<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="static/style.xsl"?><OAI-PMH xmlns="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/ http://www.openarchives.org/OAI/2.0/OAI-PMH.xsd"><responseDate>2026-10-13T02:32:52Z</responseDate><request verb="GetRecord" identifier="oai:repositorio.ufpb.br:123456789/1717" metadataPrefix="dim">https://repositorio.ufpb.br/oai/request</request><GetRecord><record><header><identifier>oai:repositorio.ufpb.br:123456789/1717</identifier><datestamp>2018-09-05T22:58:34Z</datestamp><setSpec>com_123456789_2373</setSpec><setSpec>com_123456789_401</setSpec><setSpec>col_123456789_2384</setSpec></header><metadata><dim:dim xmlns:dim="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim" xmlns:doc="http://www.lyncode.com/xoai" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim http://www.dspace.org/schema/dim.xsd">
<dim:field mdschema="dc" element="creator">Silva, Silmara Maria Alves Fernandes da</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="creator" qualifier="Lattes" lang="pt_BR">http://lattes.cnpq.br/4192443488378243</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="accessioned">2017-07-31T15:47:44Z</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="available">2015-12-09</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="available">2017-07-31T15:47:44Z</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="date" qualifier="issued">2012-11-26</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="identifier" qualifier="uri">https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/1717</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="abstract" lang="pt_BR">To start the academic life of the student becomes involved in numerous activities and new&#xd;
responsibilities changing often, their place of life, making it increasingly fast-passed and can&#xd;
interfere with your occupational balance. This work aims to understand the occupational&#xd;
engagement of students from the Occupational Therapy Course and their perception of&#xd;
occupational balance. This theme deal with the central purpose of the professional practice of&#xd;
the Occupational Therapist, human occupations. This is an exploratory and descriptive crosssectional&#xd;
study of quantitative quality approach. The research population consist of students&#xd;
of occupational therapy course at the Federal University of Paraiba. Data were collected&#xd;
through the electronic questionnaire application, with closed and open questions in the first&#xd;
stage, and Focus Group, in the second stage. Statistical data were analyzed using the Excel&#xd;
program. The data relating to the Focus Group will be analyzed in a simple descriptive&#xd;
manner. Found 85% of student are female , 50% of public school arising and 65% with family&#xd;
income up to three minimum salaries. Students reported that their daily life is changed after he&#xd;
joined the University and showed dissatisfaction with the time devoted to some areas of&#xd;
occupation, mainly rest and sleep, leisure and social participation. We note that for the use of&#xd;
time footprint education has the highest number of hours involved, because education plays a&#xd;
central role in their lives and generally guide the engagement time with other activities. In this&#xd;
sense education has great significance in the lives of graduate students, mainly because they&#xd;
seek to become qualified and competent professionals to enter the labor market. Students&#xd;
realize the occupational balance as the organization of daily activities. Its this hoped that the&#xd;
study will allow broaden perspective of the academic community on the importance of&#xd;
occupational balance, and has caused the students to reflect on their own occupational balance&#xd;
in order to identify early occupational signs of imbalance in your life and your customers.</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="provenance" lang="en">Submitted by EDIVÂNIA SILVA (edivania_sol@hotmail.com) on 2017-07-31T15:47:43Z
No. of bitstreams: 2
SMAFS 09122015.pdf: 575242 bytes, checksum: a8143ef55663da1fe19bf16c467ab2c6 (MD5)
license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5)</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="provenance" lang="en">Made available in DSpace on 2017-07-31T15:47:44Z (GMT). No. of bitstreams: 2
SMAFS 09122015.pdf: 575242 bytes, checksum: a8143ef55663da1fe19bf16c467ab2c6 (MD5)
license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5)
  Previous issue date: 2012-11-26</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="resumo" lang="pt_BR">Ao ingressar na vida acadêmica, o discente se vê envolvido em inúmeras atividades e em&#xd;
novas responsabilidades, alterando, muitas vezes, seu ritmo de vida, tornando-o cada vez mais&#xd;
acelerado, podendo interferir no seu equilíbrio ocupacional. Este trabalho teve por objetivo&#xd;
conhecer o engajamento ocupacional dos acadêmicos do curso de Terapia Ocupacional e sua&#xd;
percepção a respeito do equilíbrio ocupacional. Este tema aborda o objeto central da prática&#xd;
profissional do terapeuta ocupacional, as ocupações humanas. Trata-se de um estudo&#xd;
transversal exploratório e descritivo de abordagem quali-quantitativa. A população da&#xd;
pesquisa foi constituída pelos estudantes do curso de Terapia Ocupacional da Universidade&#xd;
Federal da Paraíba. Os dados foram coletados através da aplicação de questionário eletrônico,&#xd;
com questões fechadas e abertas, na primeira etapa, e de grupo focal, na segunda etapa. Os&#xd;
dados estatísticos foram analisados, utilizando o programa do Excel. Os dados referentes ao&#xd;
grupo focal foram analisados de forma descritiva simples. Constatou-se que 85% dos&#xd;
estudantes são do sexo feminino, 50% advindo de escola pública e 65% com renda familiar de&#xd;
até três salários mínimos. Os estudantes relataram que seu cotidiano se modificou após seu&#xd;
ingresso na Universidade e apontaram insatisfação com o tempo dedicado a algumas áreas de&#xd;
ocupação, principalmente, descanso e sono, lazer e participação social. Constatou-se que em&#xd;
relação à utilização de tempo a área de ocupação educação tem o maior número de horas&#xd;
envolvido, pois a educação ocupa lugar central em suas vidas e geralmente norteiam o tempo&#xd;
de envolvimento com outras atividades. Nesse sentido a educação possui um grande&#xd;
significado na vida dos discentes, principalmente porque buscam se tornar profissionais&#xd;
qualificados e competentes para adentrar no mercado de trabalho. Os graduandos percebem o&#xd;
equilíbrio ocupacional como a organização das atividades do cotidiano. Espera-se que o&#xd;
estudo tenha permitido ampliar o olhar da comunidade acadêmica sobre a importância do&#xd;
equilíbrio ocupacional, assim como tenha provocado nos estudante a reflexão sobre o seu&#xd;
próprio equilíbrio ocupacional, a fim de identificar precocemente sinais de desequilíbrio&#xd;
ocupacional na sua vida e de seus clientes.</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="language" lang="pt_BR">por</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="publisher" lang="pt_BR">Universidade Federal da Paraíba</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="publisher" qualifier="country" lang="pt_BR">Brasil</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="publisher" qualifier="department" lang="pt_BR">Terapia Ocupacional</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="publisher" qualifier="initials" lang="pt_BR">UFPB</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="rights" lang="pt_BR">Acesso aberto</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">Acadêmicos</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">Terapia Ocupacional</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" qualifier="cnpq" lang="pt_BR">CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="title" lang="pt_BR">Engajamento ocupacional de acadêmicos e sua percepção sobre o equilíbrio ocupacional</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="type" lang="pt_BR">TCC</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="advisor1">Gomes, Márcia Queiroz de Carvalho</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="contributor" qualifier="advisor1Lattes" lang="pt_BR">http://lattes.cnpq.br/7437256165122906</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="relation" qualifier="references" lang="pt_BR">ALBUQUERQUE, M. A. C.; AMORIM, A. H. C.; ROCHA, J. R. C. F.; SILVEIRA, L. M. F.&#xd;
G.; NERI, D. F. M. Bioquímica como Sinônimo de Ensino, Pesquisa e Extensão: um Relato&#xd;
de Experiência. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 36, n. 1, p. 137–142, 2012.&#xd;
ALMEIDA, M. C.; MÂNGIA, E. F. O processo de formalização e consolidação da Terapia&#xd;
Ocupacional no Brasil: percepções sobre o crescimento da produção científica na área&#xd;
[Editorial]. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 16, n. 1, jan./abr., 2005.&#xd;
ANABY, D. et al. The Role of Occupational Characteristics and Occupational Imbalance in&#xd;
Explaining Well-being. Applied Research Quality Life Canadá, v. 5, p. 81–104, 2010.&#xd;
ANDIFES (BR). Perfil socioeconômico e cultural dos estudantes de graduação das&#xd;
Universidades Federais Brasileiras. Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos&#xd;
Comunitários e Estudantis (FONAPRACE), Brasília, 2011.&#xd;
ARAUJO, S. L.; FOLHA, O. A. A. C. Ocupación humana y la práctica de los terapeutas&#xd;
ocupacionales en la amazônia em pará: una perspectiva fenomenológica. Revista Chilena de&#xd;
Terapia Ocupacional, v. 10, p. 99-110, dez., 2010.&#xd;
AOTA. Estrutura da prática da Terapia Ocupacional: domínio &amp; processo 3ª ed. 2014.&#xd;
Tradução: CAVALCANTI, Alessandra; SILVA E DUTRA, Fabiana Caetano Martins; ELUI,&#xd;
Valéria Meirelles Carril. Rev Ter Ocup Univ São Paulo; jan.-abr. 2015; 26(ed. esp.), p. 1-&#xd;
49. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/rto/issue/viewIssue/7332/287>. Acesso em: 14&#xd;
maio 2015.&#xd;
BASTOS, J. L. D; DUQUIA, R. P. Um dos delineamentos mais empregados em&#xd;
epidemiologia: estudo transversal. Scientia Medica, Porto Alegre, v. 17, n. 4, p. 229-232,&#xd;
out./dez. 2007.&#xd;
BEZERRA, W. C; TRINDADE R. L. P. A Terapia Ocupacional na sociedade capitalista e sua&#xd;
inserção profissional nas políticas sociais no Brasil. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São Carlos,&#xd;
v. 21, n. 2, p. 429-437, 2013. Disponível em:&#xd;
&lt;http://doi.editoracubo.com.br/10.4322/cto.2013.045>. Acesso em: 15 de fevereiro de 2015.&#xd;
BRASIL. Exame Nacional de Desempenho de Estudante: Relatório Síntese área de Terapia&#xd;
Ocupacional. Ministério da Educação 2004.&#xd;
55&#xd;
BRASIL. Exame Nacional de Desempenho de Estudante: Relatório Síntese de Terapia&#xd;
Ocupacional. Ministério da Educação 2010.&#xd;
BRASIL. Ministério da Educação. Manual de Orientações Básicas PET, 2002. Disponível&#xd;
em: &lt;http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/PETmanual.pdf Acesso em: 02 de novembro&#xd;
de 2015.&#xd;
BRITTO, L. P. L.; SILVA, E. O.; CASTILHO, K. C; ABREU,T. M. Periféricas perfil do&#xd;
aluno “novo” da Educação Superior. Avaliação, Campinas; Sorocaba- SP, v. 13, n. 3, p. 777-&#xd;
791, nov., 2008. Disponível em: &lt;http://www.scielo.br/pdf/aval/v13n3/08.pdf> Acesso em:&#xd;
13 de outubro de 2015.&#xd;
BRITTO, C. M. D; JOAQUIM, R. H. V. T. Atividades humanas: práticas sociais&#xd;
diferenciadas. [Editorial]. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São Carlos, v. 21, n. 3, p. 459-460,&#xd;
2013. Disponível em: &lt;http://dx.doi.org/10.4322/cto.2013.047> Acesso em: 14 de fevereiro&#xd;
de 2015.&#xd;
CARVALHO, M. C. S.; JUNIOR, I. I. S.; SIQUEIRA, P. P. S; ALMEIDA, J. O.; SOARES,&#xd;
A. F.; LIMA, A. M. J. Qualidade do Sono e Sonolência Diurna Entre Estudantes&#xd;
Universitários de Diferentes Áreas. Rev Neurociências v. 21, n. 3, p. 383-387, 2013.&#xd;
Disponível em:&#xd;
&lt;http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2013/RN2103/original/854original.pdf>&#xd;
Acesso em: 01 de novembro de 2015.&#xd;
CAVALCANTE, G. M. M.; TAVARES, M. M. F.; BEZERRA, W. C. Terapia ocupacional e&#xd;
capitalismo: articulação histórica e conexões para a compreensão da profissão. Rev. Ter.&#xd;
Ocup. Univ. São Paulo, v.19, n. 1, p. 29-33, jan./abr. 2008.&#xd;
CAVALCANTI, A. Avaliação da recreação e Lazer. In: CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C.&#xd;
Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,&#xd;
2007. p. 69-72.&#xd;
CLARK, F.; LAWLOR, M. C. A elaboração e o Significado da Ciência Ocupacional. In:&#xd;
WILLARD, H. S.; Terapia Ocupacional. Rio de Janeiro: Guanabara Kogan, 2011, p. 2-15.&#xd;
CLARK, F; WOOD, W; LARSON E. A. Ciência Ocupacional: Legado da Terapia&#xd;
Ocupacional para o Século XXI In: WILLARD, H. S. Terapia Ocupacional, Rio de Janeiro:&#xd;
Guanabara Kogan, 2002.&#xd;
CNE/CES RESOLUÇÃO nº 6, de 19 de fevereiro de 2002. Diretrizes Curriculares Nacionais&#xd;
do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional, 2002.&#xd;
56&#xd;
COSTA, C. M. L.; SILVA, A. P. L. L.; FLORES, A. B; LIMA, A. A.; POLTRONIERI, B. C.&#xd;
O valor terapêutico da ação humana e suas concepções em Terapia Ocupacional. Cad. Ter.&#xd;
Ocup. UFSCar, São Carlos, v. 21, n. 1, p. 195-203, 2013. Disponível em:&#xd;
&lt;http://dx.doi.org/10.4322/cto.2013.008>. Acesso em: 15 de março de 2015.&#xd;
CRUZ, D. M. C; CAMPOS, I. O. A Opinião de Estudantes de Terapia Ocupacional sobre o&#xd;
Processo de sua Formação Profissional. Caderno de Terapia Ocupacional da UFSCar, vol.&#xd;
12, n. 2, p. 105-114, 2004.&#xd;
CUNHA, M. I.; PINTO, M. M. Qualidade e educação superior no Brasil e o desafio da&#xd;
inclusão social na perspectiva epistemológica e ética. R. bras. Est. pedag., Brasília, v. 90, n.&#xd;
226, p. 571-591, set./dez. 2009.&#xd;
DEMIRYIS, M.; BEREZIN, S.; FERNÁNDEZ, G.; GANSO, H.; GAITEIRO, A. Primera&#xd;
etapa del proyecto de investigación “lãs rutinas diarias y el balance ocupacional de los&#xd;
alumnos de la universidad nacional de quilmes”. Revista Chilena de Terapia Ocupacional,&#xd;
v. 13, n. 2, p. 73–78, 2013.&#xd;
DICKIE, V. O que é Ocupação? In: WILLARD, H. S. Terapia Ocupacional: Rio de Janeiro:&#xd;
Guanabara Kogan, 2011, p. 15-22.&#xd;
DOIMO, L. A.; DERNTL, A. M.; DO LAGO, O.C. O uso do tempo no cotidiano de mulheres&#xd;
idosas: um método indicador do estilo de vida de grupos populacionais. Ciência &amp; Saúde&#xd;
Coletiva, v. 13, n. 4, p. 1133-1142, 2008.&#xd;
DRUMMOND, A. F.; RODRIGUES, A. M. V. N. Os desafios da implantação de uma&#xd;
proposta de flexibilização curricular nos cursos de terapia ocupacional. Rev. Ter. Ocup.&#xd;
Univ. São Paulo, São Paulo, v. 15, n. 3, p. 106-11, set./dez., 2004.&#xd;
ELIAS, Norbert. Sobre o tempo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.&#xd;
FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO – USP. O que é a profissão?.&#xd;
Disponível em: &lt;http://www.fmrp.usp.br/cg/novo/index.php?option=com_content&amp;view&#xd;
=article&amp;id=117&amp;Itemid=93> Acesso em: 10 de dezembro de 2014.&#xd;
FRANCISCO, B. R. Terapia Ocupacional. 5ª Edição. Campinas, São Paulo: Papirus, 2008.&#xd;
FERREIRA, H. B. Aurélio século XXI. 3ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999, p. 2128.&#xd;
GORDON, D. M. A História da Terapia Ocupacional. In: WILLARD, H. S; Terapia&#xd;
Occupational: Rio de Janeiro: Guanabara Kogan, 2011, p. 204- 217.&#xd;
57&#xd;
HAGEDORN, R. Ferramentas para a Prática em Terapia Ocupacional: Uma abordagem&#xd;
Estruturada aos Conhecimentos e Processos Centrais. São Paulo, Roca, 2007.&#xd;
LEITE, U. R.; TAMAYO, A.; GÜNTHER, H. Organização do uso do tempo e valores de&#xd;
Universitários. Aval. psicol., Porto Alegre, v. 2, n. 1. jun., 2003.&#xd;
LILLO, S. G. La ocupación y su significado como factor influyente de la identidad personal.&#xd;
Rev. Chilena de Terapia Ocupacional, n. 3, ouctuber, 2003.&#xd;
LILLO, S. G. Equilibrio y organización de la rutina diária. Revista chilena de terapia&#xd;
ocupacional, v. 6. November, 2006.&#xd;
LILLO, S. G.; CASTRO, L. R. Organización de la rutina diaria en Estudiantes de primer nivel&#xd;
formativo en la escuela de terapia ocupacional. Univerdidad de Chile. Revista chilena de&#xd;
terapia ocupacional, v. 13, n. 2, p. 65–72, dez., 2013.&#xd;
LIMA, E. M. F. A.; PASTORE, M. N.; OKUMA, D. G. As atividades no campo da Terapia&#xd;
Ocupacional: mapeamento da produção científica dos terapeutas ocupacionais brasileiros de&#xd;
1990 a 2008. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 22, n. 1, p. 68-75, jan./abr., 2011.&#xd;
LOPES, R. E.; OLIVER, F. C.; MALFITANO, A P. S.; GALHEIGO, S. M.; ALMEIDA, M.&#xd;
C. de. XI Encontro Nacional de Docentes de Terapia Ocupacional: refletindo sobre os&#xd;
processos de formação acadêmica e profissional. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 19, n.&#xd;
3, p. 159-166, set./ dez. 2008.&#xd;
MAGALHÃES, L. Ocupação e atividade: tendências e tensões conceituais na literatura&#xd;
anglófona da terapia ocupacional e da ciência ocupacional. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São&#xd;
Carlos, v. 21, n. 2, p. 255-263, 2013.&#xd;
MÂNGIA, E. F. Uma década das Diretrizes Curriculares Nacionais: Terapia Ocupacional e as&#xd;
mudanças no ensino para o SUS [Editorial]. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 23, n.1, p.&#xd;
i, jan./abr. 2012.&#xd;
MARTINS, S.; GONTIJO, D. T. Tempo de engajamento nas áreas de ocupação de&#xd;
adolescentes inseridos em uma escola pública. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 22, n. 2,&#xd;
p. 162-171, maio/ ago. 2011.&#xd;
MARTINELLI, S. A. A importância de atividades de lazer na terapia ocupacional. Cadernos&#xd;
de Terapia Ocupacional da UFSCar, São Carlos, Jan/Abr 2011, v. 19, n.1, p. 111-118.&#xd;
Disponível em:&#xd;
&lt;http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/429/37&#xd;
> Acesso em: 2 de novembro de 2015.&#xd;
58&#xd;
MEIRELES M. R. G; CENDÓN B. V. Aplicação prática dos processos de análise de&#xd;
conteúdo e de análise de citações em artigos relacionados às redes neurais artificiais. inf. inf.,&#xd;
londrina, v. 15, n. 2, p. 77-93, jul./dez. 2010. Disponível em:&#xd;
&lt;http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/viewFile/4884/6993>. Acesso&#xd;
em: 02 de abril de 2015.&#xd;
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12° Ed.&#xd;
São Paulo. Hucitec, 2010.&#xd;
MONTEIRO, L. S; COSTA, E. F; CORRÊA, V. A. C; FOLHA, O. A. A. C. Sobre o&#xd;
significado das ocupações após o acidente por queimadura. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São&#xd;
Carlos, v. 22, n. 2, p. 305-315, 2014. Disponível em: &lt; http://dx.doi.org/10.4322/cto.2014.052&#xd;
> Acesso em: 05 de novembro de 2015.&#xd;
NARDELLI, G. G.; GAUDENCI, E. M.; GARCIA, B. B.; CARLETO, C. T.; GONTIJO, L.&#xd;
M.; PEDROSA, L. A. K. Perfil dos alunos ingressantes dos cursos da área da saúde de uma&#xd;
universidade federal. REAS [Internet]. v. 2, n. 1, p. 3-12; 2013.&#xd;
NUNES, A. C.; EMMEL, M. L. G. O uso do tempo nas atividades cotidianas de crianças de&#xd;
classe popular de 9 a 12. Rev Ter Ocup Univ São Paulo, v. 26, n. 2, p. 176-85, maio-ago.,&#xd;
2015. Disponível em: &lt;http://www.revistas.usp.br/rto/article/view/89617/101713>. Acesso&#xd;
em: 03 de novembro de 2015.&#xd;
OLIVER, F. C.; ALMEIDA, M. C.; TOLDRA, R. C.; GALHEIGO, S. M.; LANCMAN, S.;&#xd;
LOPES, R. E.; PALM, R. D. C. M. Desafios da educação em Terapia Ocupacional na&#xd;
América Latina para a próxima década. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 22, n. 3, p. 298-&#xd;
307, set./dez. 2011.&#xd;
OLIVEIRA, M. J. I; SANTO, E. E. A relação entre os determinantes sociais da saúde e a&#xd;
questão social. Caderno Saúde e Desenvolvimento, v. 2, n. 2, p. 7-24, jan./jun., 2013.&#xd;
PARHAM, L. D.; FAZIO, L. S. (Eds.). Play in occupational therapy for children. St.&#xd;
Louis, MO: Mosby, 1997.&#xd;
PINHO, A. P. M., BASTOS, A. V. B., DOURADO, L. C.; RIBEIRO, J. L. L. D. S. A&#xd;
transição do ensino médio para a universidade: um estudo qualitativo sobre os fatores que&#xd;
influenciam este processo e suas possíveis consequências comportamentais. Repositório&#xd;
Institucional da UFSC, 2013. Disponível em:&#xd;
&lt;https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/113099>. Acesso em: 04 de outubro de 2015.&#xd;
59&#xd;
POLATAJKO, H. J.; et al. A. Human occupation in context. In: TOWNSEND, E. A.;&#xd;
POLATAJKO, H. Enabling occupation II: advancing an occupational therapy vision for&#xd;
health, well-being, &amp; justice through occupation. Ottawa: CAOT Publications ACE, 2007.&#xd;
p.37-61.&#xd;
RESSEL, L. B.; BECK, C. L. C. D.; GUALDA, M. R.; HOFFMANN, I. C.; SILVA, R. M.;&#xd;
SEHNEM, G. D. O uso do grupo focal em pesquisa qualitativa. Texto Contexto Enferm,&#xd;
Florianópolis, 17(4): 779-86 2008. Disponível em:&#xd;
&lt;http://www.scielo.br/pdf/tce/v17n4/21.pdf>. Acesso em: 13 de outubro de 2014.&#xd;
SALLES, M. M; MATSUKURA, T. S. Estudo de revisão sistemática sobre o uso do conceito&#xd;
de cotidiano no campo da terapia ocupacional no Brasil. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, São&#xd;
Carlos, v. 21, n. 2, p. 265-273, 2013.&#xd;
SANTOS, A. A. A; MOGNO, J. F; De LIMA, T.H; CUNHA, N. B. A relação entre vida&#xd;
acadêmica e a motivação para aprender em universitários. Revista Semestral da Associação&#xd;
Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, São Paulo, v. 15, n. 2, p. 283-290&#xd;
Julho/Dezembro, 2011.&#xd;
SEIXAS, S. I., et al. Atividades de extensão no aprimoramento do processo ensinoaprendizagem&#xd;
na formação de alunos do projeto: “curso de atualização: aspectos&#xd;
morfofuncionais e clínicos da cabeça e pescoço” na universidade federal fluminense – UFF.&#xd;
UNESC em ação v. 2, n. 1, 2008. Disponível em:&#xd;
http://200.19.105.203/index.php/udescemacao/article/view/1738/1369 Acesso em: 10 de&#xd;
Outubro de 2015.&#xd;
SILVA, S. M. A. F; SOUZA, D. DA S; DE OLIVEIRA. I. R. L; DE MENDONÇA, M. H;&#xd;
FILHO, L. B. e S. Relato de experiência enquanto discente da terapia ocupacional na&#xd;
disciplina prática no campo social. Cadernos de Terapia Ocupacional, UFSCar, São&#xd;
Carlos, v. 22, n. Suplemento Especial. 02, 2014.&#xd;
SOARES, L. B. T. História da Terapia Ocupacional. In CAVALCANTI, A; GALVÃO, C.&#xd;
Terapia ocupacional, fundamentação &amp; prática. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2007.&#xd;
p 3-9.&#xd;
SOLIANI, M. L. C. 40 ANOS DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA BAHIANA.&#xd;
Revista Baiana de Terapia Ocupacional, Salvador, v. 1, n. 1, p. 86-91, dez. 2012.&#xd;
TEIXEIRA, M. A. P.; DIAS, A. C. G.; WOTHICH, S. H.; OLIVEIRA, A. M. Adaptação à&#xd;
universidade em jovens calouros. Psicologia Escolar e Educacional, Campinas, v. 12, n. 1,&#xd;
p. 185-202, 2008.&#xd;
60&#xd;
TEIXEIRA, M. A. P., CASTRO, G. D.; PICCOLO, L. R. Adaptação à universidade em&#xd;
estudantes universitários: Um estudo correlacional. Integração em Psicologia, v. 11, p. 211-&#xd;
220, 2007.&#xd;
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA. Projeto Pedagógico do curso de graduação&#xd;
em Terapia Ocupacional da Universidade Federal da Paraíba. Paraíba: UFPB, 2009.&#xd;
VALLE, L. E. L. R.; VALLE, R.; REIMÃO, R. Sono e aprendizagem. Rev. psicopedag., v.&#xd;
26, n. 80, São Paulo, 2009. Disponível em:&#xd;
&lt;http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-84862009000200013>&#xd;
Acesso em: 2 de novembro de 2015.&#xd;
WILCOCK, A. A. Ref lections on doing, being and becoming. Australian Occupational&#xd;
Therapy Journal, v. 46, p. 1-11, 1999.&#xd;
YERXA, E. J. Occupational science: A new source of power for participants in occupational&#xd;
therapy. Journal of Occupational Science, Sidney, v. 1, n. 1, p. 3-9, 1993.</dim:field>
</dim:dim>
</metadata></record></GetRecord></OAI-PMH>