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<dim:field mdschema="dc" element="creator">MARTINS, Sued Mara Barrozo.</dim:field>
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<dim:field mdschema="dc" element="description" lang="pt_BR">O presente trabalho tem por motivações demonstrar o comportamento seja de progresso ou retrocesso do Índice de Desenvolvimento Humano do Município (IDH-M) de Fortaleza, Ceará, no período de 2000 a 2010, para que sejam feitas observações a cerca da Gestão Pública Municipal, através de uma análise documental de dados oficiais disponibilizados no Relatório de Desenvolvimento Humano, divulgado pelo Programa das Nações Unidas (PNUD), bem como realiza um enfoque mais concreto das ações desenvolvidas diretamente pela Gestão Pública do Município de Fortaleza, por meio de uma pesquisa de campo, realizada nos órgãos que integram as secretarias que lidam diretamente com as Políticas Públicas voltadas para melhorias da saúde, educação e renda dos habitantes do município acima citado. Foi abordado o problema de saúde pública que enfrentam as crianças com alergia alimentar que precisam do sistema educacional de Fortaleza, bem como das fórmulas alimentícias necessárias ao resguardo de suas vidas e que devem ser fornecidas pela Gestão Pública. Os Planos Municipais de Saúde, Educação e Renda, foram abordados para a disponibilização de equipamentos a população para uma melhoria da qualidade de vida da mesma. A realidade da qualidade de vida é demonstrada por meio de uma abordagem de IDH-M mais próxima, diretamente refletida pelo desenvolvimento humano de cada bairro de Fortaleza. Vale ressaltar que será usada a abordagem etnometodológica para registrar a experiência da pesquisadora com relação à temática, baseando-se no fato de que ela é parte integrante da realidade abordada, por ser mãe de criança com alergia alimentar e participante das Políticas Públicas tanto de custeio dos alimentos especiais de alto custo quanto da rede municipal de ensino que são destinados a essas crianças. Como resultado alcançado, observou-se que o crescimento contínuo do IDH-M de Fortaleza, demonstrou que com relação às Políticas Públicas voltadas ao progresso dos números relacionados à longevidade, educação e distribuição de renda do município em questão, há uma eficácia demonstrada pela melhoria dos números técnicos disponibilizados pelo último Relatório de Desenvolvimento Humano (2014) . No entanto, fundamentando-se no novo Protocolo Médico (Anexo A) de Inclusão de crianças ao Programa do Leite para diposnibilização das Fórmulas Especiais das quais os Alérgicos Alimentares se alimentam, observou-se que foram impostas dificuldades burocráticas para o fornecimento desse importante beneficio que veio a colocar em risco ainda maior a vida desse grupo vulnerável da população. No que tange a realida de dos deficientes orgânicos nas escolas, pode-se alcançar o entendimento de que não estão sendo realizadas as adaptações necessárias ao resguardo de suas vidas pela gestão pública de Fortaleza, as crianças ainda não são aceitas nas escolas e nem têm sua condição cuidada como é pertinente.</dim:field>
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<dim:field mdschema="dc" element="relation" qualifier="ispartofseries">João Pessoa,;2015.</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">POLÍTICAS PÚBLICAS</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">GESTÃO PÚBLICA</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="title" lang="pt_BR">Gestão pública e IDH-M de Fortaleza/CE: saúde, educação, renda e inclusão de crianças com alergia alimentar nas escolas.</dim:field>
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