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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39506
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Sabrina Pereira dos-
dc.date.accessioned2026-10-07T18:04:36Z-
dc.date.available2026-10-07T18:04:36Z-
dc.date.issued2026-07-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39506-
dc.description.abstractIn recent years, social media has established itself as a means of communication between individuals, fostering the emergence of a new profession: digital influencers. With recent technological advances, virtual influencers have emerged — personas created through artificial intelligence with the purpose of promoting products and services of partner companies. Given this context, the present study aimed to identify consumers' perspective on the use of virtual influencers in marketing. This is a qualitative study, in which 10 interviews were conducted with consumers selected through convenience and snowball sampling. Based on the results, distrust was observed among the interviewees regarding virtual influencers' endorsements, mainly due to these personalities' lack of physical existence, in addition to a rejection of the development of parasocial interaction. It was also identified that a high level of anthropomorphism may not favor the acceptance of these influencers, generating feelings of discomfort or eeriness, in line with the Uncanny Valley Theory. In sum, the results obtained demonstrate that virtual influencers are not yet fully accepted by consumers, highlighting the need for further studies on this subject.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Erika (maria.erika@academico.ufpb.br) on 2026-10-07T17:42:44Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) SPS07102026.pdf: 1185715 bytes, checksum: b93efbccdc858a82c36874b9138b7105 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Ana Cláudia Lopes de Almeida (analopes@ccsa.ufpb.br) on 2026-10-07T18:04:36Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) SPS07102026.pdf: 1185715 bytes, checksum: b93efbccdc858a82c36874b9138b7105 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-10-07T18:04:36Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) SPS07102026.pdf: 1185715 bytes, checksum: b93efbccdc858a82c36874b9138b7105 (MD5) Previous issue date: 2026-07-30en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectInfluenciadores virtuaispt_BR
dc.subjectAntropomorfismopt_BR
dc.subjectCredibilidadept_BR
dc.subjectInteração parassocialpt_BR
dc.subjectMarketing digitalpt_BR
dc.titleMarketing de Ilusão? : percepção de consumidores acerca dos influenciadores virtuaispt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Medeiros, Fabiana Gama de-
dc.description.resumoNos últimos anos, as redes sociais se consolidaram como meio de comunicação entre os indivíduos, fomentando o surgimento de uma nova profissão: influenciadores digitais. Com os recentes avanços tecnológicos, surgiram os influenciadores virtuais, pessoas criadas por inteligência artificial com o objetivo de divulgar produtos e serviços de empresas parceiras. Diante desse contexto, o presente trabalho teve como objetivo identificar a perspectiva dos consumidores acerca da utilização de influenciadores virtuais no marketing. O estudo trata-se de uma pesquisa qualitativa, na qual foram realizadas 10 entrevistas com consumidores selecionados por conveniência e pela técnica bola de neve. A partir dos resultados, observou-se, entre os entrevistados, a desconfiança nos endossos dos influenciadores virtuais, principalmente pela inexistência física dessas personalidades, além da rejeição do desenvolvimento de interação parassocial. Identificou-se ainda que o alto nível de antropomorfismo pode não favorecer a aceitação desses influenciadores, gerando sensações de desconforto ou estranheza, em consonância com a Teoria do Vale da Estranheza. Em suma, os resultados obtidos demonstraram que os influenciadores virtuais ainda não são plenamente aceitos pelos consumidores, ressaltando a necessidade de mais estudos sobre o tema.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentAdministraçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAOpt_BR
Aparece nas coleções:CCSA - TCC - Administração

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