<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="static/style.xsl"?><OAI-PMH xmlns="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/ http://www.openarchives.org/OAI/2.0/OAI-PMH.xsd"><responseDate>2026-10-13T08:08:40Z</responseDate><request verb="GetRecord" identifier="oai:repositorio.ufpb.br:123456789/599" metadataPrefix="dim">https://repositorio.ufpb.br/oai/request</request><GetRecord><record><header><identifier>oai:repositorio.ufpb.br:123456789/599</identifier><datestamp>2020-08-12T16:56:06Z</datestamp><setSpec>com_123456789_2373</setSpec><setSpec>com_123456789_401</setSpec><setSpec>col_123456789_2379</setSpec></header><metadata><dim:dim xmlns:dim="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim" xmlns:doc="http://www.lyncode.com/xoai" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.dspace.org/xmlns/dspace/dim http://www.dspace.org/schema/dim.xsd">
<dim:field mdschema="dc" element="creator">Silva, Géssica Teixeira da.</dim:field>
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<dim:field mdschema="dc" element="description" qualifier="resumo">A fitoterapia pode ser entendida como o uso terapêutico das plantas medicinais, estimulando as defesas naturais do organismo e empregando os seus constituintes químicos para o combate das mais variadas afecções (OMS, 2009). A fitoterapia pode ser igualada e/ou somada às terapias medicamentosas convencionais e seu uso é também bastante difundido devido ao fácil acesso e baixo custo dessa forma terapêutica (ROSA, 2012). No entanto, seu uso deve ser feito cautelosamente, porque as plantas possuem diversas substâncias químicas que tanto podem trazer benefícios, como podem representar riscos à saúde do usuário. Nesse contexto, faz-se necessária a ampliação das discussões à cerca desse tema, trazendo informações de conscientização do uso racional das plantas medicinais. Para isso, é necessário incentivar a pesquisa na área, fomentar o aparecimento de novos mecanismos de expansão do conhecimento das plantas medicinais, suas características, indicações corretas, entre outros aspectos (SANTOS, 2011). Portanto, a pesquisa bibliográfica torna-se importante ferramenta nesse processo de uso racional dos recursos terapêuticos naturais e, vale ressaltar, que esta deve ser feita de acordo com as necessidades epidemiológicas da população e as características regionais que se encontram as diferentes comunidades e habitats das plantas, para que o impacto da pesquisa seja de fato significativo. O Nordeste brasileiro possui uma ampla variedade de espécies vegetais, podendo-se destacar as plantas da família Cactaceae, uma espécie não lenhosa que predomina nas regiões semi-áridas do Brasil, adaptadas ao clima seco, aos baixos índices pluviométricos e altas temperaturas (SILVA, 2009). Essa capacidade de adaptação das espécies dessa família se deve, principalmente, às suas caracterísitcas ecofisiológicas diferenciadas, que permitem a essas plantas reterem água das poucas chuvas e mesmo da superfície das pedras, sobrevivendo e servindo para uso da população. Seus usos variam desde a alimentação dos rebanhos até emprego para cura e prevenção de agravos à saúde.</dim:field>
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<dim:field mdschema="dc" element="relation" qualifier="ispartofseries">João Pessoa, PB: 2014.</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">Plantas medicinais</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">Nordeste brasileiro</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="subject" lang="pt_BR">Cactaceae</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="title" lang="pt_BR">Contribuição para o conhecimento de espécies da família cactaceae: usos pela medicina popular e potencial terapêutico.</dim:field>
<dim:field mdschema="dc" element="type" lang="pt_BR">TCC</dim:field>
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