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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/4410
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Karina Ingredy Leite da-
dc.date.accessioned2018-06-11T13:28:17Z-
dc.date.available2014-09-11-
dc.date.available2018-06-11T13:28:17Z-
dc.date.issued2014-02-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/4410-
dc.description.abstractThis study aimed to analyze the development of the self-concept of gender in children of early education at Escola de Educação Básica of Universidade Federal da Paraíba in free interactions with their pairs. A qualitative approach was conducted during the second half of 2013, using participant and non-participant, observation of groups of girls, groups of boys and mixed groups. Content analysis was the analytical procedure used, including speech, physical and spatial movements. In order to addren the following guiding questions: Children express the self-concept of gender in free interactions? Children show a construction of gender inequity and gender typification? It was found that children in early education already reproduce inequalities between the sexes, and that the major contributors to the construction their self-concept of gender, are the closest adults: teachers and caregivers in the school, father and mother at home. The data collected demonstrates that this construction is fueled by machismo, sexism heteronexim and homophobia, transmitted mainly through language, attitudes and behaviors. It was observed that children typify gender daily, classifying and discriminating locations, colors, toys, games, play, behaviors, spaces and tasks according to each sex, reinforcing thoughts and values imposed by the hegemonic cultural models of femininity and masculinity, internalizing and reproducing gender inequity. Therefore, in order to in order deconstruct these relations, language identities and self-concepts, the school needs to be a plural space, question and making overcome pomible to such disparities and discrimination. The school can be a site of gender equality and equity through a non-sexist education.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Janete Duarte (janetesd@yahoo.com.br) on 2018-06-11T13:28:17Z No. of bitstreams: 1 KILS11092014.pdf: 779312 bytes, checksum: 51a1904b1a9e3c407f236d690719b112 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-06-11T13:28:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 KILS11092014.pdf: 779312 bytes, checksum: 51a1904b1a9e3c407f236d690719b112 (MD5) Previous issue date: 2014-02-26en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectConstrução de gêneropt_BR
dc.subjectAutoconceitopt_BR
dc.subjectEducação infantilpt_BR
dc.titleAutoconceito de gênero em crianças da educação infantilpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Carvalho, Maria Eulina Pessoa de-
dc.description.resumoEste trabalho objetivou analisar o desenvolvimento do autoconceito de gênero em crianças da educação infantil da Escola de Educação Básica da Universidade Federal da Paraíba nas interações livres com os seus pares. Realizou-se uma abordagem qualitativa, durante o segundo semestre de 2013, com observações participantes e não participantes de grupos de meninas, grupos de meninos e entre meninos e meninas interagindo juntos em um mesmo grupo. O procedimento analítico utilizado foi análise de conteúdo, incluindo as falas, movimentos corporais e espaciais, a partir das seguintes questões norteadoras: as crianças expressam o autoconceito de gênero em interações livres? As crianças demonstram uma construção de inequidade e tipificação de gênero? Verificou- se que as crianças da educação infantil já reproduzem as desigualdades entre os sexos, e que são os adultos mais próximos como as/os professores/as e cuidadores/as na escola e o pai e a mãe em suas casas os grandes contribuintes da construção do seu autoconceito de gênero, demonstrando que essa construção é alimentada pelo machismo, sexismo e homofobia, transmitidos principalmente através da linguagem, de atitudes e comportamentos. Observou-se que as crianças diariamente tipificam, classificam e discriminam lugares, cores, brinquedos, brincadeiras, jogos, comportamentos, espaços e tarefas de acordo com cada sexo, reforçando os valores pensados e impostos pela cultura hegemônica para modelos de feminilidade e masculinidade, internalizando e reproduzindo a inequidade de gênero. Portanto, para a escola desconstruir essas relações, linguagens, identidades e autoconceitos, precisa apresentar-se como um espaço plural, problematizando e superando essas discriminações e assimetrias, tornando-se um espaço de igualdade e equidade de gênero por meio de uma educação não sexista.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentPsicopedagogiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
Aparece nas coleções:CE - TCC - Psicopedagogia

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