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dc.creatorFerreira, Sônia Maria Lira-
dc.date.accessioned2015-05-14T12:11:54Z-
dc.date.accessioned2018-07-21T00:07:06Z-
dc.date.available2010-03-12-
dc.date.available2018-07-21T00:07:06Z-
dc.date.issued2006-12-01-
dc.identifier.citationFERREIRA, Sônia Maria Lira. Fenomenologia, liberdade e moral em Jean-Paul Sartre. 2006. 91 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal da Paraí­ba, João Pessoa, 2006.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/5649-
dc.description.abstractPhénoménologie, liberté et morale sont thèmes discutés pour Jean-Paul Sartre dans s´ oeuvre L´être et le néant. Dans l´élaboration de ces thèmes, le penseur a parcouru chemins théoriques ont institués pour trois grands pensateurs de la histoire de la philosophie: Renée Descartes, Edmund Husserl e Martin Heidegger. Ce parcours théoriques ont realisés pour Jean-Paul Sartre les lui donnèrent un subside essentiel pour la constituition, de forme sui generis, de chez conception de la morale e de la liberté, comme consequence de nouvelles possibilités elaborés pour Sartre de la terminologie cartesièenée, husserliènnée et heideggeriènée. Le resultat de celles a allé l´elaboration de une épuisante discussion sur le traitement realisé pour la tradition philosophique aux les concepts de la morale e de la liberté comme libre exercice. Jean-Paul Sartre dans l`oeuvre L´être et le néant expose les présuppositions ontologiques de sa théorie de la liberté e de la morale: l´ être-pour-soi ; l´êtreen- soi et l´être-pour-outre comme éléments constitutives de tous son édifice d´idées. La liberté et la morale seulement pourront être comprises dans le perspective philosophique de Sartre pendant que dimension originaire, dans la mesure en quoi s´établit la relation entre la constitution de la liberté sartriènnée avec le novelle dimension elaborée pour Sartre de la phénoménologie husserliènnée, déjà que c´est en travers de la liberté originaire qu´effectivement sont réalises tous les décisions essentielles de les fins de l´existence humaine; ainsi, plus avant d´être la volonté que nous permet agir librement; c´est la liberté que doit être aie pris comme fondament de la réflexion et de l´action morale. Tous la choix fait pour l´être-pour-soi aura comme référence le néant de fondament de la liberté. Ainsi, c`est l´être-pour-soi, la realité humaine, que doit s´attribuer la responsabilité de choisir. C´est justement dans la liberté ontologique avec le importance de le néant que se peux reconnaître la responsabilité absolue. C´est dans la liberté ontologique realisée pour le néant que se peux reconnaître la responsabilité absolue, c´ést a dire, que consiste dans le faute de conditionnement préalable que le rend sens justification, que se trouve le terrain fértile elaboré pour Sartre, pour la justification de la création de les valeurs dans le monde pour l´action sans fondament de l´être-pour-soi, c´est a dire, le création de le senti de le monde e de soi même sans aucune cause a determiné. Voilà la relation emblématique de la morale e de la liberté dans l´intérieur de l´oeuvre L´être et le néant. Mots clé: Phénoménologie ; Liberté; Morale; Valeur; Conscience; Choix; Responsabilité.fra
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal da Paraí­bapor
dc.rightsAcesso abertopor
dc.subjectFenomenologiapor
dc.subjectLiberdadepor
dc.subjectMoralpor
dc.subjectValorpor
dc.subjectConsciênciapor
dc.subjectEscolhapor
dc.subjectResponsabilidadepor
dc.subjectMots cléfra
dc.subjectPhénoménologiefra
dc.subjectLibertéfra
dc.subjectMoralefra
dc.subjectValeurfra
dc.subjectConsciencefra
dc.subjectChoixfra
dc.subjectResponsabilité.fra
dc.titleFenomenologia, liberdade e moral em Jean-Paul Sartrepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Azevêdo, Edmilson Alves de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6673077309868107por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8440115552221893por
dc.description.resumoFenomenologia, Liberdade e Moral são os temas principais discutidos por Jean-Paul Sartre na sua obra O Ser e o Nada. Para essa discussão se tornar profícua, o filósofo teve que decidir sobre determinados percursos teóricos, os quais se tornaram o subsídio essencial na constituição, de forma suis generis, da sua concepção de fenomenologia, liberdade e moral, decorrente do redimensionamento dado por ele à terminologia cartesiana, husserliana e heideggeriana. O resultado desse redimensionamento foi a elaboração de uma exaustiva discussão sobre o tratamento dado pela tradição filosófica aos conceitos da liberdade e moral como livre exercício. Jean-Paul Sartre, em O Ser e o Nada, expõe os pressupostos ontológicos da sua teoria da liberdade e da moral a partir dos conceitos de ser-para-si; ser-em-si e serpara- outro, como elementos constitutivos de todo o seu edifício de idéias. A liberdade e a moral só poderão ser compreendidas na perspectiva filosófica de Sartre enquanto dimensão originária, na medida em que se estabelece a relação entre a constituição da liberdade e perspectiva moral sartreana e a nova dimensão, engendrada por este filósofo, da fenomenologia husserliana. Sabe-se que é através da liberdade originária que existe uma consciência totalmente desprovida de qualquer tipo de conteúdo, afinal é através dessa liberdade que efetivamente são tomadas todas as decisões essenciais da existência humana, de modo que, muito antes de ser a vontade que nos permite agir livremente, é a liberdade que deve ser tomada como fundamento da reflexão e da ação moral. Toda escolha feita pelo parasi tem como parâmetro o nada de fundamento da liberdade. Dessa forma, é ao para-si, isto é, à realidade humana que deve ser atribuída a responsabilidade por sua realização. É justamente na liberdade ontológica alicerçada no nada que se pode reconhecer a responsabilidade absoluta, ou seja, é na liberdade absoluta que consiste a falta de condicionamento prévio, que a torna injustificável, e é nela que se encontra o terreno fértil constituído por Sartre, para a justificação da criação dos valores no mundo pela ação sem fundamento do para-si, ou seja, da criação do sentido do mundo e de si mesmo sem nenhuma causa determinada. Eis a relação emblemática fenomenologia, liberdade e moral no interior da obra O Ser e o nada.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentFilosofiapor
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação em Filosofiapor
dc.publisher.initialsUFPBpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.thumbnail.urlhttp://tede.biblioteca.ufpb.br:8080/retrieve/14166/arquivototal.pdf.jpg*
Aparece nas coleções:Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) - Programa de Pós-Graduação em Filosofia

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