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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39555Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Mota, Taciane Cavalcanti do Amaral | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-08T19:06:09Z | - |
| dc.date.available | 2026-05-08 | - |
| dc.date.available | 2026-10-08T19:06:09Z | - |
| dc.date.issued | 2026-03-19 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39555 | - |
| dc.description.abstract | No abstract | pt_BR |
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| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Paraíba | pt_BR |
| dc.rights | Acesso aberto | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Psicologia social - Sexismo | pt_BR |
| dc.subject | Cibersexismo | pt_BR |
| dc.subject | Opressão - Mulheres | pt_BR |
| dc.title | Da conexão à opressão : os impactos psicossociais do cibersexismo | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Pimentel, Carlos Eduardo | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/9513393836022196 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Sá, Jaqueline Gomes Cavalcanti | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4272326820335270 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Günther, Isolda de Araújo | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/7054595442905995 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Torres, Tatiana de Lucena | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/2310895002206004 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/8369696605158268 | pt_BR |
| dc.description.resumo | O sexismo online (cibersexismo) se refere a formas de ódio direcionado a mulheres nas redes sociais, disseminando um discurso de ódio que incentiva o comportamento agressivo e abusivo contra as mulheres. A partir disso, buscou-se compreender as raízes históricas, culturais e sociais do patriarcalismo e sua influência na perpetuação do sexismo, nos estereótipos de gênero e seus impactos no ambiente virtual. Para explicar esse fenômeno social, foram utilizadas: a Teoria da Aprendizagem Social de Albert Bandura, a Teoria do Sexismo Ambivalente (Glick & Fiske, 1996) e o Modelo Geral da Agressão (Anderson & Bushman, 2002). A teoria do sexismo ambivalente defende que existem dois tipos de sexismo: o hostil e o benevolente e que ambos funcionam como ideologias complementares. O sexismo benevolente tem uma aparência positiva, considerando que as mulheres precisam ser protegidas. Já o sexismo hostil, se caracteriza por atos, atitudes, comportamentos e discursos hostis direcionados principalmente às mulheres que desafiam os papéis de gênero. Em relação ao Modelo Geral da Agressão, este é compreendido em três rotas (afetos, cognições e excitação comportamental) que levam a um processo de avaliação e tomada de decisão, emitindo uma resposta agressiva ou não agressiva. Tendo isso em vista, é possível compreender que nessa relação entre o físico e o virtual, o discurso misógino online está profundamente relacionado às questões sociais do contexto offline. De modo que o preconceito, os estereótipos, a discriminação estrutural e as desigualdades sociais de gênero servem como base de sustentação para a violência nas redes sociais. No Estudo 1, foi desenvolvida a Escala de Cibersexismo Hostil. O estudo foi dividido nas seguintes seções: Validade de Conteúdo e estrutura interna; b) Análise Fatorial Confirmatória Multigrupo. Inicialmente, foi realizado o Coeficiente de Validade de Conteúdo (CVC), que obteve os seguintes resultados: Pertinência: CVC= 0,95; Adequação da linguagem: CVC= 0,95; Clareza: 0,96. Depois disso, foi realizada a Análise Fatorial Exploratória, que obteve como resultados: testes de esfericidade de Bartlett (1.026,8, gl = 105, p < 0,001) e KMO (0,82) sugeriram interpretação da matriz de correlação dos itens. A análise paralela sugeriu que a escala possui 1 dimensão. Em relação a confiabilidade, o ômega de McDonald (ω = 0.85) foi indicativo de uma boa consistência de medida do traço latente do instrumento, o Alfa de Cronbach (α = 0.83) indicou uma boa confiabilidade interna do instrumento e os índices de ajuste do instrumento foram adequados (χ 2 = 996,67, gl = 105; p < 0,001; RMSEA = 0,063 (0,054 – 0,064); CFI = 0,948; TLI = 0,940). No Estudo 2 foi realizado um experimento, sendo observado que os homens pontuaram mais alto do que as mulheres na Escala de Cibersexismo Hostil (ECH) através de um teste t para amostras independentes. Além disso, foi realizada uma Análise Multivariada de Variância (MANOVA) com o objetivo de investigar em que medida os níveis de Hostilidade, Agressão Verbal, Agressão Física e Raiva variavam de acordo com o gênero e grupo, apresentando resultado estatisticamente significativo para a interação Gênero*Grupo (F(4, 196) = 4,516, p < 0,001; Partial η2 = 0,84). Ademais, foi realizada uma MANOVA com o objetivo de investigar em que medida os níveis de Psicopatia, Maquiavelismo e Narcisismo variam para homens e mulheres nos grupos controle e experimental. Os resultados foram estatisticamente significativos para a variável gênero (F(3, 197) = 7,159, p < 0,001; Partial η2 = 0,09). Não houve efeito principal para grupo (F(3, 197) = 0,891, p = 0,447; η2 = 0,013), nem para a interação gênero*grupo (F(3, 197) = 0,727, p = 0,537; η2 = 0,011). O Estudo 3 é um experimento que trata da exposição a postagens com ameaças de estupro. Com objetivo de investigar em que medida a exposição a postagens com ameaças de estupro impactaram na agressividade e na aceitação da violência contra a mulher. E, se a empatia terá papel mediador e o gênero papel moderador nessa relação. Obtendo como resultados que a interação entre agressividade e cibersexismo hostil é moderada pelo gênero (B = 0,310, p < 0.05), indicando que o efeito da agressividade sobre o cibersexismo hostil é 0.31 unidades mais forte em homens do que em mulheres. E que na interação entre agressividade e cibersexismo, o papel mediador da empatia afetiva não foi significativo (B = - 0.017, p= 0,205). Porém, o cibersexismo hostil apresentou efeitos negativos e significativos para ambos os tipos de empatia. Diante disso, é possível afirmar que maiores níveis de cibersexismo hostil associaram-se a menores níveis de empatia cognitiva (β= -0,271; p < 0.001) e empatia afetiva (β= -0,305; p < 0.001). Diante do exposto, os resultados encontrados demonstram que os homens foram mais fortemente afetados, com maiores níveis de agressão verbal, violência geral do que as mulheres. Corroborando que as tendências de agressividade vivenciadas offline de homens contra mulheres se pronunciam também no ambiente digital. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Psicologia Social | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPB | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA | pt_BR |
| dc.publisher.programcode | 24001015063P0 | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| TacianeCavalcantiDoAmaralMota_Dissert.pdf | 1,96 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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