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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39306
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Soeme Ferreira dos-
dc.date.accessioned2026-09-28T16:11:18Z-
dc.date.available2022-12-19-
dc.date.available2026-09-28T16:11:18Z-
dc.date.issued2022-12-19-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39306-
dc.description.abstractIntroduction: In addition to changes in fluency parameters, stuttering can cause anxiety about speech, limitations in effective communication and social participation of the person who stutters. Objectives: To verify the relationship between levels of state-trait anxiety, 1 social anxiety and the degree of stuttering severity in adults with low and high anxiety, and to test the applicability of the State-Trait Anxiety Inventory and the Liebowitz Social Anxiety Scale , in the Brazilian versions, with adults who stutter. Methods: Fifteen adults who stutter, 11 men and 4 women, aged between 18 and 52 years, participated in the pilot study. Participants were divided into two groups, low and high anxiety. Spearman's correlation was analyzed between the scores obtained in instruments related to state-trait anxiety, social anxiety and stuttering severity. Results: Most participants showed medium-level trait (86.66%; n=13) and state (86.66%; n=13) anxiety, and signs of generalized subtype social anxiety disorder (46.66 %; n=7) and social anxiety disorder (26.66%; n=4). There was a weak correlation between the numerical scores of the instruments related to anxiety and stuttering severity, possibly due to the sample size. Conclusion: The instruments used proved to be useful and easy to apply by the speech therapist, for screening indicative signs of anxiety disorders in adults who stutter. The pilot study made it possible to observe risks of bias and limitations that could be minimized in the main study.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by maria dalvanir lima (dalvanir07@gmail.com) on 2026-09-28T11:31:08Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Arigo- SFS19122022.pdf: 169671 bytes, checksum: 4e05623bdbd8333eba0b1f20b2aa4b85 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-09-28T16:11:18Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Arigo- SFS19122022.pdf: 169671 bytes, checksum: 4e05623bdbd8333eba0b1f20b2aa4b85 (MD5) Previous issue date: 2022-12-19en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.relation.ispartofAnálise da ansiedade traçoestado de adultos que gaguejampt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectFonoaudiologiapt_BR
dc.subjectGagueirapt_BR
dc.subjectAnsiedadept_BR
dc.subjectAnsiedade Socialpt_BR
dc.titleAnálise da ansiedade traço-estado de adultos que gaguejam.pt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Além das alterações nos parâmetros da fluência, a gagueira pode causar ansiedade em relação à fala, limitações na comunicação efetiva e participação social da pessoa que gagueja. Objetivos: Verificar a relação entre os níveis de ansiedade traço-estado, ansiedade social e o grau de severidade da gagueira em adultos com baixa e alta ansiedade, e testar a aplicabilidade do Inventário de Ansiedade Traço-Estado e da Escala de Ansiedade Social de Liebowitz, nas versões brasileiras, junto aos adultos com gagueira. Métodos: Participaram do estudo piloto 15 adultos que gaguejam, 11 homens e 4 mulheres, com idades entre 18 e 52 anos. Os participantes foram divididos em dois grupos, baixa e alta ansiedade. Analisou-se a correlação de Spearman entre os escores obtidos nos instrumentos relacionados à ansiedade traço-estado, ansiedade social e severidade da gagueira. Resultados: A maior parte dos participantes apresentou ansiedade traço (86,66%; n=13) e estado (86,66%; n=13) de nível médio, e sinais de transtorno da ansiedade social do subtipo generalizado (46,66%; n=7) e transtorno de ansiedade social (26,66%; n=4). Houve uma fraca correlação entre os escores numéricos dos instrumentos relativos à ansiedade e à severidade da gagueira, possivelmente em razão do tamanho da amostra. Conclusão: Os instrumentos utilizados se mostraram úteis e de fácil aplicação por parte do fonoaudiólogo, para o rastreio de sinais indicativos de transtornos de ansiedade em adultos com gagueira. O estudo piloto possibilitou a observância de riscos de viés e limitações que poderão ser minimizados no estudo principal.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ:Ciências da Saúde: Fonoaudiologiapt_BR
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