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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39657
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCazé, Giulia Santiago de Sá-
dc.date.accessioned2026-10-29T22:13:02Z-
dc.date.available2026-04-01-
dc.date.available2026-10-29T22:13:02Z-
dc.date.issued2026-04-01-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/39657-
dc.description.abstractNo abstractpt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectPerformatividadept_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.titleEntre corpos e normas : performatividade de gênero em Orlando, de Virgínia Woolfpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, Luciana da Silva-
dc.description.resumoEste trabalho propõe uma análise da obra Orlando, de Virginia Woolf, a partir das discussões contemporâneas sobre gênero, subjetividade e normas sociais. Partindo da compreensão da literatura como um campo de elaboração simbólica capaz de refletir e tensionar as estruturas sociais de seu tempo, o estudo investiga como a trajetória da personagem Orlando evidencia a historicidade e a construção social das identidades de gênero. Para tanto, a análise dialoga principalmente com a Teoria da Performatividade de Gênero desenvolvida por Judith Butler, especialmente no que se refere à crítica à matriz heteronormativa e à suposta coerência entre sexo, gênero e desejo. A partir dessa perspectiva, observa-se como a narrativa de Woolf desestabiliza a ideia de uma identidade fixa ao apresentar uma personagem que atravessa diferentes séculos e experiências corporais sem perder a continuidade de sua subjetividade. Além disso, o trabalho articula essas reflexões com discussões do campo da saúde mental e gênero, mobilizando contribuições de Valeska Zanello acerca dos dispositivos de gênero e seus efeitos nos processos de subjetivação. Conclui-se que Orlando opera como um importante espaço de questionamento das normas que regulam as identidades e os modos de existir, evidenciando o potencial da literatura e da arte na produção de visibilidade para experiências que desafiam as fronteiras rígidas do binarismo de gêneropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentPsicologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Psicologia

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