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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39407
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorWanderley, Carolina de Alustau Maia-
dc.date.accessioned2026-10-02T18:18:25Z-
dc.date.available2026-10-02T18:18:25Z-
dc.date.issued2026-07-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39407-
dc.description.abstractNo abstract.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectMarketing digitalpt_BR
dc.subjectCosméticospt_BR
dc.subjectPadrões de belezapt_BR
dc.subjectSaúde psicossocialpt_BR
dc.titleA bela e a fera do marketing da beleza: efeitos psicossociais do consumo de cosméticos no ambiente digitalpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Medeiros, Fabiana Gama de-
dc.description.resumoO presente estudo apresentou como objetivo compreender os impactos do marketing de cosméticos no ambiente digital sobre a construção de padrões de beleza e suas consequências psicossociais para mulheres consumidoras. A relevância da pesquisa reside em discutir como o marketing digital da beleza, por meio das redes sociais e agentes de influência, participa da construção de desejos de consumo, padrões estéticos e percepções sobre a aparência feminina. Quanto à sua abordagem, trata-se de uma pesquisa qualitativa, realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com uma amostra de 11 mulheres consumidoras de cosméticos, com idades entre 21 e 52 anos. As entrevistas foram conduzidas de forma online, pela plataforma Microsoft Teams, sendo analisadas através da análise de conteúdo. A análise dos resultados revelou que a relação com os cosméticos se inicia, em muitos casos, ainda no período da infância ou adolescência, sendo atravessada por experiências pessoais, familiares, sociais, culturais e digitais. Ademais, observou-se que os cosméticos são compreendidos pelas participantes não apenas como produtos de beleza, como também elementos ligados ao autocuidado, ao bem-estar, à autoestima e à construção da identidade. Todavia, os relatos também evidenciaram uma dimensão ambivalente, uma vez que o marketing digital da beleza, ao passo que informa, inspira e fortalece práticas de cuidado, também pode reforçar padrões estéticos idealizados, estimular comparações e produzir sentimentos de inadequação, culpa, frustração e sobrecarga. Além disso, os resultados indicaram que, embora os padrões estéticos sejam anteriores às redes sociais, essas plataformas potencializaram sua circulação e presença no cotidiano, ao mesmo tempo que ampliaram o acesso a informações sobre produtos, formas de uso e experiências de consumo. TikTok, Instagram, YouTube e ferramentas de inteligência artificial apareceram como espaços centrais de busca por informações, validação de produtos e contato com influenciadores digitais. À luz dos resultados, percebe-se que o marketing digital de cosméticos atua em uma linha tênue entre o cuidado e a cobrança, evidenciando a necessidade de estratégias de comunicação mais responsáveis, que considerem não apenas o consumo e o engajamento, mas também as repercussões subjetivas e sociais sobre as mulheres.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentAdministraçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAOpt_BR
Aparece nas coleções:CCSA - TCC - Administração

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