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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39332Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Freitas, Alana Sophia dos Santos Lira | - |
| dc.date.accessioned | 2026-09-29T17:11:36Z | - |
| dc.date.available | 2026-05-18 | - |
| dc.date.available | 2026-09-29T17:11:36Z | - |
| dc.date.issued | 2026-03-30 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39332 | - |
| dc.description.abstract | Introduction: Pharmacovigilance is strategic for patient safety and the rational use of medicines, with adverse drug reaction (ADR) reporting as its core component. In Brazil, Law No. 13,021/2014 sets out pharmacists’ ethical–legal duties in this process.Objective: To assess Brazilian pharmacists’ knowledge of pharmacovigilance and identify barriers to ADR reporting.Methods: Analytical, cross- sectional epidemiological study including 390 pharmacists from multiple practice settings (community, hospital, management/academia, industry/compounding, and public services). Data were collected via an online form between July 2024 and May 2025. Analyses were performed in SPSS v26.0 using descriptive statistics, the Kruskal–Wallis test followed by Dunn’s post hoc test, and the likelihood-ratio test (p<0.05).Results: A notable mismatch emerged between declared knowledge and practice. Although 89.5% reported understanding “pharmacovigilance” and 84.4% recognized “ADR,” only 30.5% correctly classified the “rare” ADR frequency, and 59.4% showed insufficient knowledge of causality algorithms. A gap between identification and reporting was evident: 45.2% stated they identify ADRs at least monthly, yet only 14.6% report with that frequency; 85.4% rarely or never report. Only 18.7% submitted any report in the previous 12 months, despite the legal mandate established by Law No. 13,021/2014. Training deficits were evident: 40.5% received no undergraduate training and 61.5% lacked in-service training; only 7.4% felt fully prepared. The most cited barriers were lack of time (52.6%), absence of a safety culture (51.8%), and process-knowledge gaps (29.0%), with significant variation across practice settings.Conclusion: ADR underreporting among pharmacists in Brazil is multifactorial, involving operational, institutional, and educational constraints. Priorities include continuous capacity-building, simplification of reporting workflows and platforms, and strengthening a non-punitive safety culture—consolidating pharmacists as central agents in patient protection. | pt_BR |
| dc.description.provenance | Submitted by Jackson R. L. A. Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2026-09-29T17:11:36Z No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AlanaSophiaDosSantosLiraFreitas_Dissert_Com_Tarjamento.pdf: 4825839 bytes, checksum: 3d70c4de2723a4e1cb4cbad146590a81 (MD5) AlanaSophiaDosSantosLiraFreitas_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 3746952 bytes, checksum: c97de8309f73cb1d8c5451e709a63d10 (MD5) | en |
| dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2026-09-29T17:11:36Z (GMT). No. of bitstreams: 3 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) AlanaSophiaDosSantosLiraFreitas_Dissert_Com_Tarjamento.pdf: 4825839 bytes, checksum: 3d70c4de2723a4e1cb4cbad146590a81 (MD5) AlanaSophiaDosSantosLiraFreitas_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf: 3746952 bytes, checksum: c97de8309f73cb1d8c5451e709a63d10 (MD5) Previous issue date: 2026-03-30 | en |
| dc.description.sponsorship | Nenhuma | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Reações Adversas ao Medicamento (RAM) | pt_BR |
| dc.subject | Farmacovigilância | pt_BR |
| dc.subject | Segurança do paciente | pt_BR |
| dc.subject | Pharmacovigilance | en |
| dc.subject | Patient Safety | en |
| dc.subject | Adverse Drug Reactions | en |
| dc.title | Sob a lupa da segurança : uma investigação transversal sobre a farmacovigilância e a atuação do farmacêutico | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Freitas, Gabriel Martins de | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/9805099470985979 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Ferreira, Flávia Emília Leite de Lima | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5348717261204017 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Ferreira, Maria Denise Leite | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/6711008050934475 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4693995985009303 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Introdução: A farmacovigilância é estratégica para a segurança do paciente e para o uso racional de medicamentos, tendo a notificação de reações adversas a medicamentos (RAM) como componente central. No Brasil, a Lei nº 13.021/2014 explicita os deveres ético-legais do farmacêutico nesse processo. Objetivo: Avaliar o conhecimento de farmacêuticos brasileiros sobre farmacovigilância e identificar barreiras à notificação de RAM. Métodos: Estudo epidemiológico, analítico e transversal, com 390 farmacêuticos brasileiros de diferentes áreas de atuação (comunitária, hospitalar, gestão/academia, indústria/manipulação e serviços públicos). A coleta ocorreu por formulário on-line entre julho de 2024 e maio de 2025. As análises foram realizadas no SPSS v26.0, com estatística descritiva, teste de Kruskal–Wallis seguido do pós-teste de Dunn e teste da razão de verossimilhança (p<0,05). Resultados: Identificou-se dissonância relevante entre conhecimento declarado e prática. Embora 89,5% relatem compreender “farmacovigilância” e 84,4% reconheçam “RAM”, apenas 30,5% classificaram corretamente a frequência de RAM “rara” e 59,4% demonstraram conhecimento insuficiente sobre algoritmos de causalidade. Verificou-se lacuna entre identificação e notificação: 45,2% referem identificar RAM ao menos mensalmente, porém somente 14,6% notificam nessa frequência; 85,4% raramente ou nunca notificam. Apenas 18,7% registraram notificações nos últimos 12 meses, apesar do marco legal vigente, estabelecido pela lei nº 13.021/2014. Observou-se déficit formativo: 40,5% não receberam treinamento acadêmico e 61,5% carecem de capacitação em serviço; apenas 7,4% sentem-se plenamente preparados. As barreiras mais citadas foram falta de tempo (52,6%), ausência de cultura de segurança (51,8%) e desconhecimento processual (29,0%), com variações significativas entre áreas de atuação. Conclusão: A subnotificação de RAM entre farmacêuticos no Brasil é multifatorial, envolvendo entraves operacionais, institucionais e educacionais. Tornam-se prioritárias ações formativas contínuas, simplificação de fluxos e plataformas de notificação e o fortalecimento de uma cultura de segurança não punitiva, consolidando o farmacêutico como agente central na proteção do paciente. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Medicina | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA | pt_BR |
| dc.publisher.programcode | 24001015083P0 | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Centro de Ciências da Saúde (CCS) - Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| AlanaSophiaDosSantosLiraFreitas_Dissert_Com_Tarjamento.pdf | 4,71 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir | |
| AlanaSophiaDosSantosLiraFreitas_Dissert_Sem_Tarjamento.pdf | 3,66 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir Solicitar uma cópia |
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