treinamento pliométrico: um estudo com jovens atletas universitáriospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Soares, Ytalo Mota-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5894626866072744pt_BR
dc.contributor.referee1Forte, Lucas Dantas Maia-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1986743323188274pt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Maria do Socorro Brasileiro-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6981801923251207pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1030909193577253pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O treinamento pliométrico (TP) é utilizado para desenvolver, fundamentalmente, a potência muscular, sendo essencial em esportes que envolvem atividades explosivas, como os saltos. A eficácia do TP depende do manejo e da individualização de componentes da carga no desempenho; um exemplo específico é a determinação da altura ótima de barreiras (AOB), assim como o volume de treinamento. Objetivo: Individualizar a altura das barreiras e o volume de saltos em uma sessão de TP. Métodos: Foram avaliados 11 atletas universitários, estudantes de Educação Física, com idades entre 18 e 30 anos, praticantes de modalidades coletivas. O desenho experimental inclui cinco sessões: duas de familiarização, duas de determinação da AOB, medida por meio de tapetes de contato e outra de determinação do volume de saltos/ressaltos com barreiras individualizadas na Sessão de Treinamento, variando de 20 a 100 cm. A AOB foi calculada pela maior relação entre a altura de ressalto e o tempo de contato, classificada como Índice de força reativa (IFR), com o volume de saltos ajustado conforme a capacidade individual. Após a coleta de dados, foi gerado um banco de dados no programa Excel e o transferido para o software SPSS 20.0 para análise exploratória. Foi utilizado o CCI3,1 para confiabilidade dos dados entre a 3ª e 4ª sessões e também na sessão de treino para verificação da confiabilidade intraséries e interséries. Foi utilizado o teste ANOVA two-way para identificar possíveis diferenças no desempenho entre as séries na sessão de treino ou seu correspondente não paramétrico. O volume de saltos foi determinado pela frequência de saltos nas séries da sessão de treinamento. O nível de significância adotado foi de 5% (p<0,05). Resultados: A AOB1 obteve um nível moderado (0,67) de confiabilidade relativa, enquanto a AOB2 um nível bom (0,81). O IFR1 e o IFR2 , níveis moderado e bom, respectivamente. A confiabilidade relativa da sessão de treino atingiu níveis excelentes (≥ 0,90) intrasérie e intersérie, enquanto o número de contatos (série 1 vs série 2) alcançou valor moderado. A variabilidade quando considerada as duas series (intraséries e interséries) atingiu valores baixos (10 e 13%, respectivamente), considerados satisfatórios se consideramos a tarefa e a amostra utilizada. O volume total de saltos apresentaram elevada variabilidade interindividual (52,08 e 52,24%, série 1 e série 2, respectivamente), com variações de até 70 cm na altura das barreiras e volumes oscilando entre 9 e 117 contatos totais. O número médio total de contatos da sessão de treino foi de 75 ± 33,31 contatos. Conclusão: foi possível determinar a altura das barreiras de forma individualizada, embora houvesse uma confiabilidade relativa moderada na altura da barreira 1, A sessão de treinamento individualizada demonstrou uma excelente confiabilidade e uma baixa variabilidade quando considerada as duas séries de treinamento, O método para determinação das alturas ótimas por meio do IFR como parâmetro foi bastante satisfatório, ponderando-se o resultado encontrado para a confiabilidade da AOB1 que, espera-se que seja minimizado com o aumento do n amostral.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEducação Físicapt_BR
dc.publisher.programPrograma Associado de Pós Graduação em Educação Física (UPE/UFPB)pt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.publisher.programcode25004018014P0pt_BR
Aparece nas coleções:Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física (UPE/UFPB)

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