Skip navigation

Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39298
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva Sobrinho, Maxçuel Marinho-
dc.date.accessioned2026-09-25T22:00:43Z-
dc.date.available2026-08-14-
dc.date.available2026-09-25T22:00:43Z-
dc.date.issued2026-08-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39298-
dc.description.abstractEsta investigación analiza la Apropiación Toponímica como instrumento de dominación en el contexto de la colonización europea del continente americano a partir de 1492, y examina la persistencia de ese mismo mecanismo en el presente. Partiendo de la premisa de que el acto de nombrar territorios no constituyó una práctica meramente descriptiva, sino un ejercicio de poder capaz de borrar y subordinar las denominaciones de los pueblos originarios, el estudio propone seis perspectivas de análisis del fenómeno: negadora, de confusión, sincrética, geográfica, mitológica y literaria, y la perspectiva utópica. La metodología adoptada es de naturaleza cualitativa e bibliográfica, basada en el cruce sistemático de fuentes primarias, como la Carta de Colón (1956), la Historia de los indios de la Nueva España de Fray Toribio de Benavente (Motolinía) (2014) y los Comentarios Reales del Inca Garcilaso de la Vega (1609), con aportes teóricos de autores contemporáneos, entre los cuales se destacan Todorov (2014), Zweig (2012) y Duverger (1990). Los resultados evidencian que la nominación colonial operó como un mecanismo de control sobre territorios e identidades, registrando no solo el choque entre dos mundos, sino también sus tensiones, jerarquías y violencias. Se concluye que el léxico, lejos de ser un campo neutro, funcionó y continúa funcionando como arena de disputas políticas y culturales: desde los topónimos coloniales impuestos sobre las lenguas originarias hasta los anglicismos que hoy naturalizamos en el habla cotidiana y en los nombres de nuestras ciudades, el nombre sigue siendo compañero del poderpt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-09-25T22:00:43Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Silva Sobrinho, Maxçuel Marinho TCC.pdf: 607742 bytes, checksum: 8a81814f879315f2a9937a6ddeb150a3 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-25T22:00:43Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Silva Sobrinho, Maxçuel Marinho TCC.pdf: 607742 bytes, checksum: 8a81814f879315f2a9937a6ddeb150a3 (MD5) Previous issue date: 2026-08-27en
dc.languagespapt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectApropriação toponímicapt_BR
dc.subjectColonizaçãopt_BR
dc.subjectNovo mundopt_BR
dc.subjectLiteratura hispano- americanapt_BR
dc.subjectLexicografiapt_BR
dc.subjectApropiación toponímicapt_BR
dc.subjectColonizaciónpt_BR
dc.subjectNuevo mundopt_BR
dc.titleApropriación toponímica y el léxico como campo de batalla en el nuevo mundo : el nombre como instrumento de poderpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1López, Juan Ignacio Jurado Centurión-
dc.description.resumoEsta pesquisa analisa a apropriação toponímica como instrumento de dominação no contexto da colonização europeia do continente americano a partir de 1492, e examina a persistência desse mesmo mecanismo na contemporaneidade. Partindo da premissa de que o ato de nomear territórios não constituía uma prática meramente descritiva, mas um exercício de poder capaz de apagar e subordinar as denominações dos povos originários, o estudo propõe seis perspectivas de análise do fenômeno: negadora, de confusão, sincrética, geográfica, mitológica e literária, e a perspectiva utópica. A metodologia adotada é de natureza qualitativa e bibliográfica, baseada no cruzamento sistemático de fontes primárias, como a Carta de Colón (1956), a Historia de los indios de la Nueva España de Fray Toribio de Benavente (Motolinía) (2014) e os Comentarios Reales do Inca Garcilaso de la Vega (1609), com aportes teóricos de autores contemporâneos, entre os quais se destacam Todorov (2014), Zweig (2012) e Duverger (1990). Os resultados evidenciam que a nomeação colonial operou como um mecanismo de controle sobre territórios e identidades, registrando não apenas o encontro entre dois mundos, mas suas tensões, hierarquias e violências. Conclui-se que o léxico, longe de ser um campo neutro, funcionou e continua funcionando como arena de disputas políticas e culturais: dos topônimos coloniais impostos sobre as línguas originárias aos anglicismos que hoje naturalizamos na fala cotidiana e nos nomes de nossas cidades, o nome segue sendo companheiro do poder.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentLetras Estrangeiras Modernaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUAS ESTRANGEIRAS MODERNASpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Letras - Espanhol (Curso presencial)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Silva Sobrinho, Maxçuel Marinho TCC.pdf593,5 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons