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dc.creatorHerculano, Josimar Rodrigues-
dc.date.accessioned2015-05-14T12:11:45Z-
dc.date.accessioned2018-07-21T00:06:58Z-
dc.date.available2012-11-23-
dc.date.available2018-07-21T00:06:58Z-
dc.date.issued2011-10-31-
dc.identifier.citationHERCULANO, Josimar Rodrigues. Arte como necessidade da existência na filosofia de Nietzsche. 2011. 115 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal da Paraí­ba, João Pessoa, 2011.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/5603-
dc.description.abstractThe art that in Nietzsche s philosophy goes through all his lifetime and beyond that stretches for all posterity, is in this paper approached as being, according to philosophical thinking, the highest of the existential forms. In a consequent way, this leads to the understanding and acknowledgement that art is, in all the forms that it can be expressed by its muses - and especially for Nietzsche regarding tragic art in ancient Greece -, much more than what it seems to be, that is, inversely, the very existence manifests itself, necessarily, through art, therefore it is impossible to think of each one in an unconnected manner. More than a simple connection,existence, that is, life and art in a Nietzschean sense, in other words, creation, appear as all the crystalized forms of that that has no absolute shape or as Nietzsche described them according to his interpretation of the myths of Dionysus and Apollo. The first as being the representation of the misshapen and the hollow, that is, of the chaos and the abyssal darkness; the latter, on the other hand, as being the one that represents the rising of the being that, from the abyssal darkness, appears on the surface of existence usually and through the perception of the beautiful forms, but also through the opposing perception of the ugliness that, however, even the latter when expressed aesthetically through artistic inebriation both Dionysian and Apollonian, only occur due to its subordination to the natural artistic creation of both forms, beautiful and ugly, that is, through a soothing pathos, in other words, resisting against the unavoidable Nietzschean will to be in any way that it becomes, and all that, beyond good and evil.eng
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal da Paraí­bapor
dc.rightsAcesso abertopor
dc.subjectArtepor
dc.subjectExistênciapor
dc.subjectMito gregopor
dc.subjectCriaçãopor
dc.subjectVontadepor
dc.subjectArteng
dc.subjectExistenceeng
dc.subjectGreek mytheng
dc.subjectCreationeng
dc.subjectWilleng
dc.titleArte como necessidade da existência na filosofia de Nietzsche.por
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Cordeiro, Robson Costa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7708508704906597por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7852958281481534por
dc.description.resumoA arte que na filosofia de Nietzsche ocupa todo o tempo de sua vida e para além desta estendese por toda posteridade é aqui neste escrito abordada como sendo, segundo o pensamento do filósofo, a mais elevada das formas existenciais. Uma constatação que submete de modo consequente ao entendimento e à compreensão de ser ela, a arte, sob todas as formas que suas musas a expressam - especialmente para Nietzsche no que refere à arte trágica na Grécia antiga-, muito mais do que parece, quer dizer, inversamente, que a própria existência se manifesta de modo necessário através da arte, portanto, que é impossível pensar uma e outra de uma forma desconexa. Mais do que uma simples conexão a existência, isto é, vida e arte no sentido nietzschiano, ou seja, enquanto criação, é uma e mesma coisa e que assim sendo, aparecem sob todas as formas cristalizadas daquilo que no fundo, não possui forma definitiva alguma ou como Nietzsche as descreveu conforme sua visão e interpretação dos mitos de Dionísio e Apolo. O primeiro mito como sendo o representante do disforme e do sem fundo, isto é, do caos ou o nada abissal; o segundo como sendo aquele que por sua vez, representa o apaziguamento da irrupção criadora, artística do ente desde o nada abissal aparecendo na superfície do existir normalmente e através do sentimento das formas belas, mas também pelo sentimento contrário do feio que, todavia, mesmo este último quando expresso esteticamente via embriaguez tanto dionisíaca quanto apolínea, só ocorre devido sua subordinação à criação artística natural das formas tanto belas quanto feias, isto é, por um pathos que possa apaziguar, ou seja, resistindo à inelutável vontade nietzschiana de ser de qualquer modo que venha a ser, e isto tudo, para além de bem e mal.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentFilosofiapor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapor
dc.publisher.initialsUFPBpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.thumbnail.urlhttp://tede.biblioteca.ufpb.br:8080/retrieve/14200/Arquivototal.pdf.jpg*
Appears in Collections:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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