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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39480
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Niédja da Silva Gomes-
dc.date.accessioned2026-10-06T20:55:18Z-
dc.date.available2026-10-02-
dc.date.available2026-10-06T20:55:18Z-
dc.date.issued2026-08-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39480-
dc.description.abstractHistory teaching has undergone important transformations in recent decades, driven by historiographical and pedagogical approaches that seek to overcome Eurocentric narratives and promote a critical, plural and inclusive understanding of the formation of Brazilian society. In this context, Law No. 11,645/2008 is a landmark because it made the teaching of Afro-Brazilian and Indigenous history and culture compulsory. Despite this advance, challenges remain regarding its implementation in curricula and school practices, including occasional, folklorized approaches or treatments restricted to the colonial past. This article discusses possibilities for History teaching guided by a decolonial perspective, emphasizing the protagonism of Indigenous peoples and their knowledge. It presents the Guapó board game as a pedagogical resource developed with elements of gamification, initially intended for the 7th grade of Elementary School and the 1st year of High School. The game addresses ethnic diversity, ways of life, territorialities, knowledge, resistance, and the impacts of colonial invasion, articulating the analysis of maps, images, and textbooks. The proposal seeks to foster participatory learning, broaden students' contact with different sources, and encourage respect for cultural diversity and the construction of critical and decolonial historical knowledge.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Karla Oliveira (kmo@academico.ufpb.br) on 2026-10-06T20:55:18Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Santos, Niédja da Silva Gomes TCC.pdf: 6267067 bytes, checksum: 85f74ce7c4f6e37f5a4a3ea7595690cf (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-10-06T20:55:18Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Santos, Niédja da Silva Gomes TCC.pdf: 6267067 bytes, checksum: 85f74ce7c4f6e37f5a4a3ea7595690cf (MD5) Previous issue date: 2026-08-11en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectJogo de tabuleiropt_BR
dc.subjectHistória indígenapt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectGamificaçãopt_BR
dc.subjectEnsino de históriapt_BR
dc.subjectBoard gamept_BR
dc.subjectIndigenous historypt_BR
dc.subjectDecolonialitypt_BR
dc.subjectGamificationpt_BR
dc.subjectHistory teachingpt_BR
dc.titleRepensando os povos indígenas do Brasil com o jogo Guapó : possibilidades para o ensino de históriapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Borges, Cláudia Cristina do Lago-
dc.description.resumoO ensino de História tem passado por importantes transformações nas últimas décadas, impulsionado por abordagens historiográficas e pedagógicas que buscam superar narrativas eurocêntricas e promover uma compreensão crítica, plural e inclusiva da formação da sociedade brasileira. Nesse contexto, a Lei nº 11.645/2008 constitui um marco ao tornar obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira e indígena. Apesar desse avanço, persistem desafios para sua efetivação nos currículos e nas práticas escolares, incluindo abordagens pontuais, folclorizadas ou restritas ao passado colonial. Este artigo discute possibilidades para um ensino de História orientado pela perspectiva decolonial, com ênfase no protagonismo dos povos indígenas e de seus saberes. Apresenta-se o jogo de tabuleiro Guapó como recurso didático desenvolvido com elementos da gamificação, destinado inicialmente ao 7º ano do Ensino Fundamental e ao 1º ano do Ensino Médio. O jogo aborda diversidade étnica, modos de vida, territorialidades, conhecimentos, resistências e os impactos da invasão colonizadora, articulando análise de mapas, imagens e livros didáticos. A proposta busca favorecer uma aprendizagem participativa, ampliar o contato dos estudantes com diferentes fontes e estimular o respeito à diversidade cultural e a construção de conhecimentos históricos críticos e decoloniais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
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